Sim o museu Hergé atiça o fogo, está a dizer a todas as crianças que a violência funciona e dá resultado. Dentro das escolas como cá fora quando crescerem.
“«Lapidada» é uma peça de teatro que conta a história de uma rapariga holandesa que casa com um muçulmano e vai viver para o Iémen. «Lapidada» ia estar três meses em cena. Agora está três dias. Vai ser representada muito discretamente no Festival de Avignon.”
Aguardemos as “explicações” e “compreensões” de Vento, JPT e outros dhimmis.
Essa também passará por cá. Se quisesse e pudesse, haveria um exemplo destes todos os dias. Tal como há uma sugestão de livros diária. Isto diz-nos muito – quase tudo – sobre o rumo actual da Europa e o futuro deste continente, a que não por acaso chamamos velho.
Estes miseraveis nem merecem viver na sociedade que também é o paraíso de liberdade graças a pessoas como o Charlie e a sua por vezes exagerada forma de humor, sofrendo as consequencias-fecho jornal, mas nunca baixando os braços
Um novo totalitarismo está em marcha. É um totalitarismo messiânico, que não se contenta com o domínio físico e espiritual de uma parcela do globo. Quer expandir-se em todas as direcções e usa o assassínio como argumento político. Há que começar a fazer-lhe frente aqui mesmo, na retaguarda.
Sim o museu Hergé atiça o fogo, está a dizer a todas as crianças que a violência funciona e dá resultado.
Dentro das escolas como cá fora quando crescerem.
Depois não se admirem.
De facto, não somos todos Charlie. Arrisco dizer: a esmagadora maioria não é Charlie.
http://blasfemias.net/2015/01/23/ontem-n ao-se-podia-representar-o-profeta-agora-n ao-se-pode-representar-a-lapidacao/
“«Lapidada» é uma peça de teatro que conta a história de uma rapariga holandesa que casa com um muçulmano e vai viver para o Iémen. «Lapidada» ia estar três meses em cena. Agora está três dias. Vai ser representada muito discretamente no Festival de Avignon.”
Aguardemos as “explicações” e “compreensões” de Vento, JPT e outros dhimmis.
Essa também passará por cá. Se quisesse e pudesse, haveria um exemplo destes todos os dias. Tal como há uma sugestão de livros diária.
Isto diz-nos muito – quase tudo – sobre o rumo actual da Europa e o futuro deste continente, a que não por acaso chamamos velho.
Estes miseraveis nem merecem viver na sociedade que também é o paraíso de liberdade graças a pessoas como o Charlie e a sua por vezes exagerada forma de humor, sofrendo as consequencias-fecho jornal, mas nunca baixando os braços
Um novo totalitarismo está em marcha. É um totalitarismo messiânico, que não se contenta com o domínio físico e espiritual de uma parcela do globo. Quer expandir-se em todas as direcções e usa o assassínio como argumento político.
Há que começar a fazer-lhe frente aqui mesmo, na retaguarda.