“Bué da bom”! Era, mas por que não utilizarei eu o verbo no Presente, no Modo Indicativo, então, vamos a isso, É de gritos e de morte. Cá se fazem, cá se pagam! Já estou a “salivar”, bem mais apurada e antecipadamente que o cão de Pavlov.
Bem, não sei quem é o seu amigo Nuno, nem tenho de saber, mas, afirmo-lho eu, José António Abreu, que ele é um homem inteligente, com sentido de estado e muito justo.
Essa era de morte ao Costa.
Mas ele merecia. Pelo menos um poucochinho.
Adorava!
Teria um poucochinho de piada. Enfim, não para toda a gente.
Nem para humor serve.
Caramba, nem involuntário? Um poucochinho, que seja.
“Bué da bom”! Era, mas por que não utilizarei eu o verbo no Presente, no Modo Indicativo, então, vamos a isso, É de gritos e de morte.
Cá se fazem, cá se pagam! Já estou a “salivar”, bem mais apurada e antecipadamente que o cão de Pavlov.
Bem, não sei quem é o seu amigo Nuno, nem tenho de saber, mas, afirmo-lho eu, José António Abreu, que ele é um homem inteligente, com sentido de estado e muito justo.
Abraços para ambos.
Tanto entusiasmo quase me leva a ter um poucochinho de pena do Costa.
“ele é um homem inteligente, com sentido de estado e muito justo”
Er, não exageremos.
(Estás aí, Nuno? Estou a brincar. A descrição assenta-te que nem uma luva.)
Pagava para ver!