Creio que foi a Iniciativa Liberal que trouxe para o espaço público, já há bastante tempo, a constatação melancólica de que na hierarquia do desenvolvimento Portugal estava a ser ultrapassado em produto por cabeça, expresso em paridades de poder de compra, por países da antiga Cortina (que, para este efeito, o jornalismo costuma designar como da Europa de Leste, embora fiquem na Central. Centros da Europa há muitos, consoante os critérios, mas os mais consensuais são na Lituânia, República Checa ou Polónia, coincidentemente dois dos países que já nos ultrapassaram e outro que assim fará).
A ideia fez o seu caminho e como é normal reapareceu na corrente campanha. Um dos bordões do PS, de que Centeno fez um uso liberal antes de ser substituído por outros aguadeiros, é o do crescimento acima da média, e Costa, que deve recitar ao espelho meia dúzia de números que lhe incutem no bestunto, tem esse sempre presente. A média europeia, essa, é puxada para baixo pelo desempenho medíocre da Alemanha, Itália e França, economias que têm um peso enorme e cuja comparação connosco é pouco útil; e quem tem, como nós, problemas de atraso para resolver diz-nos adeus.
De resto, é praticamente impossível, qualquer que seja o assunto, todos os indicadores serem maus, e a esquerda em geral, e o PS em particular, especializaram-se há muito em selecionar os lisonjeiros para papaguear: tal país cresce muito, é? Pois a desigualdade ainda cresce mais; a dívida pública líquida cresceu, foi? Mas a ilíquida diminuiu em relação há três meses, ou um ano, ou o que der jeito; há fome na Venezuela? Que exagero, os índices de colesterol na população dos maiores de 50 anos são dos melhores do mundo; continuamos a ter emigrantes e a população está a diminuir? Ora bem, isso nada tem a ver com a emigração do passado, actualmente são jovens formados que são bem a prova de que valeu a pena o grande investimento na educação e afastam aquela imagem deprimente que havia dos portugueses dos bidonvilles; e há países que estavam muito atrás de nós e que agora nos dizem tchau? É por causa da história, disse Costa a Rio no debate porque o focus-group ainda não tinha lido este tipo, que fez um catálogo completo de desculpas, ou Costa ainda não tinha memorizado. É pela educação, disse o intelectual Pacheco a Lobo Xavier no último “O Princípio da Incerteza”, como causa de fundo, e de Passos Coelho como causa próxima (Passos teve uma grande presença naquele programa porque Pacheco esteve seriamente doente entre 2011 e 2015, ano em que a sua passite passou a crónica).
É provável que este assunto, o do relativo atraso, não se vá embora, qualquer que seja o resultado das eleições, seja porque não haverá um governo dito de direita seja porque haverá mas sem força e, provavelmente, também sem convicção. De modo que esta ferida no nosso ego colectivo sarar é que não vai.
Vamos portanto desentendermo-nos. E como o assunto é sobretudo economia é bom ver o que diz a esquerda demente porque uma parte do argumentário será recuperada pela esquerda charneira, razão pela qual vou comentar o que diz o moço acima referido, que dá aulas (!) de economia. Por comodidade, transcrevo em itálico parte do que escreve.
Na UE, todos os novos Estados membros passaram por um período de rápido crescimento económico nos anos que se seguiram à integração. Tal deve-se a três motivos principais: a abundância de fundos de coesão, a liberalização dos movimentos financeiros internacionais e os fluxos de investimento estrangeiro (que exploram as novas oportunidades de investimento e de produção a baixos custos).
Isto aconteceu também a Portugal na década e meia que se seguiu à entrada na então CEE, em 1986. A este nível, Portugal não compara nada mal com os oito países da Europa de Leste que aderiram à UE em 2004: destes, só a Polónia teve uma taxa anual de crescimento superior à portuguesa nos 15 anos posteriores à integração europeia. Quem julga que os elevados ritmos de crescimento dos países de Leste se vão manter ad eaternum enquanto a economia portuguesa estagna não presta muita atenção à história do crescimento económico.
Sem ir conferir (nem isto nem o resto dos factos alegados), a conclusão lógica é que todos estes países irão em devido tempo ter o nosso desempenho medíocre. O que implica uma espécie de condenação: os países ordenam-se segundo um arranjo imutável tributário de factores geoestratégicos e culturais e crescem a partir de uma base baixa e depois estagnam. A tese é infirmada, sem sair da EU e sem ir buscar exemplos antigos, pela Irlanda.
Qualquer explicação para o crescimento económico que se baseia num único factor é de desconfiar – se assim fosse, os economistas não andavam há 250 anos a tentar compreender o fenómeno. Neste caso concreto, a explicação apresentada esquece alguns dos elementos essenciais.
A ideia de que os países de Leste tinham menos condições do que Portugal para crescer é simplesmente errada. Se há coisa que se sabe sobre o crescimento económico é que este tende a beneficiar muito das qualificações das pessoas – e os países de Leste têm desde há muitas décadas os níveis mais elevados de educação entre as nações europeias.
Outro facto bem conhecido dos processos de crescimento diz respeito à importância do perfil de especialização dos países. E, ao contrário do que muitos sugerem, as economias que mais têm crescido no Leste europeu não eram pouco desenvolvidas: uma década antes de aderirem à UE (ou seja, quando ainda estavam na transição para o capitalismo), países como a Estónia, a Eslovénia, a República Checa, a Eslováquia e a Polónia tinham já um perfil de exportação mais sofisticado do que o de Portugal.
Subscrevo o primeiro parágrafo, mas o resto do texto infirma-o porque nenhuma opinião liberal na matéria se baseia num único factor (a menos que se queira entender que a liberdade económica é um factor e não um conjunto deles). Nem a liberdade económica é um factor nem o dirigismo económico porque ambos os conceitos assentam num conjunto de políticas, com graus muitíssimo variáveis, no passado e no presente. Isto ao mesmo tempo que o bom do Paes atribui aqui à educação o mesmo papel que o celebrado Pacheco: os países crescem se educados. Mas como já eram educados “há muitas décadas” e não cresciam a conclusão lógica é que a educação, por si só, não produz crescimento. Do que Portugal é um bom exemplo: dantes exportávamos cavadores e pedreiros e agora dentistas, arquitectos e enfermeiros.
Às vantagens na educação e ao perfil de especialização, alguns países do Leste somam a proximidade histórica e geográfica a economias muito mais avançadas, de cuja força tendem a beneficiar. Os casos mais óbvios são a República Checa (que se tornou uma extensão da indústria transformadora alemã) e a Estónia (que se tornou um prolongamento da economia finlandesa).
Cada país é um caso, e todos têm vantagens e desvantagens. Acaso a República Checa não se pode queixar de não ter mar? E a Lituânia, de gelar no Inverno? A nossa situação geográfica, o nosso clima, os nossos portos, o tráfico que passa ao longo das nossas costas, não são vantagens? O que Paes faz é inventar um catálogo de desculpas para o atraso, como fazem os comunistas com Cuba: ah que se não fosse o “bloqueio” (aspo porque não o é, os americanos não impedem outras nações de comerciar com Cuba) aquilo ia ser um desenvolvimento que só visto. Pois se até são muito educados e de esquerda!
Os partidos da direita acreditam tanto que o fraco crescimento relativo de Portugal se deve à “falta de liberdade económica” que a sua receita para o crescimento é pouco mais o que baixar os impostos, reduzir os custos de contexto e esperar que chova. O pressuposto é de que o crescimento depende do investimento privado e que o investimento privado depende dos custos de fazer negócios – custos fiscais, laborais, administrativos e outros.
Esperar que chova não, esperar que as pessoas façam o que sempre fazem, que é reagir ao estímulo da sua ambição e do seu egoísmo, sim. A desprezível ambição de enriquecer e o egoísmo de não ver a maior parte dos ganhos e bens ser pilhada por impostos, impedindo a acumulação de capital.
É óbvio que nenhuma economia atrai investimento se as condições de fazer negócios forem miseráveis. Mas essa não é a situação de Portugal. Em nenhum dos domínios referidos Portugal apresenta indicadores muito distintos da média europeia. O conhecimento existente não nos permite afirmar que a redução dos impostos traria mais crescimento. Quanto à redução dos salários ainda menos: o seu impacto na procura interna seria imediato, enquanto o seu efeito na competitividade da maioria dos sectores exportadores seria residual.
Os indicadores precisam de ser “muito distintos da média europeia” porque jamais se atingirá a média fazendo a mesma coisa que fazem os que não têm o nosso atraso atávico (desde o séc. XVIII, salvo erro, Paes faria bem em consultar o que na matéria diz o colega Nuno Palma e, de caminho, estudar o nosso milagre económico dos anos 60, onde a convergência era, sem ajudas, vertiginosa).
É possível e necessário melhorar muitos aspectos que afectam a vida das empresas: os custos da energia, alguma burocracia excessiva, a lentidão da justiça, entre outros. Mas estes problemas estão identificados há muito tempo e têm vindo a melhorar. Exija-se que melhorem ainda mais, claro, mas não se espere que venha daqui um salto qualitativo da economia portuguesa.
Eu, ao contrário de Paes, sempre vivi na economia que produz bens e não perdigotos, e garanto: esses problemas que diz que têm vindo a melhorar têm vindo a piorar, e muito, no plano fiscal, regulamentar, da Justiça, do sistema bancário e outros – uma pequena empresa hoje é uma entidade onde mora o Estado em todos os desvãos e uma mole de polícias, todos com certezas de como se devem dirigir as empresas que nunca fundaram mas se devem esfarrapar para lhes garantir o passadio a que se julgam com direito via impostos, manu militari.
Os principais entraves ao crescimento económico em Portugal são, em primeiro lugar, o perfil de especialização produtiva (baseado em actividades de baixo valor acrescentado e que enfrentam fortes pressões da concorrência externa) e, em segundo lugar, o elevado endividamento externo (que leva a que uma parte importante dos rendimentos gerados todos os anos seja canalizado para o exterior). Em quaisquer circunstâncias, seria sempre difícil ultrapassar estes obstáculos. No contexto português actual, estas dificuldades são acrescidas pelo facto de o país não dispor de instrumentos de política económica que outros usaram no passado – como a política monetária e cambial ou a política de comércio externo – estando o uso de outros instrumentos muito limitado pelas regras da UE (como a política orçamental, as empresas públicas ou as compras públicas).
Paes Mamede a ministro da Economia, já. Que ele tira o país da EU e, com um grupo de amigos empreendedores apoiados pelo Estado, lança 17 empresas que serão, a prazo, líderes europeus no ramo. Que os actuais empreendedores portugueses são na realidade burros, como se prova por não votarem no Bloco, e os estrangeiros cegos por não se virem cá instalar.
A direita defende a redução da presença do Estado na economia, vendo-a como um problema e não como parte da solução. Também este discurso é simplista. Na verdade, o Estado está sempre presente – como produtor, regulador, comprador ou prestador de serviços – e é sempre indispensável. O que distingue a direita liberal é a noção de que o Estado deve manter uma distância higiénica das empresas privadas, limitando-se a regulá-las de forma a promover a concorrência (ou simulá-la, quando ela não pode existir). Mas a história do desenvolvimento económico mostra-nos que a mudança estrutural e o reforço das capacidades produtivas dos países exigiram sempre um Estado muito mais interventivo, contribuindo activamente para a acumulação de conhecimentos e competências, e apoiando de forma estratégica sectores que se revelavam em cada contexto mais promissores. Isto aconteceu em países com regimes políticos muito distintos, em circunstâncias históricas diversas. É esta a história da Inglaterra da dinastia Tudor, dos EUA desde a independência até hoje, da Alemanha, da Coreia do Sul, do Taiwan, da China e de tantos outros.
Ui, que altos voos historiográficos. Cada um dos exemplos não o é, diz Paes, de liberalismo de espécie alguma, nem de empreendedores, nem de fiscalidades modestas, nem de crescimentos exponenciais que depois abrandaram, nem de criatividade, nem de situações de tal modo diversas que qualquer generalização é um passo maior do que a perna. Não: estava lá o Estado e este é, como se sabe, o alfa e o ómega de todas as coisas. Mas, ó querido ensaísta, o Estado esteve sempre: antes, durante e em todos os casos de sucesso e de insucesso. E sem D. João II a gesta dos Descobrimentos talvez tivesse sido outra, mas frei Anacleto Louçã até no séc. XV, se fosse rei, haveria de orientar o reino para um buraco.
O problema de Portugal hoje não é Estado a mais nem Estado a menos. O problema é ninguém parecer saber muito bem o que fazer com o Estado e como – e aqui o problema não é só da direita. Mas isso fica para outra ocasião.
Que não vou comentar quando o estudioso se aliviar das suas cogitações. Para o peditório do asneirol costumo ser muito poupado e os assuntos da Venezuela não me interessam por aí além. Olhei para este arrazoado não porque viesse embrulhado em muitos números (um tique da classe, que os costuma usar para ilustrar preconceitos), que serão infirmados por oficiais do mesmo ofício que se deem ao trabalho, mas porque alguns argumentos fazem parte do que ouviremos enquanto nos preparamos para ser ultrapassados pela Roménia, onde a educação também era muito boa.

Portugal tem tido uma cultura politica-jornalista só preocupada com o poder da redistribuição, resumindo numa palavra o Socialismo. Nada com a criação.
A criação muda uma comunidade logo muda quem detém o poder.
Complemento com a especialização em mineração de fundos, só assim é possível manter a redistribuição de migalhas.
Sim, os 200 mil milhões de dívida mais os subsídios da CEE+UE…
« quando mamede não vai à montanha, esta procura mamede »
depois dos meus 50 anos a trabalhar em vão nunca menis de 14 h/dia aconselho que se limitem a fazer turismo
Dito isso tudo, verifica-se que quando em Portugal a nossa direita com a ajuda da Troika tentou aplicar a sua receita foi um desastre completo.
A mesma direita que dizia que os portugueses vivem acima das suas possibilidades chora agora baba e ranho por os salários serem baixos. Isto depois de seguir políticas deliberadas para baixar os salários.
Quanto à maior parte dos nossos capitalistas está tudo dito. Veja-se a análise do presidente da CIP: os problemas da nossa economia são os salários estarem altos, existirem muitos impostos e o sistema judicial ser lento. Nem uma referência a investimento, a investigação e desenvolvimento de produtos, ou reorganização das empresas. Os nosso capitalistas viciaram-se em salários baixos. Quando as empresas se tornam obsoletas e menos lucrativas, têm duas soluções: pedir subsídios e/ou baixar salários e dizer que não dá mais. Viveram assim no tempo da Outra Senhora e o sonho molhado deles é continuarem assim para sempre com a ajuda da nossa direita liberal.
“(…) quando em Portugal a nossa direita com a ajuda da Troika tentou aplicar” o caderno de compromissos assinado pelo governo do Sócrates – era assim é que devia ter escrito, se o JO não andasse zangado com a verdade/realidade.
O jo deve começar por perguntar porque é que o Sistema de Ensino Publico não cria brilhantes capitalistas ao fim de mais de 40 anos.
Também porque é que a CGTP não tem uma escola para formar patrões capitalistas?
Ao invés defende as baldas dos alunos, as passagens administrativas dos meninos capitalistas que mal habituados depois vão gerir os meninos trabalhadores também mal habituados…
E claro as regras e taxas para depois impedir a criação de novas empresas…
“Eu, ao contrário de Paes, sempre vivi na economia que produz bens e não perdigotos,…”. Piramidal. 🙂
Essa questão de que o estado e os impostos são o vector para a falta de crescimento económico português, justificando a inépcia empresarial que caracteriza o burgo, é para adormecer boi. a/indicators les-countries-history/country-profiles/l ithuania_pt
Pois outros países que possuem melhores indicativos fiscais dão-nos conta que isso não é determinante. Existem vectores que determinam o aumento e/ou diminuição de impostos.
Para o efeito socorro-me de alguns dados recentes da lituânia, aqui:
https://pt.tradingeconomics.com/lithuani
https://european-union.europa.eu/princip
Verifique-se ainda a sua capacidade produtiva e de atrair investimento, e analisem-se as causas coes-da-lituania/ cias/afp/2022/01/05/taiwan-anuncia-inves timento-milionario-na-lituania-apos-bloq ueio-chines.htm
https://www.fazcomex.com.br/blog/importa
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noti
O liberalismo proposto em Portugal nada mais é que o reflexo de um estado platónico e catatónico dos que considerando-se empresários são são capazes de empreender. Pois é, a culpa pertence sempre a outros.
Não obstante, a esquerda só sabe falar de merdas e avanços civilizacionais que em nada contribui para o avanço e para a civilização. Também esta, platónica e catatónica, julga perceber um fenómeno sem que ela mesma se olhe como parte do fracasso, também.
Mas a burocracia complicada dos nossos serviços públicos, aliada à forma lenta como trabalham os noissos tribunais, afasta muito investimento estrangeiro, isso é verdade.
A burocracia é outro fait-diver que há muito se extrapola. Esta suposta burocracia é directamente proporcional aos mecanismos dilatórios que as empresas privadas usam para negar acesso a direitos que os consumidores e investidores possuem.
Assim, confunde-se uma matéria cultural, mafiosa e xico-espertice com burocracias.
O problema de Portugal traduz-se numa questão de decência, que é muito difícil fazer entender a quem passou a vida, e ainda continua, a estender a mão e a viver de migalhas e que agora se encontra em posição de (não) dirigir. Diz o ditado: “não sirvas a quem serviu e não peças a quem pediu”.
Esta questão é transversal. Por isto temos políticos e ditos empresários e gestores de merda e trabalhadores iguais a eles. Estão bem uns para os outros.
Ainda há poucos dias apareceu um suposto dirigente de uma qualquer organização empresarial a papaguear o mesmo discurso da redução do funcionalismo público. Que este é uma merda, sem dúvida. Porém o que esses não dizem é que a redução do funcionalismo público está aí para ver se aumentam os seus rendimentos. Eles pretendem “optimizar” o seu pecúlio à conta de misérias em outros, isto é: o sistema empresarial privado só vê soluções de crescimento em políticas de terra queimada que lhes permita sobreviver. Não obstante, eu gostaria de ver como sobreviveria a economia com estas estupidas propostas no contexto.
Pelo que nos diz o Vento, “temos políticos e ditos empresários e gestores de merda e trabalhadores iguais a eles” e que, por isso, “estão bem uns para os outros”.
Percebe-se que, no entender do Vento e no que depender dele, estamos condenados a viver com isso, ou seja, não podemos sair da cepa-torta.
Por mim, acho que isso não é uma fatalidade e que bem podemos sonhar com uma sociedade diferente, para melhor. Pode ser que isso não passe pela redução do número de funcionários públicos, mas que passa pela melhoriageneralizada das suas qualificações, por alterações das carreiras, pela promoção dos mais competentes, pelo castigo/dispensa dos desonestos, pela melhoria da selecção dos quadros, reduzindo as colocações pela cunha ou pela cor dos candidatos, simplificando a vida das empresas e dos cidadãos o mais possível, melhorando muito os serviços com funções de regulação e controle, etc., etc., enfim, por transformar os nossos serviços públicos que se mostrem obsuletos, em serviços modernos e eficazes. Defender este estado de coisas é que não. Os nossos filhos e netos merecem melhor.
Se não estivéssemos condenados a viver com isso não estaríamos preocupados com os nossos filhos e netos. Porém esta de “nossos filhos e netos”, termo muito usado no período da troika, parece-me que se adaptava mais aos filhos dos que tal expressão proferiam que propriamente aos nossos filhos e netos.
Se estivéssemos a pensar na promoção dos competentes despediríamos todos. Por outro lado, as melhorias de qualificações em Portugal são muito limitadas, pois ou passam por enviar os filhos para as universidades ou atirar dinheiro para cima dos centros de emprego porque precisa-se de justificar o gasto do abono que se recebe da UE. E tudo fica na mesma.
Os nossos serviços púbicos já estão eficazes e modernizados: já existem géneros e lgbtismos e outras coisas mais. E o António Costa não teria sido eleito se não fosse um servidor publico modernaço. O homem até vai ao programa da Cristina de avental.
“Se estivéssemos a pensar na promoção dos competentes despediríamos todos”. O Vento vem agora desconversar.
Saiba que tudo é relativo, meu amigo, mas que devemos lutar para evitar que os nossos dirigentes da administração pública acabem, como acontece hoje em elevado número, por atingir o seu nível de incompetência, o chamado Princípio de Peter.
E quando falo em qualificações e competências, não estou só a falar de competências académicas, importantes mas insuficientes, mas em competência para o desempenho das diversas funções, a todos os níveis: aplicação, produtividade, assiduidade, lealdade, capacidade de trabalhar em equipa, etc., etc., acabando com as progressões apenas dependentes do decorrer do tempo. Escolher os melhores é difícil, mas evitar a escolha dos piores é fácil. Nem sei classificar quem discorda disto.
Tiro, em não pretendo levar o desapontamento. Acontece que em Portugal vive-se a realidade de quem busca uma solução para a sua condição através da leitura do que esconde a pirâmide invertida. Os segredos da sociedade não se revelam em métodos cabalísticos mas através de realidades objectivas e concretas.
Por natureza somos medíocres, direi mesmo maus, e detestamos quem se afasta deste padrão. Após o 25 de Abril o único sistema de promoção social que se buscou foi o do medíocre diploma universitário, pensando-se que o papelito funcionaria como a lâmpada de Aladino. Na realidade, empobrecendo a sociedade, assim aconteceu. Porém esquecendo que quando se esfregava a mão e o coração no papelito não se tinha consciência do que se pedia, e colheu-se o que não se quer. Portanto, toma cuidado com os desejos porque colherás como queres.
Criou-se ainda o dogma de que deveria trabalhar-se muito para se colher ainda mais. E sempre se trabalhou e trabalha muito e mal. Esquecendo que trabalhando bem deve trabalhar-se pouco. Assim, o conceito de produtividade retirou lugar à empregabilidade, porque ao exigir muito trabalho com mau resultado impedia-se que mais trabalhando pouco o fizessem melhor.
Associado a isto o conceito de liderança é uma tramóia, porque líder é o que serve e faz. E as lideranças nunca aí estiveram para servir e para fazer por isso. Quando fui director de uma companhia de comércio internacional em que meus subalternos contestavam decisões minhas – entenda-se de serviço – que entendiam erradas, eu deixava-os aplicar seus juízos. E depois de eles caírem ia lá e levantava-os. Continuava a programar a vida empresarial sempre com uma margem de “prejuízo” atribuível ao erro experimental que desejava eles experienciassem, pois também se aprende errando. E só assim foi possível construir uma relação de confiança e, mais ainda, de os formar no discernimento e na autonomia. Proporcionando-lhes a oportunidade de perceber que existem limites em cada um que só são superados pela associação dos demais. Portanto a historieta de se trabalhar em equipe e de se vestirem camisolas é para adormecer boi e dar espaço a quem deseja ruminar sobre si mesmo. Cada um per se tem de se formar como equipe única, no contexto do respeito pela individualidade, e integrar-se com esse único equipamento como complemento dos demais. Portanto, não existem uniformizações porque as pessoas não são máquinas nem ferramentas. Elas também têm humores e sensibilidades, mas, acima de tudo, motivações e carismas pessoais, únicos. u não posso pretender que os braços sejam como as pernas nem que os olhos sejam como a cabeça ou a cabeça como os pés. Porém, todos diferentes, cumprem a função integral e única do corpo.
Dou-lhe este exemplo não para enaltecer o que escreve o comentário mas para partilhar uma experiência única, que resultou e deu frutos.
O que enuncia em seu comentário está errado. E é uma formulação que oferece a desmotivação e a acomodação.
O Vento,escreveu que “líder é o que serve e faz”, mas permita-me que o corrija, “líder é o que serve e faz fazer”.
Mas não se incomode mais. O que escrevi é fruto das minhas experiências de comando, durante bastantes anos, experiências que, aos meus olhos e aos olhos dos meus companheiros, foram positivas, quer em termos humanos – em relação a mim e aos outros – quer em termos de resultados para as instituições que servi.
Todavia, o Vento veio agora dizer-me que eu estou errado e que a sua experiência também “resultou e deu frutos”.
Fiquemos então por aqui, cada um na sua, que ficamos bem.
Bom Domingo para si!
Se me permite, eu é que decido se devo ficar por aqui. E inicio com esta resposta exactamente para lhe fazer compreender a diferença entre comando e mando. O Tiro pode ter mandado fazer. Eu nunca precisei disso porque parto do pressuposto que quem recebe um salário sabe que está lá para fazer. Logo, qualquer que seja a ocupação ou o posto que se tenha encontra-se implícito um mandato prévio, e de fazer. A diferença na execução desse mandato e da coordenação é que pode ser discutida. No plano militar as coisas são difíceis de mudar na medida em que qualquer que seja o posto as pessoas em regra já estão habituadas a ser mandadas. Não se pode esperar coisa diferente quando assim ocorre. Porém admito que tudo corra bem em termos humanos, pela habituação.
Votos de um bom fim-de-semana. Eu fico por aqui. Se pretender continuar, é livre.
Ah! Então deve ser por causa do crescimento económico que os empresários das estufas em Odemira empregam trabalhadores de Leste. E deve resultar, cada vez há mais estufas.
E as estufas mais na berra até usam abelhas estrangeiras.
Não são estufas são túneis.
“Portugal tem de crescer”, até grande parte da população citadina não percebe o que isto quer dizer.
Os pouco conhecedores dizem o não sei quê do PIB, rendimento per capita e desenvolvimento do País (saúde, educação, habitação). Os conhecedores dumas contas dizem que mais uma parecida com auto-europa cresceria o PIB e prontus.
Mas, a história do eleitoralismo “não estamos a crescer” é enganar as pessoas que fazem ideia que logo a partir de 30 de Janeiro, ou melhor dizendo no dia 1 de Fevereiro passam a ter melhor salário, melhor pensão, fim das listas de espera nos hospitais, gasolina mais barata, bens de primeira necessidade sem necessidade e prontus.
Quem tem estas ideias “liberais” são uns tantos bem na vida, que nem aqueles maoistas da Faculdade de Direito dos anos de 1970 e tal.
Para Portugal crescer, não vote, quanto mais vota, é cúmplice da falta de reformas, é cúmplice do empobrecimento de um Povo que vive de mão estendida ao sabor do vento dos partidos, dos políticos, que nós roubam cada vez mais.
Vamos mudar de sistema da republica para a Monarquia, com a eliminação dos partidos, dos senhores advogados que fazem as leis para os Portugueses pagarem, a eliminação desta classe politica, que abrem cada vez mais o buraco da divida que já vai nos 750 mil milhões de euros, continuem a votar.
Quando ninguém nós emprestar dinheiro, eu quero vos ver, para onde todos vocês vão.
Monarquia e bancarrota era o que estava a dar.
E o rei o à caça e os súbditos descalços, remendados e ranhosos.
E o país mais atrasado na Europa earredores.
Se faz favor prove que o Rei fazia isso que diz, sabia que neste fórum temos individualidades que apoiam um tonto a duque em Portugal, mas essa gente tem origem da Turquia.
Mas voltando à questão primordial, o Rei vai eliminar as gorduras do Estado, o povo vai pagar 1/8 por ano.
Na vossa Republica, o que é adoram pagar ? IRS, IRC, RAMA, IVA, pagamento por conta, e IMI, imposto de selo e mais alguns trocos para pagar as TAP, a CP e andamos nisto.
Mas como o povo é soberano a abstenção sobe a olhos vistos, eu vou ter tudo de volta às minhas mãos, a Católica não os quero cá, sindicados idem aspas, mentirosos de contar histórias prisão, aqueles que roubaram durante a republica como seus representantes, vão ter que provar que foram sérios.
O Rei tem sobrenome, o meu 10 avô paterno Joannem IV, o meu 9 avô paterno Petrus II, o meu 8 avô paterno Joannem V, 7 avô paterno Jorge Mello….
E trago em latim o meu sobrenome, tudo vem parar às mãos.
Rei
Não precisamos de crescer, precisamos de acabar com os offshores e de uma Europa mais solidária. O resto vem por acréscimo.
Não quero pôr em causa (até por solidariedade blogal) a pertinência da análise textual aqui feita. Mas muito lamento a sua incompletude, ao não ter sido abordado o que julgo ser fundamental no texto em causa, e que exigiria uma atenção mais detalhada. Refiro-me ao “As economias não crescem sempre ao mesmo ritmo – há momentos em que aceleram, outros em que abrandam.”. Penso que esta inovação teórica deveria ser escalpelizada por quem possa e saiba…
O moço é um poço, uma pessoa perde-se nas profundidades do pensamento e, como o ambiente é escuro, um ou outro aspecto passa despercebido.
As palavras dos Poetas não enchem a barriga, quando meu primo D. Pedro V tomou a decisão de colocar gente a governar nos, gente de poetas levaram Portugal a sua primeira dívida de 50% que tivemos que pedir à Inglaterra dinheiro para nós Portugueses não passarmos fome.
Com as guerras liberais, a guerra de Napoleão, as guerras com o outro bastardo de João IV com ADN R-Z381* com origem da Turquia, bastardos de sangue, como o outro irmão deste Miguel de Bourbon, ambos com o mesmo ADN.
O João VI tinha outro ADN paterno Rb1 U152 L2, é tão diferente.
Voltando à vaca fria, todos vocês vivem de ilusões, continuem, como se equiparados a países subdesenvolvidos é uma afronta ao ponto se chegou, tantos poetas que temos.
A verdade sempre acima de tudo, tudo vem me parar às mãos.
Rei
Sim, o texto (até onde cheguei) é um labirinto de sageza
O crescimento eterno é uma falácia matemática (assumindo que a economia tem alguma base matemática)
O crescimento é uma falácia, é.
Os ditos governantes nem se governam a eles próprios e vão governar com o dinheiro de todos nós ? Realmente aonde estamos ?
Os que trabalham, produzem e exportam, estes políticos vivem como parasitas dos Portugueses, vivem como se fossem “carraças” e eu não preciso de ter ninguém para me representar, nem de ninguém para guardar o meu rendimento, tratam nos como crianças e se continuar mos com esta treta de eleições, de cidadania que não levam a lado nenhum.
O Povo é soberano, se o povo quiser voltar à Monarquia, pode e deixar de votar, porque quanto mais votamos, os impostos aumentam, o voto é uma fonte de rendimento para os partidos em subvenções, lembram se com certeza dos submarinos de sucata que compraram à Alemanha, tanto dinheiro deitado fora, eu não me esqueci destes casos, não.
Eu quando falo de Pedro V como meu primo, é que este, teve o seu pai da Bélgica e dentro desta casa tenho o meu sobrenome, e não preciso de Inventar nada, nem de Usurpar nada, nem de Inventar histórias inexistentes e todos esses historiadores em Portugal, eu quero vê los presos.
Archiducis Alberti Pj Felgarum Principit. Antvertypis Plantin. 1622.4.; Bergue S.J^immoch, Felgarum & Belgicâ
D. 0. M. Alberto VII Austriaco. Maximiliani II imp. F. Ferdinandi, nep. Archiduci. Austriæ. Burgundion. et. Felgar, nobiliss. Principi Piissimo. ac. fortisse. fundatori. pacis. Ob. Lusitaniam. prudentia. sua. dum, novandis. Rebus. studeret. in, fide. conservatum, Templum. Jani, in. Belgio, ad. xn. an. clusum. Bohemiam. Silesiam. Moraviam. ductu. ejus. el. auspiciis. in. potes, imperi. Rom. redactas, S.P.Q. Val. seren. pietatiq. E. D
Rei
Deloitte de opinião. E até aposto que é V. Exa. católico-apostólico-romano!
RP
Foi Católico praticante, porque não sabia da verdade, não sabia da existência da verdade, nem tudo o que nos ensinam nos livros é a verdade, nem tudo. A minha curiosidade levou me a procurar por toda a verdade. Viemos de Limburg e não da Bourgonha e provo tudo.
E quando ia à missa, ficava sempre cá atras e não me sentava, ficava de pé, achei estranho aquele meu comportamento, e tinha uma admiração pela Cultura Judaica e não entendia, como meus familiares que estudaram para seminário para alguns serem padres, e não entendia esta revolta contra a Igreja Católica Romana e Apostólica. Esta revolta aconteceu em várias gerações com a casa Schomberg da familia dos Velgarum ou Felgarum
Familiæ Velgensis insignem memoriam exhibet prægrandis lapis muro sacristiæ, quæ ab eorum sepultura dicitur capella Velgarum, appositus, in eoque excisa imago Equitis loricati suppositam capiti galeam habentis et scutum sustentantis femore, illique inscriptum anno Domini 1325 16 Calendas Januarii obiit Joannes de Tudingen dictus Velga. Item calix argenteus deauratus, et magna monstrantia argentea facta 1476. ; D. Eberhrdus Vernardus Comes de Kiburg, et Anna ejus uxor, Ducissa de Zäringen hoc monasterium Fratribus Minoribus una cum ecclesia ædificârunt ac fundârunt. (Litteræ fundationis asservantur in Archivio cancellariæ et curia Friburgi.) Historici variant nomen Comitis Eberhardi, alii vocant Vernardum, alii Vernherum, alii Eberhardum; sed lis est tantùm de nomine. 1237.
Sic Albertus Archidux Velgarum legacionis illujat ; five ex parte milli, fi is vilis Princeps ad Galliz & Angliæ Reges, v1505
Comecei a procurar registos em Latim de meu sobrenome, desde Lothorangia, Áustria, Bélgica, Inglaterra, Espanha e Portugal com o meu sobrenome e encontro reinados Judaicos desde o seu princípio do ano 400 quando nasceu o meu sobrenome Felgar ou Belgar ou Velgar ou Welgar
Thoringorum, ideft non longé à Rheno Thoringorum & Felgarum termino conftitutum; his Antverpiæ permissum, nec ultra, redire ad fuos ritus , dum commune Belgarum fàcramentum pro novo imperio dicerent. Omnia publice gaudii figna, & ipfe non abfurdus vultu comitatem, fermione Felgarum gratiam præferre: fed nobilium qui fupererant tacite indi: gnabantur, refpicere coaéti in Burgundionum folio principem gentis diu inimicæ : mutatum fcilicet dominum, ut pj,illi Belgis
EVANGELIVM SECVNDVM MATTHAE V M IN LINGVA HEBRAICA, cum uersione latina atqz fuccinctis annotationibus Sebastiani Munsteri. הִנֵּה לָכֶם הַמְשִׁיחַיִים וְהַיְהוּדיים תּוֹרַת הָאֱלֹהִים חֲרָשָׁה וּקְדוֹשָׁה וּתְמִימָה הַנְבְתָּבָה עַל יְדֵי מַתִּי הַמְבַשָׂר בִּלְשוֹן הַקוֹדֶשׁ עַל לִימוד ועל חיים שֶׁל אֲדֹנֵינוּ יֵשׁוּעַ הַמָּשִׁיחַ עִם עֲתָקָר בִּלְשׁון רומיים וְעִם לֶצֶר הַבִּירוּשִׁים Adinuictisfimum Angliæ REGE M epistola Sebast. Munsteri, opus antiquum fed iam recens ex officina Henrici Petritypis euulgatum. BASILE AE A NNO RESTITV T AE SALVTIS M, D. XXXVII. MENSE MARTIO INVICTISSIMO AN GLI AE REGI, DOMINO HIBERN I AE, VV ALLT AË, & Cornubix principi, catholicæ fidei defensori, HENRICO cius nomini
Quando procuro por dezenas e dezenas de livros Germania, Austríacos e Portugueses com Reis Judeus até 1750 com o falecimento nesse ano de João V que se chamava João Vimarae e esta casa Vimarae reis de Castela, que deram também o nome de Vimara ou Vimaranos
exfamilia Vimarae,cuius nomcnlitcris proditum nó inueni.Hica Veremundo Rege propter ecclcra fua vinculis traditus eft.Hæc omnia exhiftoria Compoftellana. 965. Ranimirus morbo corrcptus obiit Legionc, conditufquc cft in monafterio Deftria| nae,cuius iam mentiofa&a eft:dcccffit vero fine libcris.Proinde regni fucceffioad Verenundum Ordoniitertii filiurn lege rediit,qui rcgnauitannis feptemdecim. Interea Alcoraxis Rex Hifpalcnfis Portugalliam
Aqui não vou colocar toda a informação. As ordens Beneditas, Dominicanas, Frades Menores, Franciscanos, Seraficas, Observância e outras tem origem da casa de David.
Benedictum quod venit regnum patris nofiri David: cujus scilicet restauratio per Melliam futura, & tam diu exspectata , am tandem venit. Vnde quod hic addit Matth. Benedictus qui venit &c. Lucas cxprimit, Benedi&tus qui venit Rex, est enim repetitio Hebræis familiaris.
Rei
O meu Deus é Jesus Nazarenus, rei dos Judeus e irei expulsar a Igreja Católica Romana e Apostólica de Portugal y Espanha, porque antes de 16 de Maio de 1703, Portugal é dono da casa de Espanha por ordem da família Austríaca com acordos firmados. Portanto Espanha é província de Portugal, vocês ai em Lisboa é a vossa capital e o resto é província, na Monarquia a capital muda novamente para Coimbra, existiu em Portugal desde Afonso Henriques até 1777 com D. José I.
JESUS NAZARENUS REX JUDÆORUM Joanc. & REGI SÆCULORUM IMMORTALI 1. ad Tim. I. v. 17. FILIUS ÆTERNUS PATRI ÆTERNO Factus obediens ufque ad mortem, ad Philipp.2.v.7. Pro generis Humani Salute, per ignominiam Crucis Exal tatus, acerbissimos inter dolores Amore Triumphans. Cùm dilexisset suos – in finem dilexit eos. Joan. 13. V.1. Ego, fi exaltátus fiero, omnia traham ad me ipfum Joan, 12. V.23. DD. Sodalium AlmæCongregationis Latinæ Majoris Beatissimæ Virginis Mariæ ab Arch-Angelo falutatæ, per consvetas in Dominicis Quadragesimæ de Paffione Domini adhor tationes propofitus Sub horam quartam pomeridianam , in Odeo Mariano Academici Collegii Societatis JESU Wratislaviæ Anno MDCCXXIX.
1703 Maio 16 FOEDUS OFFENSIVUM ET DEFENSIVUM INTER LEOPOLDUM IMPERATOREM ROMANORUM, ANNAM REGINAM ANGLIÆ ET ORDINES GENERALES FOEDERATI BELGII AB UNA; ET PETRUM II REGEM LUSITANIÆ AB ALTERA PARTE INITUM, LIBERTATIS HISPANIARUM ASSERENDÆ, COMMUNISQUE PERICULI TOTIUS EUROPE AVERTENDI, ATQUE JURA AUGUSTISSIMÆ DOMUS AUSTRIÆ IN MONARCHIAM HISPANICAM VINDICANDI. OLISSIPONE 16 MAII 1703.
E os atuais reis em Espanha, borbones são traidores à Espanha, tem sangue e origem da Turquia e não os aceito. É como em Portugal esta Católica continua apoiar gente turca desde 1522 até hoje, são os seus filhos de Sultão Solimanus e este era irmão ao Santo Padre Adrinanus VI, vejam bem o que descobri e em latim.
Hoje sou cristão e cristão é ser Judeu
Rei
Rei, chega de delírios. Costumo aprovar tudo, salvo insultos gratuitos, mas a caixa de comentários não é o lugar indicado para ininteligíveis prédicas sobre fantasias. De modo que este foi o último.