
Refiro-me à carta aberta que foi escrita por um grupo de académicos ucranianos e que foi ontem divulgada no blogue da Univerdade de Berkeley em resposta aos dislates que têm vindo a ser propagados por Noam Chomsky, cada vez mais uma espécie de académico ao serviço da desinformação e da propaganda russa, aliás numa linha muito parecida com a de alguns generais lusos investidos em “comentadores” das televisões nacionais e de um professor de Coimbra que enveredou há alguns anos pelo mesmo registo.
Sem prejuízo de quem queira poder aceder à integralidade da carta, ficam aqui os pontos pertinentes ali referidos que destroem por completo a argumentação putinesca e russófila:
1) First, Russia’s annexation of Crimea in 2014 has violated the Budapest memorandum (in which it promised to respect and protect Ukrainian borders, including Crimea), the Treaty on Friendship, Partnership and Cooperation (which it signed with Ukraine in 1997 with the same promises), and, according to the order of the UN International Court of Justice, it violated the international law.
2) Second, “Crimeans” is not an ethnicity or a cohesive group of people – but Crimean Tatars are. These are the indigenous people of Crimea, who were deported by Stalin in 1944 (and were able to come back home only after the USSR fell apart), and were forced to flee again in 2014 when Russia occupied Crimea. Of those who stayed, dozens have been persecuted, jailed on false charges and missing, probably dead.
3) Third, if by ‘liking’ you refer to the outcome of the Crimean “referendum” on March 16, 2014, please note that this “referendum” was held at gunpoint and declared invalid by the General Assembly of the United Nations. At the same time, the majority of voters in Crimea supported Ukraine’s independence in 1991.
4) Have you considered the possibility that Ukrainians would like to detach from the Russian sphere of influence due to a history of genocide, cultural oppression, and constant denial of the right to self-determination?
5) Eastern European states joined, and Ukraine and Georgia aspired to join NATO, in order to defend themselves from Russian imperialism. They were right in their aspirations, given that Russia did attack Georgia in 2008 and Ukraine in 2014. Moreover, current requests by Finland and Sweden to join NATO came in direct response to Russia’s invasion of Ukraine, consistent with NATO expansion being a consequence of Russian imperialism, and not vice versa.
6) Not bringing Putin up on war crime charges at the International Criminal Court in the Hague just because some past leader did not receive similar treatment would be the wrong conclusion to draw from any historical analogy. In contrast, we argue that prosecuting Putin for the war crimes that are being deliberately committed in Ukraine would set an international precedent for the world leaders attempting to do the same in the future.
7) Please note that, in his [Putin] TV address from February 24, 2022, marking the beginning of the war, the verbatim goal declared by Putin for this “military operation” is to “denazify” Ukraine. This concept builds on his long pseudo-historical article from July 2021, denying Ukraine’s existence and claiming that Ukrainians were not a nation. As elaborated in the ‘denazification manual’ published by the Russian official press agency RIA Novosti, a “Nazi” is simply a human being who self-identifies as Ukrainian, the establishment of a Ukrainian state thirty years ago was the “Nazification of Ukraine,” and any attempt to build such a state has to be a “Nazi” act. According to this genocide handbook, denazification implies a military defeat, purging, and population-level “re-education”. ‘Demilitarization’ and ‘neutralization’ imply the same goal – without weapons Ukraine will not be able to defend itself, and Russia will reach its long-term goal of destroying Ukraine.
8) We find it preposterous how you repeatedly assign the blame for not reaching this settlement to Ukraine (for not offering Putin some “escape hatch”) or the U.S. (for supposedly insisting on the military rather than diplomatic solution) instead of the actual aggressor, who has repeatedly and intentionally bombed civilians, maternity wards, hospitals, and humanitarian corridors during those very “negotiations”. Given the escalatory rhetoric (cited above) of the Russian state media, Russia’s goal is erasure and subjugation of Ukraine, not a “diplomatic solution.”
9) Russian war crimes in Bucha and many other Ukrainian cities and villages have shown that living under Russian occupation is a tangible “hell on earth” happening right now, requiring immediate action. Arguably, any concessions to Russia will not reduce the probability of a nuclear war but lead to escalation. If Ukraine falls, Russia may attack other countries (Moldova, Georgia, Kazakhstan, Finland or Sweden) and can also use its nuclear blackmail to push the rest of Europe into submission. And Russia is not the only nuclear power in the world. Other countries, such as China, India, Pakistan, and North Korea are watching. Just imagine what will happen if they learn that nuclear powers can get whatever they want using nuclear blackmail.

Agora os posts neste blogue são em inglês?
E de que vale ler uma contestação a Noam Chomsky, se não se nos diz exatamente o que se está a contestar? Onde estão os textos originais de NC que se contesta?
Na carta estão os links com as posições do visado. Se a tivesse lido teria visto antes de começar a asneirar.
Na carta há montes de links. Que eu não tenho paciência nem obrigação para seguir todos. Em qual ou quais dos links estão os textos originais de NC?
« Cómo funciona el mundo
Conversaciones con David Barsamian
Serie Ensayos
Noam Chomsky »
um primor, melhor que o leite
O desespero é aliado da desonestidade intelectual.
Talvez um dia saibamos, ao certo, o que esteve por detrás desta insanidade. Que, agora, tolhe a razão e o discernimento, como um verdadeiro copy&past da propaganda Estadudinense. São comentários anti-Putin e a favor de «Zelensky&Azov&Biden/Nato» iguais aos deste Post, que se multiplicam por uma facção cada vez mais pequena no Mundo.
É um acto sem-vergonha e uma impunidade sem perdão, tentarem desperadamente convencer os leitores de que o actual conflito e suas causas remontam a 1998 e a 2014.
Era o mesmo que defender que Portugal começou quando aderiu à UniãoEuropeia, ou em 1910.
Simplesmente vergonhosa, esta saga anti-Putin, promotora dos valores fascistas, xenófobos e suprematistas do «regime zelensky&azov&biden».
Sem vergonha e insanidade é o que caracteriza os seus comentários. Xenófobo e nazi é o que vê no espelho como aliás o seu revisionismo abjecto prova.
Ainda não percebi se lhe pagam para fazer esta propaganda, se é ou fanático ou se é atrasadinho mental. Ou tudo ao mesmo tempo, que também é possível.
Sim, sou absolutamente anti-Putin e anti os que o apoiam.
Ó Pimenta voltamos ao mesmo?
Essa era no tempo da URSS e que também se dizia, que até dava prisão sem julgamento, ao serviço do capitalismo imperialista americano, que será agora o teu caso. Quem é que paga?
Voltamos ao mesmo o quê? O meu país está do lado da Ucrânia. Se os seus sonhos são ser um lacaio de Putin, já que não conseguiu ser da URSS, é problema seu.
Os vossos comentários parecem uma cartilha da CIA/Nato, pagos a peso de petróleo e gás liquefeito, quiçá, através da promessa de um lugarzito avençado.
Nem sequer a identidade e a singularidade europeia, e muito menos a pátria portuguesa, conseguem defender.
O Putin, pelo menos, não vende a sua Pátria aos interesses estrangeiros.
A pátria portuguesa, caso não perceba, está do lado da Ucrânia e é considerada hostil pelo seu dono Putin. E essa de me tentar colar a “avença” é típico dos que querem disfarçar a sua condição de pagos por regimes estrangeiros para fazer propaganda.
Putin vende muita outra coisa para além da pátria, e é por isso que a sua camarilha estão entre os mais corruptos do Mundo e tornaram a Rússia num dos mais desiguais.
…o actual regime na Federação Russa….
A cambada esquerdalha tem dezenas de anos de subserviência à Mãe Rússia, e dela mantêm a dependência por sempre ser a única associação a poder que encontram para as suas ambições.
A resposta a Chomsky é a tradicional cobertura legal que se pretende oferecer encobrindo matérias essenciais que se desejam ocultar sobre a legitimidade das acções da contraparte.
1 – A cimeira de Budapeste tinha como objecto primário e alvo único a desnuclearização da Ucrânia em momento em que se temia a proliferação do contrabando de material nuclear um pouco por todo o mundo;
2 – Os acordos aí estabelecidos visavam a protecção mundial; e as garantias firmadas tinham contexto próprio;
3 – Se algo demonstrou a independência da Ucrânia após o desmantelamento da ex-URSS regista-se no facto deste país ter deixado de ser o país mais próspero das ex-repúblicas para ser o país mais corrupto e miserável da Europa. Aliás, a senhora Merkel deixou clara a posição alemã ao bloquear qualquer iniciativa de entrada no club sem que a Ucrânia passasse por um processo de depuração. Refiro este facto exactamente para demonstrar o perigo que seria a Ucrânia nuclearizada para a estabilidade mundial;
4 – Se algo demonstrou o percurso da Rússia é que o processo de depuração que nesta ocorreu se tornou visível e estabilizador. A Rússia deixou de ser um país governado por criminosos – na era Yeltsin – para ser um país governado decentemente na era Putin. E a Ucrânia nem mesmo com Zelensky fugiu ao padrão inicial que citei no ponto 3;
5 – Dar um estatuto de legalidade e legitimidade às manobras de ameaça e intimidação sobre a Rússia através do braço militarizado Nato com que Zelensky sempre sonhou, é simplesmente legitimar a ideia que Zelensky e as diversas administrações americanas possuíam e possuem de que a Rússia é perfeitamente dispensável no quadro internacional e das nações. Partindo da hipótese que eu admitiria esta absurda e criminosa tese, não menos verdadeiro será admitir com toda a lógica e racionalidade que, no mínimo, qualquer nação tem o direito de autodefesa.
6 – Para se perceber onde pretendo chegar com o que afirmo no ponto anterior, é a não menos verdade que existe um prazer sado-masoquista em demonstrar-se com imagens de tropas e equipamento russos destruídos para passar a ideia que os objectivos também anteriormente referidos são atingidos e que está a ser infligida uma pseudo-derrota às “forças do mal”.
7 – Pretende-se pelo referido em 6 legitimar a contínua delapidação do bem-estar dos povos a ocidente e a oriente através da constante injecção de material de guerra que quase nunca chega a fazer a estreia, por sua destruição, e que serve para que a contraparte intensifique a escalada e use ainda mais e mais equipamentos mais poderosos. No sentido de permitir a si, SAC, e seus leitores conhecer o que pretendo dizer, deixo aqui imagens recentemente libertadas do que está a ser a devastação que Biden-Zelensky estão a promover sobre o povo ucraniano e suas tropas através de suas políticas: ultiple-launch-rocket-system-in-action-a mid-ongoing-military-.html ttack-helicopters-conduct-strike-amid-on going-hostilities.html int-s-self-propelled-gun-in-action-amid-c ontinuing-hostilities.html
Dia 21 de Maio actividade dos Grad:
https://rumble.com/v15jkm0-russias-grad-m
Dia 22 de Maio actividade do Ka-52:
https://rumble.com/v15nqs4-russian-ka-52-a
Dia 23 de Maio actividade dos Giantsint-S 152mm auto-propulsados e mecanizados:
https://rumble.com/v15sewx-russias-giats
Por último, o senhor Yuri Gorodnichenko, que responde a Chosmsky, deve evoluir nos seus pensamentos académicos bem como no conhecimento sobre história e geografia para compreender que o mundo não é só a Ucrânia.
Mas agora a Ucranea já é considerada uma potência Nuclear?
Mas ao fim de 3 meses de destruição de um país, destruição apenas porque sim, ainda há quem compreenda que tem lógica tal destruição.
“A Rússia deixou de ser um país governado por criminosos – na era Yeltsin – para ser um país governado decentemente na era Putin”
Para ser um país governado decentemente na era Putin?? A sério que escreveu isto?
“A Rússia deixou de ser um país governado por criminosos – na era Yeltsin – para ser um país governado decentemente na era Putin”
Este ponto, a defender um regime absolutamente corrupto, apoiado em máfias, assassínios e intimidação, revela até que ponto este comentário pretensamente fundado em razões jurídicas e políticas, é falacioso. Ainda por cima usa o estafado argumento do avanço da NATO, como se este avanço não tivesse sido precedido de protocolos com a Rússia, e não fosse esta de há muito a verdadeira ameaça para os vizinhos. Além do mais, esquece a parte de que o memorando de Budapeste era uma real salvaguarda para a Ucrânia, que depois disso cederia ainda Sebastopol aos russos, o que atira por terra a conversa da “ameaça da NATO”.
Já as tais imagens partem de canais russos, ou seja, propaganda, logo não apresentam quaisquer provas de factos ou do que quer que seja.
De resto, como o comentador é um confesso adepto de Putin e crítica da UE e das democracias liberais, não deve ser levado a sério.
Para maior conhecimento da diversificação do material ultra-pesado que começou a ser usado, deixo aqui a imagem hoje (24 de Maio) libertada dos Mstab-B em acção, que podem disparar também projécteis nucleares a alta velocidade, podendo ainda ser deslocados os de 180mm ou 203mm (https://en.wikipedia.org/wiki/180_mm_gu n_S-23). Aqui o vídeo de hoje: ers-in-combat-action.html
https://rumble.com/v15w9vo-msta-b-howitz
Significa isto que, depois das vitórias já alcançadas e consolidadas pela Rússia, passou-se a uma outra face da campanha que será ainda mais devastadora, e ninguém conseguirá parar a não ser através de um acordo de paz. Dando também oportunidade ao povo ucraniano de se pronunciar se pretende que Zelensky continue no poder que pertence aos americanos desde Obama-Biden e Victoria Nulan, a propagadora dos laboratórios biológicos americanos na Ucrânia.
Ainda para informação sobre o processo de desnuclearização das ex-Repúblicas soviéticas, deixo aqui outra referência sobre o processo e remeto pesquisas adicionais para o departamento de defesa americano e ONU: a/noticia/2022/03/25/por-que-so-a-russia-m anteve-armas-nucleares-apos-a-queda-da-u niao-sovietica.ghtml
https://g1.globo.com/mundo/ucrania-russi
Mas há uma outra versão que envolve todos os signatários e não só a Rússia: onal-60532668
https://www.bbc.com/portuguese/internaci
SAC, no sentido de corroborar a verdade também enunciada, no ponto 7, permita outras ligações que comprovam a idoneidade da minha escrita e desmascara mentiras, fanáticos e mentirosos nesta matéria: lensky-diz-que-russia-disparou-mais-de-2-2 00-misseis-contra-a-ucrania-em-tres-mese s
Zelensky afirmou depois de minha postagem aqui:
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ze
Afirmação do governo ucraniano depois de minha postagem aqui: e-russo-no-donbass-e-o-maior-em-solo-eur opeu-desde-a-segunda-guerra-mundial-diz-a-u crania/
https://multinews.sapo.pt/noticias/ataqu
Para encerrar o capítulo dos doutos ignorantes que pululam em comentários, travestidos de patriotas que falam em nome do país, convencidos que o país são eles, quero oferecer ao SAC alguns documentos que talvez o ajudem a, na sua qualidade de jurista, perceber o fio da meada na matéria que postei. tocol ople/amy-woolf df
Para seguir a matéria que anexo, importa também compreender o contexto e implementação do protocolo de Lisboa assinado em 1992, que teve como origem os acordos START:
https://en.wikipedia.org/wiki/Lisbon_Pro
Apresento a Amy Woolf para que possa identificar a origem do documento que também anexo:
https://politicalscience.stanford.edu/pe
Documento com 20 (Vinte páginas) que remete para leitura de documentos adicionais do Departamento de Defesa Americano:
https://apps.dtic.mil/sti/pdfs/ADA477824.p
Documento composto por 120 (Cento e Vinte) páginas elaborado por MIISM e CEIFP Washington e Moscow: ploads/2016/06/nuclear_successor_states_ of_the_soviet_union.pdf
https://nonproliferation.org/wp-content/u
Documento composto por 142 (cento e quarenta e duas) páginas elaborado por SIPRI – Stockholm Internacional Peace Research Institute. Sobre este documento transcrevo e sublinho as declarações (página 16 do documento) no parlamento ucraniano em 16 Julho 1990 sobre a sua NÃO PERTENÇA A BLOCOS: “(…) Also note that the Declaration of State Sovereignty of 16 July 1990 by the Rada (the Ukrainian Parliament) had affirmed the s/files/RR/SIPRIRR10.pdf
principles of non-alignment, non-membership in military blocs and non-nuclear weapon status.”
Aqui:
https://www.sipri.org/sites/default/file
Por último, anexo um breve tour sobre os dizeres do Programa que foi preparado (Academia Nacional de Ciências) para a Casa Branca em 1995: H/EOP/OSTP/forum/html/ctr.html
https://clintonwhitehouse3.archives.gov/W
1 – Os países europeus de cócoras, e os anti-Putin cada vez mais isolados e descredibilizados… Esta é a verdade que lhes dói.
2 – “A falta de pensamento e de jeito dos dirigentes políticos europeus causa-nos apreensão. Basta concentrarmo-nos um pouco no conteúdo das propostas das sanções económicas contra a Rússia que tem partido da Comissão Europeia e, nomeadamente, da sua Presidente (….). Hoje, apressa-se pura e simplesmente a responder atabalhoadamente à pressão do ditame americano, não tendo em conta os interesses reais dos Estados-membros, caminhando de insucesso em insucesso em termos de resultados, onde a realidade do não pagamento em rublos das importações do gás russo ou o embargo ao petróleo russo são a montra mais perfeita do descalabro da Comissão (….). Apesar do que se diz, a Europa não está unida, porque as sanções avançadas até à data não tocam a todos por igual. Um outro tipo de sanções poderia reunir consenso, desde que não contendesse com os interesses dos países e se sentisse o mínimo de solidariedade.” (Jornal Económico, 24 de maio 2022)
1 – A realidade dos factos contradiz essa insana retórica anti-Putin …
— “O primeiro exercício militar conjunto da Rússia e da China desde o início da intervenção militar russa na Ucrânia foi realizado esta terça-feira. Numa altura em que o presidente Joe Biden se reunia em Tóquio com os líderes da Índia, Japão e Austrália. A China e a Rússia enviaram bombardeiros para o Mar do Japão e aeronaves para o Mar da China Oriental.” (“The New York Times”, 24maio2022).
2 – O Governo do Japão, há minutos, emitiu um protesto oficial junto de Pequim e Moscovo, manifestando as suas “graves inquietações” após os bombardeiros chineses e russos terem sobrevoado em conjunto as proximidades de território nipónico, declarou o ministro da Defesa do Japão, Nobuo Kishi.
3 – Quando acordarão para a realidade, e deixarão esse infernal copy&past ausente de capacidade crítica e autonomia intelectual? Já não chega de propaganda e da cartilha da CIA/Nato/Zelensky?
4 – E agora, a Ucrânia?
Hoje, em Davos, o Kissinger disse o mesmo que eu tenho dito desde 24fev2022.
Nunca mais nos livramos destes comunas, os principais responsáveis pelo nosso atraso em relação à Europa e a tudo o que é a verdadeira identidade portuguesa, sem os pinga-amores falaciosos com o mundo subdesenvolvido e toda a cáfila de islões e indígenas que andam a atrapalhar a vida dos povos desenvolvidos.
“…em resposta aos dislates que têm vindo a ser propagados por Noam Chomsky, cada vez mais uma espécie de académico ao serviço da desinformação e da propaganda russa…”
Mais uma descoberta tardia do que é e o que quer lógicamente um Marxista (note-se que não usei neo ) como Chomsky?
Chomsky defendeu o regime de Comunista de Pol Pot nos anos 70 que assassinou mais de 20% da sua própria população. Não defende sempre todo e qualquer que se oponha aos EUA, Israel e todos os ícones supostos do capitalismo?
Não há mudança em Chomsky.
1 – Porque se recusam a debater? Porque continuam a negar a veracidade dos factos alegados pela Rússia, na base dos quais interveio na Ucrânia? Porquê?
2 – É verdade ou é mentira?
— “Durante 8 anos o regime de Kiev bombardeaou metodicamente as cidades e aldeias do Donbass. Durante esse período morreram mais de 14 mil pessoas e cerca de 33 mil ficaram feridas. Todas as nossas tentativas para obrigar o regime de Kiev a cumprir os Acordos de Minsk foram em vão. Simplesmente ignoraram-nos. Neste contexto, a Russia foi obrigada a lançar uma operação militar especial para evitar um genocídio, bem como para desmilitarizar e desnazificar a Ucrânia, garantindo que está livre de armas nucleares e que se mantém neutra. Com receio da derrota das tropas ucranianas, o Ocidente tratou de lhes fornecer armas letais com urgência. Foi lançada uma campanha de desinformação em grande escala dirigida à comunidade mundial sobre as verdadeiras causas desta crise. Assessores militares e funcionários de empresas militares privadas foram enviados para a Ucrânia, e o número de mercenários estrangeiros já ultrapassou 6.000 pessoas. Apesar da ajuda ocidental em grande escala ao regime de Kiev e a pressão das sanções sobre a Rússia, continuaremos com a operação militar especial até que todos os objetivos sejam cumpridos.” (Ministro da Defesa da Rússia, em 24 de maio 2022, em declarações transmitidas na TV para todo o mundo /em Portugal na SIC Notícias, 24/05/2022).
Mas o problema, que deixa cega a razão e tolhe o discernimento, não é exactamente esse, de só se ver para um lado, e não se dar crédito ao que a outra parte diz?