A verdade a que temos direito obriga a ler ao contrário do que o publico pretende ao querer fazer de nós tolos. Revelação do bom senso do actual 1º ministro que não chamou mas também não obstaculizou a vinda da troika em nome dos superiores interesses do País.
A “xuxa” prensa da Capital lá vai prosseguindo a sua militância no “suprir” das calinadas dos neo-Socretinos ajuntados para aguentar o andor do pobre Costa, agora depois enxovalhado pela Syrizesca Catarina – afinal medidas de “corte na segurança social” não são de 600 milhões, até podem ir para além do dobro…. Deve ser da a consistência curricular, académica e professional que se reporta aquela ancestralidade onde um frade andava pelas aldeias com uma pedra (e.g. ‘o plano económico’) a tecer loas sobre a sopa que com o dito calhau se temperava – avancasse outra malta com os nacos de xixa, chouriçinhos, entremeada, batatas, nabos, temperos…, não faltariam deleites na sorna prensa do Bairro Alto em escrever analises sopinpas a nivel Gourmet sobre tal caldo substanciado e temperado por lorpas…
Nos próximos episódios destas revelações epistolares, vamos ter uma maço, assim a tender para a pilha, de cartas do Santos Silva ao ex-44 d’Évora a mostrar que afinal ao Zéquinha, engenheiro da Independente e mestre de Sciences PO, nunca lhe passou pela cabeça viver á conta de empréstimos que não os da CGD, concedidos em nome do potencial de carreira profissonal futura – era afinal o Santos Silva e o Vara e o Battaglia e os patos-Bravos de Leiria e, se calhar o Lula e o Ti Ricardo, que, de forma contumaz, insistiam em fazer chegar-lhe dinheiro, o alojavam em ‘resorts’ para os quais não tinha guito, o encaminhavam para se alojar em apartamento de parisiense “arrondissments” com cardinal abaixo de 20, e saberá Deus que mais… Como é que ele poderia contrariar tal desintérico jorrar de ‘carcanhol’ em face de tanta epistolar coacção?
Pode concluir-se que o bicho Sócrates sempre perigoso, ainda alimentado em exposição publica por contaminada e poluente latrina nunca poderia ser deixado totalmente á solta, e só com o auxilio de muletas de emergência se podiam atenuar alguns danos.
Esta carta confirma uma suspeita que há muito me vem atormentando o espírito: afinal José Sócrates não é um “animal feroz” como o andaram anos a pintar, mas um tareco ronronante às ordens de Passos Coelho. De acordo com esta carta, o actual 1º ministro, quem em Março de 2011 era o líder do maior partido da oposição, deu ordens ao 1º ministro de então para chamar a troika, e ele, o tareco ronronante, como é bem mandado cumpriu diligentemente a ordem recebida: venha de lá a troika, porque aqui manda quem pode e obedece quem deve. E a troika veio…
Olhe que não, olhe que não. Quem deu as ordens foi Mário Soares e por muito que o passado custe a muita gente está hoje nas parangonas a conversa brava mas amigável entre os dois que acabou por convencer o animal feroz a estender a mão á inadiável caridade. O 44 sempre foi um bicho perigoso, e os danos só foram atenuados com as muletas de recurso para a emergência. Desculpe ter vindo aqui deitar um bocado de sal grosso na sua ironia inteligente.
Seja bem-vindo, embora a “casa” não seja minha. Na minha terra costuma dizer-se que”o que tem de ser, tem muita força”. Em face da miserável realidade para onde o governo socialista tinha atirado este país em 2011, a vinda da troika era inevitável. Com Mário Soares ou sem Mário Soares, com a carta do passos Coelho ou sem a carta do Passos Coelho. Ler nesta carta uma “exigência” que não está lá, é do mais reles que eu tenho visto em jornalismo. Mas vindo do Publico e de São José Almeida, não me surpreende absolutamente nada. O que me surpreende, é o Engº Belmiro de Azevedo continuar, de acordo com palavras dele, a gastar milhões todos os anos com semelhante pasquim. Pese embora alguns, poucos, articulistas de qualidade que lá continuam a escrever, sabe-se lá porquê.
Acresce anexar a essa carta o golpe de mão levado a efeito na Assembleia da República para fazer cair o Plano Sócrates/Merkel designado por PEC IV e a posterior traição da coligação aos seus eleitores adoptando todas as medidas do PEC IV e indo mais longe.
Passos Coelho quando enviesadamente fala da Grécia e do Syriza certamente que está a usar como modelo primeiro de seu discurso aquele que ele levou a efeito em Portugal, sem convocar referendo e sem se demitir para colocar nas mãos dos eleitores a decisão do rumo que pretendessem dar ao país. E o PR ajudou.
Definitivamente, há coisas que não entendo na campanha do PS. Poder-se-ia dizer que a publicação desta carta se limita a informação histórica, e os leitores que tirem as suas conclusões. Mas acabei de ler na página do FB do meu amigo Porfírio Silva a dita carta como prova de que Antóno Costa tinha razão. Não entendo, não entendo, não entendo.
Pasmo por ver o PS enredado nesta polémica estéril. Ninguém tem a menor dúvida sobre quem chamou as instituições internacionais a Portugal. Mário Soares, que nunca foi do género passa-culpas, teve a dignidade de assumir sempre que foi ele a chamar o FMI em 1977 e 1983. Jamais lhe passou pela ideia apontar à oposição uma decisão estrutural dessa natureza.
Pasmo porquê? Porque o que irá ser submetido ao juízo dos eleitores, a 4 de Outubro, é a avaliação do período posterior a Junho de 2011. O anterior já foi julgado severamente nas urnas, a 5 de Junho desse ano. Isso abrange o período em que se insere esta carta. Ou seja: qualquer recuo temporal promovido pelos socialistas à data de 5/6/2011 nesta campanha, retornando a um período que foi alvo de julgamento inequívoco dos portugueses, constitui um tiro no pé. E facilita o argumentário da coligação PSD/CDS.
Se alguém tivesse dúvidas sobre quem chamou a ‘troika’, ficou definitivamentre sem elas em Janeiro de 2012, quando Mário Soares fez esta revelação: http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2310552 E não esqueçamos o próprio ministro das Finanças da altura, Teixeira dos Santos, que confessou sem rodeios em entrevista à Reuters, a 12 de Abril de 2011, que só havia liquidez para corresponder às exigências financeiras do Estado até 31 de Maio de 2011: http://www.tsf.pt/economia/interior/financiamento_so_chega_ate_maio_diz_teixeira_dos_santos_1828896.html
Voltando a Soares: vale a pena reler este insuspeitíssimo artigo dele no DN, de Março de 2011, para se perceber bem a atmosfera do País nessa precisa época: http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1806043&page=-1
1º lugar-Não prestam. Estão aflitos, em desespero esgotaram todas as munições e como um guerrilheiro mal trapilho e faminto deram em alimentar-se dos próprios excrementos e combater a desidratação com a própria urina.
A única explicação que me ocorre é a “narrativa” de que Passos Coelho é um mentiroso. Parece-me que a “confiança” do slogan tem a ver com isso e não com a confiança no rumo futuro.
Ainda hoje estava a pensar que, a avaliar pelos comentários em certas páginas do FB, estão a fazer uma campanha estilo pescadinha de rabo na boca. Tenho a sensação de que falam uns para os outros, confirmam-se e confortam-se reciprocamente e são incapazes de falar para o tal milhão de indecisos. Que, por definição, não faz parte dos seguidores dessas páginas do FB.
Mais uma “brilhante” manobra de diversão da coligação PaF , voltar a acenar com o passado para branquear o presente e esconder o futuro.
Num dia em que todos devíamos interrogarmo-nos o porque de mais uma opção falhada (venda do NB ) que resulta de um dogmatismo irresponsável e doloso que atirou o défice das de 2014 para mais de 7% estamos aqui a falar novamente de 2011 como tanto jeito dá ao Paf .
O Público fez o que tinha a fazer, lançou a caxa e a coligação contente antes o Público que o Expresso na sexta á noite que está mais colado ao Paf e o impacto pretendido já não seria o mesmo.
Não estava a ver o Sérgio a promover o Passos, divulgando-lhe a carta, que ele, confidencialmente, escreveu em 2011, ao então primeiro-ministro de Portugal eng Sócrates e onde o Passos mostrou ter, em elevado grau, forte sentido de estado. Não estava a ver o Sérgio, nem estava a ver o Porfírio Silva, de forma diferente, a fazer a mesma coisa. Não estaca a ver, mas vi.
No meu entender, o Sérgio, ao divulgar a carta sem comentários, permitiu que quem a ler, desapaixonadamente, fique melhor esclarecido. E isso, objectivamente, favorece o Passos. A dúvida que me resta é a seguinte: sendo a carta confidencial e dirigida ao então primeiro-ministro, como é que apareceu no Público? Em princípio, ela só deveria estar arquivada na sede do PSD ou nos serviços do gabinete do então primeiro-ministro, que agora deviam estar a apoiar o Passos. Mas eu sei que os assessores dos governos (de todos os governos), na sua esmagadora maioria, têm origem partidária e servem-se das funções para armazenarem arsenais de “armas de combate” que às vezes rebentam nas mãos do portador, o que, no caso, também poderá ter acontecido; como também se pode pensar que foram os serviços do PSD que passaram a rasteira à jornalista do Público, ao que dizem a S. José de Almeida, que às vezes – muitas vezes – se deixa cegar pelas suas ideologias.
A verdade a que temos direito obriga a ler ao contrário do que o publico pretende ao querer fazer de nós tolos. Revelação do bom senso do actual 1º ministro que não chamou mas também não obstaculizou a vinda da troika em nome dos superiores interesses do País.
Principal ponto da carta: escreve “adopção” em vez de “adoção”.
Estou dividido entre lhe chamar traidor ou corajoso resistente…
Quanto á carta, só vem dar corpo ao que se sabe há muito.
A “xuxa” prensa da Capital lá vai prosseguindo a sua militância no “suprir” das calinadas dos neo-Socretinos ajuntados para aguentar o andor do pobre Costa, agora depois enxovalhado pela Syrizesca Catarina – afinal medidas de “corte na segurança social” não são de 600 milhões, até podem ir para além do dobro…. Deve ser da a consistência curricular, académica e professional que se reporta aquela ancestralidade onde um frade andava pelas aldeias com uma pedra (e.g. ‘o plano económico’) a tecer loas sobre a sopa que com o dito calhau se temperava – avancasse outra malta com os nacos de xixa, chouriçinhos, entremeada, batatas, nabos, temperos…, não faltariam deleites na sorna prensa do Bairro Alto em escrever analises sopinpas a nivel Gourmet sobre tal caldo substanciado e temperado por lorpas…
Nos próximos episódios destas revelações epistolares, vamos ter uma maço, assim a tender para a pilha, de cartas do Santos Silva ao ex-44 d’Évora a mostrar que afinal ao Zéquinha, engenheiro da Independente e mestre de Sciences PO, nunca lhe passou pela cabeça viver á conta de empréstimos que não os da CGD, concedidos em nome do potencial de carreira profissonal futura – era afinal o Santos Silva e o Vara e o Battaglia e os patos-Bravos de Leiria e, se calhar o Lula e o Ti Ricardo, que, de forma contumaz, insistiam em fazer chegar-lhe dinheiro, o alojavam em ‘resorts’ para os quais não tinha guito, o encaminhavam para se alojar em apartamento de parisiense “arrondissments” com cardinal abaixo de 20, e saberá Deus que mais… Como é que ele poderia contrariar tal desintérico jorrar de ‘carcanhol’ em face de tanta epistolar coacção?
Pode concluir-se que o bicho Sócrates sempre perigoso, ainda alimentado em exposição publica por contaminada e poluente latrina nunca poderia ser deixado totalmente á solta, e só com o auxilio de muletas de emergência se podiam atenuar alguns danos.
Esta carta confirma uma suspeita que há muito me vem atormentando o espírito: afinal José Sócrates não é um “animal feroz” como o andaram anos a pintar, mas um tareco ronronante às ordens de Passos Coelho.
De acordo com esta carta, o actual 1º ministro, quem em Março de 2011 era o líder do maior partido da oposição, deu ordens ao 1º ministro de então para chamar a troika, e ele, o tareco ronronante, como é bem mandado cumpriu diligentemente a ordem recebida: venha de lá a troika, porque aqui manda quem pode e obedece quem deve. E a troika veio…
Olhe que não, olhe que não. Quem deu as ordens foi Mário Soares e por muito que o passado custe a muita gente está hoje nas parangonas a conversa brava mas amigável entre os dois que acabou por convencer o animal feroz a estender a mão á inadiável caridade. O 44 sempre foi um bicho perigoso, e os danos só foram atenuados com as muletas de recurso para a emergência. Desculpe ter vindo aqui deitar um bocado de sal grosso na sua ironia inteligente.
Seja bem-vindo, embora a “casa” não seja minha. Na minha terra costuma dizer-se que”o que tem de ser, tem muita força”. Em face da miserável realidade para onde o governo socialista tinha atirado este país em 2011, a vinda da troika era inevitável. Com Mário Soares ou sem Mário Soares, com a carta do passos Coelho ou sem a carta do Passos Coelho.
Ler nesta carta uma “exigência” que não está lá, é do mais reles que eu tenho visto em jornalismo. Mas vindo do Publico e de São José Almeida, não me surpreende absolutamente nada.
O que me surpreende, é o Engº Belmiro de Azevedo continuar, de acordo com palavras dele, a gastar milhões todos os anos com semelhante pasquim. Pese embora alguns, poucos, articulistas de qualidade que lá continuam a escrever, sabe-se lá porquê.
Por acaso já a leu? É que dá razão a PPC. Não se arme em Pedro Adão e Silva: você é muito melhor do que ele.
Acresce anexar a essa carta o golpe de mão levado a efeito na Assembleia da República para fazer cair o Plano Sócrates/Merkel designado por PEC IV e a posterior traição da coligação aos seus eleitores adoptando todas as medidas do PEC IV e indo mais longe.
Passos Coelho quando enviesadamente fala da Grécia e do Syriza certamente que está a usar como modelo primeiro de seu discurso aquele que ele levou a efeito em Portugal, sem convocar referendo e sem se demitir para colocar nas mãos dos eleitores a decisão do rumo que pretendessem dar ao país. E o PR ajudou.
Definitivamente, há coisas que não entendo na campanha do PS. Poder-se-ia dizer que a publicação desta carta se limita a informação histórica, e os leitores que tirem as suas conclusões. Mas acabei de ler na página do FB do meu amigo Porfírio Silva a dita carta como prova de que Antóno Costa tinha razão. Não entendo, não entendo, não entendo.
Pasmo por ver o PS enredado nesta polémica estéril. Ninguém tem a menor dúvida sobre quem chamou as instituições internacionais a Portugal.
Mário Soares, que nunca foi do género passa-culpas, teve a dignidade de assumir sempre que foi ele a chamar o FMI em 1977 e 1983. Jamais lhe passou pela ideia apontar à oposição uma decisão estrutural dessa natureza.
Pasmo porquê?
Porque o que irá ser submetido ao juízo dos eleitores, a 4 de Outubro, é a avaliação do período posterior a Junho de 2011. O anterior já foi julgado severamente nas urnas, a 5 de Junho desse ano. Isso abrange o período em que se insere esta carta.
Ou seja: qualquer recuo temporal promovido pelos socialistas à data de 5/6/2011 nesta campanha, retornando a um período que foi alvo de julgamento inequívoco dos portugueses, constitui um tiro no pé. E facilita o argumentário da coligação PSD/CDS.
Se alguém tivesse dúvidas sobre quem chamou a ‘troika’, ficou definitivamentre sem elas em Janeiro de 2012, quando Mário Soares fez esta revelação: spx?content_id=2310552 anciamento_so_chega_ate_maio_diz_teixeir a_dos_santos_1828896.html
http://www.dn.pt/politica/interior.a
E não esqueçamos o próprio ministro das Finanças da altura, Teixeira dos Santos, que confessou sem rodeios em entrevista à Reuters, a 12 de Abril de 2011, que só havia liquidez para corresponder às exigências financeiras do Estado até 31 de Maio de 2011:
http://www.tsf.pt/economia/interior/fin
Voltando a Soares: vale a pena reler este insuspeitíssimo artigo dele no DN, de Março de 2011, para se perceber bem a atmosfera do País nessa precisa época: r.aspx?content_id=1806043&page=-1
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interio
1º lugar-Não prestam. Estão aflitos, em desespero esgotaram todas as munições e como um guerrilheiro mal trapilho e faminto deram em alimentar-se dos próprios excrementos e combater a desidratação com a própria urina.
A única explicação que me ocorre é a “narrativa” de que Passos Coelho é um mentiroso. Parece-me que a “confiança” do slogan tem a ver com isso e não com a confiança no rumo futuro.
Ainda hoje estava a pensar que, a avaliar pelos comentários em certas páginas do FB, estão a fazer uma campanha estilo pescadinha de rabo na boca. Tenho a sensação de que falam uns para os outros, confirmam-se e confortam-se reciprocamente e são incapazes de falar para o tal milhão de indecisos. Que, por definição, não faz parte dos seguidores dessas páginas do FB.
Mais uma “brilhante” manobra de diversão da coligação PaF , voltar a acenar com o passado para branquear o presente e esconder o futuro.
Num dia em que todos devíamos interrogarmo-nos o porque de mais uma opção falhada (venda do NB ) que resulta de um dogmatismo irresponsável e doloso que atirou o défice das de 2014 para mais de 7% estamos aqui a falar novamente de 2011 como tanto jeito dá ao Paf .
O Público fez o que tinha a fazer, lançou a caxa e a coligação contente antes o Público que o Expresso na sexta á noite que está mais colado ao Paf e o impacto pretendido já não seria o mesmo.
Não estava a ver o Sérgio a promover o Passos, divulgando-lhe a carta, que ele, confidencialmente, escreveu em 2011, ao então primeiro-ministro de Portugal eng Sócrates e onde o Passos mostrou ter, em elevado grau, forte sentido de estado. Não estava a ver o Sérgio, nem estava a ver o Porfírio Silva, de forma diferente, a fazer a mesma coisa. Não estaca a ver, mas vi.
A promover? Eu nem comentários faço.
O que tinha a dizer sobre a novela que os senhores discutem já o disse aqui: http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/fi nalmente-7742239
No meu entender, o Sérgio, ao divulgar a carta sem comentários, permitiu que quem a ler, desapaixonadamente, fique melhor esclarecido. E isso, objectivamente, favorece o Passos.
A dúvida que me resta é a seguinte: sendo a carta confidencial e dirigida ao então primeiro-ministro, como é que apareceu no Público? Em princípio, ela só deveria estar arquivada na sede do PSD ou nos serviços do gabinete do então primeiro-ministro, que agora deviam estar a apoiar o Passos. Mas eu sei que os assessores dos governos (de todos os governos), na sua esmagadora maioria, têm origem partidária e servem-se das funções para armazenarem arsenais de “armas de combate” que às vezes rebentam nas mãos do portador, o que, no caso, também poderá ter acontecido; como também se pode pensar que foram os serviços do PSD que passaram a rasteira à jornalista do Público, ao que dizem a S. José de Almeida, que às vezes – muitas vezes – se deixa cegar pelas suas ideologias.
E a carta ia em papel perfumado?