Estou estupefacto com a demissão do presidente do grupo Águas de Portugal, Pedro Serra de seu nome. Será que já ninguém dá valor ao velho princípio segundo o qual o comandante deve ser o último a abandonar o barco?
Com este abandono e com a ideia de que o grupo fica à deriva, sou assaltado por uma dúvida: terá ele cumprido a obrigação de que foi incumbido há um ano, no sentido de informar o Governo sobre umas mordomiasitas que caíram mal na praça pública, conforme o DELITO DE OPINIÃO registou aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui? Era sobre uma frota de 400 luxuosos automóveis de alta cilindrada, lembram-se? Esta dúvida não me larga.

