"As revoltas nascem de minudências, mas não visam minudências: seguem grandes objectivos. É frequente que coisas insignificantes venham a ter importância decisiva, ainda para mais se conotadas com o exercício das magistraturas. (…) Dado que as faltas começam por ser cometidas de início, e como, segundo se diz, no começo já há metade do todo, qualquer falha no início, por mais pequena que seja, é proporcional aos erros posteriormente cometidos nas restantes partes do todo" – Aristóteles, Política, Livro V.
É sempre bom regressar aos clássicos quando se aprecia o exercício das magistraturas contemporâneas.

Sem dúvida. Eu diria mais, é sempre bom regressar aos clássicos…
Não sei porquê, mas começo a achar graça a este blogue… Deve ser do tempo.
Muito bem. E tem sempre mais graça quando você aparece por cá.