Presidente autorizado a governar por decreto durante 12 meses. / 295 horas de aparições presidenciais na televisão só num semestre: em média, mais de hora e meia por dia. / Deputada da oposição vê revogado o mandato popular que recebeu das urnas. / Presidente da câmara de San Cristóbal, capital estadual e a sétima maior cidade do país, destituído e detido por recusar reprimir manifestantes. / Outro autarca eleito por voto popular – Enzo Scarano, de San Diego — condenado a dez meses de prisão efectiva pelo mesmo motivo. / Jornais em risco de fechar por falta de papel. / 2118 detenções em 56 dias de brutal repressão política. / 39 mortos e 559 feridos nestes dois meses. / Jovem grávida assassinada. / Indignação popular passa a ser criminalizada. / Direito à manifestação é severamente restringido. / Militares usados para reprimir protestos. / Infecções respiratórias aumentam 30% devido ao abuso de gás lacrimogéneo. / Presidente exige que os proprietários vendam imóveis aos inquilinos. / Amnistia Internacional denuncia meia centena de casos de tortura.
Eis a “democracia” venezuelana em todo o seu esplendor.

Esses também estão à porta da CPLP. Rui Machete é que ainda não reparou de tão preocupado que está com o acompanhamento de Obiang e a leitura da imprensa estrangeira.
Obiang passou agora por Madrid. A pretexto das exéquias solenes de Adolfo Suárez, dia 31. Quis-se fotografar junto do Rei e de Rajoy, mas nenhum dos dois caiu nessa armadilha, ignorando-o ostensivamente.
Por aqui se vê o “prestígio” do cavalheiro: nem os dirigentes da ex-potência colonial lhe passam cartão.
Isso tudo sem falar da falta de papel higiénico, devida, segundo o maduro que fala com o passarinho, a o povo venezuelano agora estar comendo mais (eheh).
Falando no passarinho e no passarão, aqui ficam uns bonecos alusivos: 5/internet-parodia-el-pajarito-chiquitic o-de-maduro-imagenes/
http://www.lapatilla.com/site/2013/04/0
O canto do cisne continua. Talvez Maduro se veja confrontado muito em breve com um boicote internacional às aquisições de petróleo à Venezuela. Isto já começa a cheirar mal.
Permita agora deixar aqui uns links que considero verdadeiramente uma luz ao fundinho do túnel:
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.asp x?fid=24&did=144202
http://mediaserver2.rr.pt/NEWRR/apresent acao-peti31318e0b6.pdf
De acordo consigo, caro Vento. Ao fundinho, sim. Mas uma luz, de qualquer modo.
Maduro, sabe o que é a democracia? Maduro sabe o que é um estado? Maduro, sabe o que é governar? Maduro, não sabe nada de nada, o que sabe é destruir um país que tem tanto para dar e não dá nada.
Um das anedotas que circulam em Caracas narra a mais recente aparição de Chávez a Maduro em forma de passarinho. Ter-lhe-á dito apenas esta frase: “Por qué no te callas?”
E não cala mesmo: enquanto os canais de TV privada são encerrados ou adquiridos por empresários amigos do Governo, as televisões estatais emitem mais de hora e meia diária só com as arengas do proto-ditador venezuelano. Um total de 295 horas no último semestre.
eu concordo que o que se diz é que se quer defender as riquezas(petroleo) da Venezuela da cobiça anglosaxonica/USA.
Para quem gosta de pensar friamente(eu) tenho que reconhecer que talvez esteja a ser muito eficiente a entregar de bandeja aos ianques -alem de falar com passarinhos; não basta parecer sério têm mesmo que se ser.
… e apesar de tudo os norte-americanos são o principal cliente da Venezuela, que exporta para os EUA um milhão de barris de petróleo por dia.
http://www.correiobraziliense.com.br/ap p/noticia/mundo/2013/03/05/interna_mundo,3 53053/hugo-chavez-fez-do-petroleo-uma-ar ma-contra-os-eua.shtml
Não tem mesmo a noção do que é mercado de energia. Deve julgar que a invasão do Iraque foi por causa de quererem o petróleo.
O que os EUA querem é um Governo eficente na Venezuela que garantisse a produção e contribuisse para a estabilidade. Isso é o mais importante.
vou tentar seguir o mercado da energia, mas deixo-lhe uma sugestão = pesquise as contas da invasão do Iraque, quem pagou o quê e quem ficou com os negocios e talvez se surpreenda. Só “desaparecidos” estão 50 mil milhoes de $; como provavelmente sabe melhor que eu, toda a operação e custos foram suportados pelas receitas (incluindo os desparecidos) e sobre os contratos feitos a seguir vale um bom livro de boa investigação. Será que não se pergunta porque os marines foram atras do petroleiro clandestino da Libia e não movem uma pestana para salvar os naufragos que morrem as centenas todos os dias?
contradiçoes desse “mercado” da energia.