“Portugal caiu para nono lugar no ‘ranking’ mundial da liberdade de imprensa da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF) e passou a liderar o grupo de 44 países com “uma situação satisfatória”, foi hoje anunciado.
Em 2022, Portugal ficou em sétimo lugar e no grupo de oito países com uma “situação muito boa” para a liberdade de imprensa.
Segundo a 21.ª edição do ‘ranking’ mundial da liberdade de imprensa da ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF), publicado hoje por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e com 180 países e territórios avaliados, este ano à frente de Portugal e no grupo de oito países numa situação muito boa para a liberdade de imprensa ficaram, por ordem decrescente, Noruega, Irlanda, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Países Baixos, Lituânia e Estónia.”

Não é fascista, é” fassista “.
Gostava de ver a posição de Portugal em termos de “parcialidade’.
Esses rankings são o que são, ou seja igualmente parciais.
Liberdade de imprensa essa que se reflete em jornais de péssima qualidade.
El control social de los medios in ÁNGEL BENITO
mostra a manipulação constante pelos poderosos
« quem paga manda dançar»
A minha primeira tentação foi questionar a “situação muito boa” anterior, considerando o que se vai lendo/vendo/ouvindo. Mas depois repensei: afinal, este ranking é da liberdade de imprensa, não da qualidade da imprensa. É que o problema de muito do nosso jornalismo não é a falta de liberdade: é precisamente, sendo livre, escolher ser o que é.
Exatamente. Totalmente de acordo.
Sim, no largo espectro da liberdade, cabe a liberdade de fazer um jornalismo tacanho. A derrapagem não é alarmante, mas estas coisas quando começam passam quase despercebidas. Mas começam.
Os subsídios matam a liberdade.
Que grande confusão.
Em condições normais cada partido politoco representado teria um diário próximo ou teria um número representativo de jornalistas próximos da sua representação eleitoral. Não é obviamente isso que se verifica, logo a ideia que há liberdade de imprensa não é mais que uma miragem.
Julgo que é melhor irmos á peneira dos cursos de jornalismo e vermos se há lá pluralismo…
Por exemplo as TV’s têm todas a mesma opinião sobre tudo tal como num país com regime de partido único.