A ameaça fascista


Paulo Sousa,

“Portugal caiu para nono lugar no ‘ranking’ mundial da liberdade de imprensa da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF) e passou a liderar o grupo de 44 países com “uma situação satisfatória”, foi hoje anunciado.

Em 2022, Portugal ficou em sétimo lugar e no grupo de oito países com uma “situação muito boa” para a liberdade de imprensa.

Segundo a 21.ª edição do ‘ranking’ mundial da liberdade de imprensa da ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF), publicado hoje por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e com 180 países e territórios avaliados, este ano à frente de Portugal e no grupo de oito países numa situação muito boa para a liberdade de imprensa ficaram, por ordem decrescente, Noruega, Irlanda, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Países Baixos, Lituânia e Estónia.”

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9 comentários em “A ameaça fascista”

  1. Não é fascista, é” fassista “.
    Gostava de ver a posição de Portugal em termos de “parcialidade’.
    Esses rankings são o que são, ou seja igualmente parciais.

  2. El control social de los medios in ÁNGEL BENITO
    mostra a manipulação constante pelos poderosos
    « quem paga manda dançar»

  3. A minha primeira tentação foi questionar a “situação muito boa” anterior, considerando o que se vai lendo/vendo/ouvindo. Mas depois repensei: afinal, este ranking é da liberdade de imprensa, não da qualidade da imprensa. É que o problema de muito do nosso jornalismo não é a falta de liberdade: é precisamente, sendo livre, escolher ser o que é.

    1. Sim, no largo espectro da liberdade, cabe a liberdade de fazer um jornalismo tacanho. A derrapagem não é alarmante, mas estas coisas quando começam passam quase despercebidas. Mas começam.

  4. Em condições normais cada partido politoco representado teria um diário próximo ou teria um número representativo de jornalistas próximos da sua representação eleitoral. Não é obviamente isso que se verifica, logo a ideia que há liberdade de imprensa não é mais que uma miragem.
    Julgo que é melhor irmos á peneira dos cursos de jornalismo e vermos se há lá pluralismo…

    Por exemplo as TV’s têm todas a mesma opinião sobre tudo tal como num país com regime de partido único.

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