É quase enternecedor ver dirigentes do Bloco a zurzir no discurso de ódio e a criticar a violência. Encheria o coração de esperança, não fosse a hipocrisia galopante d@s camarad@s. Sem recuar a passados longínquos, recorde-se que vários dirigentes do partido prestaram vassalagem ideológica a organizações terroristas (como a ETA) e, mais recentemente, olharam com matizes oportunistas para a escalada de violência na Venezuela, país onde um regime de ódio submete a sevícias públicas a própria população. Adoraria conhecer a fonte de descaramento onde esta gente mata a sede.
A fonte
Diogo Novo,

Nessa manif e contra manif vão estar presentes forças policiais ou vai ser a “comunidade” a zelar pela segurança?
Será bastante questionar o deputado Soares sobre o seu entendimento acerca do princípio da não discriminação com base na origem étnica. Especialmente se admite que possa a lei discriminar em função da origem étnica para a obtenção de um benefício. O que nas sociedades racializadas, de onde aquele pretende importar a distopia racializadora, se designa de discriminação positiva pela origem étnica!! Ou seja a admissão de um princípio discriminador que não se funde no direito natural, na natureza das coisas nem advenha da substancia ou objecto funcional da relação jurídica a constituir!!
Esta gente produz racistas e xenófobos a eito!
São personagens como o deputado Soares que me deixam a esperança sem argumentos!!
Ó bálhame Deus, então a “identidade de género” já chegou ao Delito?
“d@s camarad@as”?
Logo hoje que fiz uma reclamação por e-mail à Worten e me responderam
” Olá bem vind@ à Worten.
Eu que nem me chamo Bemvinda nem gosto dos gelados Olá, só do SAntini.
Tandem Ibérico : Bloco de Esterco aqui e Basura Podemos além-Caia – mas ambos estritamente seguidistas da voz do dono…
E outra coisa em comum : a atracção ( quase fatal ) pelo “Imobiliário”…
JSP
Diogo Noivo, não faço ideia porque raio «Adoraria conhecer a fonte de descaramento onde esta gente (os tais «dirigentes do Bloco») mata a sede» – deduzo que não seja para ir até lá também (à tal «fonte de descaramento») “matar a sede”….
Mas essa até nem será a minha Grande Questão!
É sabido – embora não abertamente declarado! – que a vasta maioria dos que têm o que se pode diagnosticar como algo como, um ódiozinho de estimação ao «Bloco», que o que mais lhes “incomoda” nele, é aquela mania que eles têm de insistir em “temas fracturantes” – enfim, essas “coisas” típicas da “esquerda caviar”! – onde até, naturalmente, surge a questão do “discurso de ódio” que, ainda hoje, parece incomodar muita gente que, se beberam na tal «fonte» que V. «Adoraria conhecer», dá-lhes para “bonifacites”, se não, dá-lhes para – por exemplo, como aqui alguém – descobrir a possibilidade de «a lei discriminar em função da origem étnica para a obtenção de um benefício»… pelo que deduzo que V. até 1) faça parte dos que acham uma aberração o «discurso de ódio» de que fala o «dirigentes dos Bloco» – nota a haver erro na construção gramatical declino, evidentemente, qualquer responsabilidade!; 2) não tenha qualquer dúvida de que o «dirigentes do Bloco» até honestamente, também ache uma aberração o «discurso de ódio» e, por fim, 3) que afinal o que o separa dele, é apenas a 2.a parte da sua suposta “questão moral”: «enternecedor ver dirigentes do Bloco (…) a criticar a violência»?!?
Desconheço factos e V. até nem quis apresentar qualquer prova, do que os acusa: «vários dirigentes do partido prestaram vassalagem ideológica a organizações terroristas (como a ETA) e, mais recentemente, olharam com matizes oportunistas para a escalada de violência na Venezuela, país onde um regime de ódio submete a sevícias públicas a própria população» mas a questão da violência é sobejamente conhecida por desde sempre ter várias nuances semânticas… um exemplo? Há quem esteja contra a «violência» de um «regime de ódio (que) submete a sevícias públicas a própria população» mas ponha uma pala para não ver as tentativas de golpes de estado, as sanções de todo o tipo de ordem a que desde há muito foram sujeitos e isto, para já para falar de uma oposição a que descaramento nunca lhe faltou – só não é a mais “violenta” de todas as oposições que existem porque a da Síria, por uns anos até a conseguiu superar: sabe quem é Enzo Franchini Oliveros? E Orlando Figuera? Esse é um pequeno exemplo do que ela é. E não adianta «especular sobre o que faria a extrema-esquerda se o reconhecimento de Guaidó não constasse do voto» é que, de facto, «o reconhecimento de Guaidó» constava «do voto» e, claro, a “proposta” do PS era apenas a versão “semântica” que permitiu ao BE abster-se mas não conseguiu “enternecer” a CDU