Erramos muitas vezes até sermos corrigidos. A questão, acho eu, é só precisarmos de ser corrigidos uma vez.
Há coisa de um ano, fiquei roxa de vergonha por uma colega de trabalho, que disse “vestoria”, quando estávamos a falar com um senhor muito importante (e delicado, que fingiu não ter ouvido). Quando ficámos sozinhas expliquei-lhe a asneira, mesmo sentindo-me muito embaraçada. Uns dias depois ouvi-a dizer novamente a disparatada palavra e limitei-me a encolher os ombros. Era lá com ela. Tal como dizer “onteontem”.
Não sei, Rui… Faz malfeitoria se o bem dado em benefício não lhe pertence. O Governo Sócrates montou a Parque Escolar (1. benefício público), as empresas amigas construíram (2. benefício particular), a dívida publica é colossal e estranguladora (malfeitoria que anula os pontos 1 e 2).
‘Beneficiência’ é o mau português que vai com a referida malfeitoria, como o desacerto ortográfico. Desconhecer forma certa, beneficência, é outra malfeitoria. Foi num artigo de jornal, numa opinião, num post, foi?
Abraço! [Apontamentos que me lembram o nosso querido João Carvalho, nas suas incursões aquilinas sobre a Língua.]
Essa põe-me doente, já falei dela aqui: 1/06/asneiras-recorrentes.html
http://gotaderantanplan.blogspot.com/201
Eu confesso errei até ao dia em que fui repreendido por um professor do secundário, Teresa.
Erramos muitas vezes até sermos corrigidos. A questão, acho eu, é só precisarmos de ser corrigidos uma vez.
Há coisa de um ano, fiquei roxa de vergonha por uma colega de trabalho, que disse “vestoria”, quando estávamos a falar com um senhor muito importante (e delicado, que fingiu não ter ouvido). Quando ficámos sozinhas expliquei-lhe a asneira, mesmo sentindo-me muito embaraçada. Uns dias depois ouvi-a dizer novamente a disparatada palavra e limitei-me a encolher os ombros. Era lá com ela. Tal como dizer “onteontem”.
Não sei, Rui… Faz malfeitoria se o bem dado em benefício não lhe pertence. O Governo Sócrates montou a Parque Escolar (1. benefício público), as empresas amigas construíram (2. benefício particular), a dívida publica é colossal e estranguladora (malfeitoria que anula os pontos 1 e 2).
Malfeitoria pura e dura Rex.
‘Beneficiência’ é o mau português que vai com a referida malfeitoria, como o desacerto ortográfico. Desconhecer forma certa, beneficência, é outra malfeitoria. Foi num artigo de jornal, numa opinião, num post, foi?
Abraço! [Apontamentos que me lembram o nosso querido João Carvalho, nas suas incursões aquilinas sobre a Língua.]
No Correio da Manhã não faltam exemplos de beneficiência em lugar da correcta beneficência, Rex.
(estas coisas pegam-se)