A mim falaram-me num Bancarrota de 2011 (casta Malavazia), mas é bem capaz de ter sido esse que refere. Responder
Uma das maiores nulidades da “nossa democracia”, alguém que nunca ultrapassa a barreira do mais básico, desinteressante, videirinho, ainda por cima com um ar sopeiral absolutamente chapado. Responder
Explique-me lá a relevância desse jantar.
É apenas um fait d´hiver que só tem relevância para o Automne José Seguro.
Vá lá, vá lá que não apanharam com uma vichysoise…
Ai estes traumas!
E para a sobremesa Profiteroles au Pinóquio, certamente.
Offshore, digo, of course.
Entendi bem: rato (vole)?
O amigo é um poliglota.
Que ratazanas!
Yep.
Tudo bem regadinho com o famoso vin de Bordeaux, Licencié au Dimanche.
A mim falaram-me num Bancarrota de 2011 (casta Malavazia), mas é bem capaz de ter sido esse que refere.
Uma das maiores nulidades da “nossa democracia”, alguém que nunca ultrapassa a barreira do mais básico, desinteressante, videirinho, ainda por cima com um ar sopeiral absolutamente chapado.
Basicamente isso, sim.