A cor da Justiça


oanonimoanonimo,

Um requerimento ao tribunal em papel colorido? Uma juíza de Ovar indeferiu-o por ser verde e aplicou multa de 192 euros ao requerente. O tribunal da Relação não achou bem, mandou aceitá-lo e revogou a multa. Com o argumento de que o documento era legível e que era mais importante ter decidido sobre o teor do requerimento do que atentar à cor dele. E não é que eu estou de acordo?

21 comentários em “A cor da Justiça”

  1. Ora aí está uma juíza que gosta de ver tudo “preto no branco” e depois ainda a desrespeitam…
    Está mal!

  2. Ah, e folgo muito em vê-lo voltar ao trabalho!…Mas, não seja tão cinzento. Vá lá, ponha cor na pena! Não queira ser juiz (a) em causa própria.

  3. … eu cá sou obrigada a usar canetas pretas.
    E só…
    Se calhar devia apelar superiormente…; mas para onde?!
    Adoro o sépia, o lilás, o azul-petróleo.
    E o verde, às vezes.
    É uma injustiça, é o que é!

  4. Mau! Começo a não gostar dessa conversa, com tanta cor ainda acabas com a bandeira “arco-íris”!
    Bem, possivelmente, a Clara Ferreira Alves e a f não vão gostar destas “bocas foleiras”. Olha que me chamem “troglodita”, que eu gosto!

  5. Mais um pouco e o autor do requerimento pagava quase tanto pela cor do papel selado como aquele senhor da Bragaparques terá de pagar por ter sido considerado culpado de corrupção activa. Tugal no tribunal…

  6. Isto, de chamar João ao Pedro, é só para balharar o pessoal não é? Ou será para desviar do que é importante: a cor do requerimento.

    Se fosse rosa ainda vá que não vá, agora verde? Verde alface? Achei a decisão mui acertada.

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