
Depois deste e deste posts, ficamos agora a dever estas fotografias de bibliotecas em paragens de transportes públicos à nossa comentadora Madalena. São em Israel e recomenda-se que quem levar livros das prateleiras montadas nos abrigos os devolva ou deixe ficar outros, mas ninguém é obrigado a isso.

A verdade é que os livros andam de mão em mão e a iniciativa é apreciada por muita gente. Passageiros ou não.

Lembrei-me agora que há uns anos, no Verão, quem queria, deixava um livro num dos bancos do delicioso Jardim do Príncipe Real. E deste modo, uns deixando, outros levando, o facto é que as pessoas iam lendo.
Aliás, ler num jardim é repousante. E eu faço-o muitas vezes. Há jardins públicos ideais: Estrela, Gulbenkian, Flores, Belém, por exemplo. Nós é que nos esquecemos que eles existem…
Muito bem. Pena é que isso não ganhe raízes. E que a imaginação não crie condições para que isso se faça sem temer as voltas do clima.
A nossa Leonor é que é especialista em bookcrossing. Até já apareceu na televisão a falar nisso, não se lembram?
A Leonor é o máximo. Como tu. Por isso é que moramos juntos nesta casa!
Estão a falar e mim? 🙂 É, o Bookcrossing é muito giro mas a árvore dos livros enche-me as medidas. Ainda tenho de a descobrir para a próxima vez que vá a Berlim.
Beijos, João, pelas palavras.
Deixo aqui mais um exemplo: vem do blogue O Livro de Areia que, já agora, recomendo a quem gostar de música, de poemas e de lugares frios [:-)] 2/civilizacao.html
http://olivrodaareia.blogspot.com/2010/0
Obrigado, Gi. Vou usar.
muito bom, não conhecia, esta iniciativa, espero que um dia seja implementada aqui no burgo
Oxalá.