
Era conveniente que houvesse uma discussão, nem que fosse pequena, sobre o contexto das eleições legislativas. Estão a chegar más notícias económicas, com exportações em queda e taxas de juro elevadas. As contas certas são para o povo e este não tem dinheiro para pagar as dívidas, a casa, a educação e a comida. Muitas empresas nacionais não vão aguentar a quebra no consumo, o País continua endividado e a esquerda está numa bolha a falar em fantasias. A inflação abrandou e os preços da energia baixaram, mas este último efeito será temporário, pois há uma crise no Médio Oriente e não se pode excluir a possibilidade de outro choque petrolífero. Atravessamos uma época complexa, de transição energética, viragem tecnológica, fragilidade europeia e mudança radical na ordem internacional. O que têm os partidos a dizer sobre as divisões europeias em torno das políticas de imigração, dos projectos federalistas ou das fontes de energia? Infelizmente, na campanha serão apenas discutidos assuntos da espuma e serão feitas promessas irrelevantes. Portugal é um país envelhecido, que gasta 11% do PIB em pensões. Educação, defesa, saúde, justiça, todos estes sectores estão sem recursos. Não será fácil baixar impostos ou fazer reformas que estimulem o crescimento. As indústrias não se fixam e a realidade não dá votos.
imagem, IA, Bing Image Creator

O Regime é populista e escolheu ser um permanente adolescente com a entrada na CEE.
É um pais desenhado pelos reformados quando estavam no activo. Com cada vez menos crianças e mais esperança de vida esse poder sai reforçado logo vão ter ainda mais poder de voto, como é insustentável, vai colapsar seja pela imigração seja porque as contas serão insustentáveis. Claro que poderia ser um país para jovens, mas os pais quiseram tão bem aos filhos que lhes tornaram a vida infernal, tornaram-nos demasiados caros e por isso raros.
Coisas como uma absurda quantidade de tempo de vida passado no “ensino” por exemplo.
Na Europa há problemas mais urgentes, dentro de 10 anos é provável que existam partidos Islâmicos na Europa central . O jornalismo do centro extremista – Do Expresso ao Le Monde, da La Repubblica ao The Economist que nos trouxe basicamente a destruição da Europa vai cada vez mais parecer a pregar no deserto. A mundança cultural na Europa Central por oposto às períferias será um factor de divisão e a cisão é possível.
Digam boas vindas ao Líbano no Sena e no Thames.
Mas a única certeza é que cérebro dos europeus vai mudar muito na próxima década.
É um pais desenhado pelos reformados quando estavam no activo. Com cada vez menos crianças e mais esperança de vida esse poder sai reforçado logo vão ter ainda mais poder de voto, como é insustentável, vai colapsar seja pela imigração seja porque as contas serão insustentáveis. Claro que poderia ser um país para jovens, mas os pais quiseram tão bem aos filhos que lhes tornaram a vida infernal, tornaram-nos demasiados caros e por isso raros.
Coisas como uma absurda quantidade de tempo de vida passado no “ensino” por exemplo.
Exatamente. Tudo isto muito bem escrito.
Quanto ao restante, sobre os pretensos males da imigração e etc, evidentemente que estou em total desacordo.
“…Na Europa há problemas mais urgentes, dentro de 10 anos é provável que existam partidos Islâmicos na Europa central ….”. Essa é a discussão que a Europa, e Portugal, deveriam atempadamente ter realizado.
Demografia islâmica -tipo Gaza 4 crianças por mulher numa sociedade improdutiva- não é solução, é o problema que vai formatar esta pobre e muito mal governada Europa.
Como se o islão fosse miscível!. Infantilidade no poder.
Agora é tarde e a más horas.
Demografia islâmica -tipo Gaza 4 crianças por mulher numa sociedade improdutiva
Isso não é demografia islâmica. Os judeus ortodoxos em Israel fazem exatamente o mesmo – têm uma dúzia de filhos e vivem improdutivamente.
Quando se subsidia um povo, naturalmente que ele tem mais filhos. Isso nada tem de islâmico. É puramente racional.
«o último apague a luz» … se ainda houver
Vai ser o balio a apagar a luz. Eles acredita nos abdulás e nos muamedes. Provavelmente está a planear converter-se. Afinal eles são uns gajos porreiros e também não gostam muito de mulheres. E depois, finalmente, o fim do mundo: volta tudo a andar de camelo com uns trapos na cabeça e voltamos ao tempo das bíblias. Algures num palheiro, nasce um réprobo numa família de gente comum e trabalhadora que se organiza contra os filisteus e o seu Deus ditador. É o embrião do PSD, novamente. Nietzsche 1 — História 0.
Na Europa Central, Albânia, Bulgária, República Checa, Hungria, Polónia, Roménia e Eslováquia, só a Albânia tem população muçulmana desde o tempo do Império Otomano, os outros países até têm governação contra a entrada de imigrantes muçulmanos.
A mudança cultural blá blá blá, o lucklucky não sabe o que diz.
“mas os pais quiseram tão bem aos filhos que lhes tornaram a vida infernal, tornaram-nos demasiados caros e por isso raros.”
foi o estado que tornou os filhos caros, não os pais. várias imposições , como a escolaridade obrigatória ou o impedimento de até aos 16 anos não poderem contribuir para o orçamento familiar nem sequer trabalhando numa empresa da família ; e algumas “sugestões” como ” pai que se preze tem um filho doutor” .
o contexto das eleições legislativas
É culpa é de Marcelo, que não tinha nada que ter dissolvido a Assembleia da República.
No nosso sistema constitucional, a existência de um Presidente da República com a faculdade de, a seu bel-prazer, dissolver a Assembleia da República constitui um sério problema. Já por três vezes Presidentes da República (Mário Soares, Jorge Sampaio, e Marcelo Rebelo de Sousa) dissolveram Assembleias que dispunham de maiorias estáveis para formar governo. O Presidente da Repúblic constitui um efetivo e perigoso fator de instabilidade da nossa governação.
Ou de como se deveriam discutir os modos de o país produzir riqueza e depender o mínimo possível de outros países.
Mas os socialistas e o populacho não querem isso, preferem gastar o dinheiro dos outros … enquanto esses derem.
E boa parte dos jornalistas cá estão para dar eco a essa ‘mirífica’ ideia e práticas.
Partidocracia. Os votos são a única preocupação dos partidos. O País, esse, é óbviamente causa secundária.
Só dois partidos têm possibilidade de convencer o tão necessário 1/4 de um eleitorado entre temerosos dependentes e mais ou menos bem acomodados.
Ausentes ou inexistentes, a outra metade, a ala dita absentista, não se explica escamoteando os militantemente desenganados ou simplesmente indiferentes.
Por fim um partido (ou uma dúbia coligação pós-eleitoral) ganha. Ganha sim, ganha uma acomodade e feliz maioria na AR e o poder de gerir sua “causa pública”. Partidocracia no seu melhor.
Se o PSD ganhar as eleições com maioria relativa, ou governará com o Chega, ou não governará de todo…
https://sol.sapo.pt/2023/12/02/o-psd-es ta-encurralado/
E isto porquê? Porque o Psd teima em não falar abertamente nas questões legitimas que também dão bastantes votos(que o Chega recebe pois tem como causas essas questões) como a imigraçao, a segurança etc.
Migrantes irregulares à deriva em terra
Veremos como irá a Comissão Europeia encontrar a métrica para avaliar quem são os migrantes irregulares com “potencial risco” e depois se sabe a Europa onde encontrá-los.
28 out. 2023, 00:10 no Observador
O homicídio cometido, na Bélgica, por um migrante de nacionalidade tunisina que se encontrava em Bruxelas em situação irregular fez direcionar os holofotes para as políticas de segurança interna e de controlo dos migrantes irregulares na Europa.
Abdesalem L., de 45 anos, residia em Schaerbeek. Em 2019 requereu asilo mas o pedido foi recusado em menos de um ano, permanecendo em situação irregular na Bélgica. Era conhecido das autoridades belgas por “tráfico de seres humanos, residência irregular e atentado à segurança do Estado”, indicou o ministro da Justiça, Vincent Van Quickenborne.
Em 2015, Abdesalem L. havia permanecido em território português, tendo sido detido pelas autoridades policiais e presente a Tribunal por se encontrar irregular. Na altura, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) tomou a decisão de detenção e expulsão do território nacional, mas o juiz da comarca de Pinhel, na Guarda, decretou-lhe a medida de coação de Termo de Identidade e Residência (TIR) e apresentações semanais, decisão que deu tempo a Abdesalem L. para escapar do controlo judicial. Quando foi detetado em Portugal, os inspetores do SEF perceberam que migrante tinha uma ordem de proibição de entrada na Suécia, emitida em fevereiro de 2013 e válida até janeiro de 2016. Não sabemos mais da história de Abdesalem L. qual foi o ano em que saiu da Tunísia, quando entrou na Europa, quantas vezes pediu asilo, quantas lhe foi negado e há quanto tempo vivia à deriva em território europeu.
Sabemos que os movimentos secundários de migrantes que têm o seu pedido de asilo rejeitado ou que entraram na Europa clandestinamente sem hipóteses de se regularizar são uma realidade que os governos, na generalidade, não querem colocar nas suas agendas políticas como uma prioridade. Os Estados-membros europeus ainda menos sabem quantos migrantes irregulares estão nos seus territórios, ou seja, não fazem qualquer ideia da dimensão do problema.
O que sabemos então? Sabemos que:
No ano de 2023, até setembro, já tinham entrado irregularmente na Europa 194 269 migrantes. ntes-irregulares-a-deriva-em-terra/
Em 2022, segundo o Eurostat, 1,08 milhões de pessoas foram detetadas em situação ilegal na UE, mais 59% do que no ano anterior.
No ano de 2022 foram apresentados 956 665 pedidos de asilo, o número inclui tanto os pedidos de asilo apresentados pela primeira vez como os pedidos subsequentes, um crescimento de 31% face ao ano de 2019 (ano pré-pandémico). A taxa de rejeição de pedidos de asilo na Europa quase dobrou em três anos, passando de 37% em 2016 para 64% em 2019. Em 2022 a taxa de rejeição foi de 51%, para as decisões de primeira instância.
No final de 2022, quase 899 mil pedidos de asilo aguardavam uma decisão nos países da UE, um aumento de quase um quinto em comparação com o ano anterior.
https://observador.pt/opiniao/migra
Últimos 21 anos de 28 em socialismo e com uma bancarrota dos ditos cujos pelo meio, 40 % da população em pobreza ou risco de pobreza sem apoios sociais, a Saúde de rastos, a Educação, Justiça, Habitação idem, a maior carga fiscal de sempre, corrupção generalizada nas instituições tomadas de assalto pelo socialismo das clientelas que já nem disfarçam, nepotismo, incompetência criminosa, ultraoassados pelas Roménias desta vida no PIB per capita parece que não inconoda este povo, a julgar pelas sondagens.
Um país irreformável, que gosta de ser “poucochinho”, subsídio-dependente, preguiçoso, apático e conformado é o caldo social perfeito para o socialismo se perpetuar no poder, distribuindo migalhas e amarrando a sociedade cada vez mais a um Estado ineficiente, despótico e ingovernável.
Temos enquanto povo aquilonque merecemos porque não exigimos mais. A mediocridade chega-nos. Por isso vivemos permanentemente com o socialismo no poder.
só ouço falar de distribuição, nem uma única palavra sobre criação de riqueza
não deixam explorar o lítio.
O lítio em Portugal foi chão que deu uvas. O preço na China, aonde a exploração é baratíssima, sofreu uma queda de valor = a 80% !! num ano.
Os clientes nos EUA simplesmente deixaram de comprar Veículos Elétricos.
Os construtores desistem do VE no meio de perdas de capital fabulosas e com os parque dos vendedores cheios e “monos”.
Não é de acreditar que o projecto de exploração, por cá, vá muito longe
Se o PSD ganhar as eleições com maioria relativa, ou governará com o Chega, ou não governará de todo…
https://sol.sapo.pt/2023/12/02/o-psd-es ta-encurralado/