Há dois anos — dois — que a crise da dívida grega ameaça a Europa. E as instituições europeias tinham dois caminhos para a enfrentar: ou pagavam ou saíam. Em vez disso resolveram pagar um bocadinho, em condições que tornam o ressarcimento impossível, enquanto os burocratas alemães dissertavam sobre a ausência de virtude dos atenienses.
Não há coisa pior do que a incompetência aliada ao moralismo.

Desculpe lá, mas as instituições europeias, como diz, saiam de onde? Da Grécia? E de acordo ou contra a vontade dos gregos?
Não é retórica, não percebo mesmo o que quer dizer.