Só falta mesmo as vacas sacradas. A minha última e breve estadia em Lisboa foi há 1ano. Quando há dias cheguei nem conhecia a cidade. A diferença é colossal. Fugi para o Alentejo. A célebre canção de Aznavour diz tudo.
Quand au hasard des jours Je m’en vais faire un tour A mon ancienne adresse Je ne reconnais plus Ni les murs ni les rues Qui ont vu ma jeunesse Dans son nouveau décor ‘ Lisboa ‘ semble triste Et les lilas sont morts
Lisboa está na moda e desejo sinceramente que não passe de moda. O turista chega-nos pelas melhores razões : a beleza da cidade, a relação preço-qualidade ( que já foi melhor, mas enfim…) da estadia, a boa comida e a tranquilidade que ainda – e espero que por muito tempo- podemos oferecer. Como já aconteceu anteriormente com a internacionalização do Algarve, onde os Portugueses tiveram que ser também turistas tanto tempo, os investidores que na verdade recuperaram zonas mais degradadas e devolutas da cidade de Lisboa para construirem hotéis , inns e hostels quase porta sim porta sim, pretendem recuperar o investimento e colher dividendos a curto prazo. Há overbookings, há overcrowdings… o turismo é a nossa maior finte de riqueza, mas não nos podemos esquecer das regras de desgaste. Temos que racionalizar, temos que criar condições… os monumentos e afins , as chamadas atracções turísticas, muitos deles não foram criados para milhares de pessoas / dia palmilharem as suas lajes ou subirem as suas escadas. Tem que haver bom senso nisto tudo. E depois não nos podemos esquecer que os turistas não têm um estatuto especial. São visitantes. Todos os visitantes devem ser bem recebidos, nacionais e estrangeiros. Nós somos o povo mais amável que conheço. Somos bons anfitriões , disponíveis e simpáticos. Mas não somos criados nem devemos fazer piruetas mirabolantes ou rebaixarmo-nos seja a quem for . A afabilidade já está no nosso sangue.
É verdade, a Baixa de Lisboa atualmente parece um fun park para turistas. Enquanto que os portugueses usam os centros comerciais como fun parks, os estrangeiros usam a Baixa de Lisboa. E acho muito bem que usem, e acho que lhes deve ser permitido usar.
Só falta mesmo as vacas sacradas.
A minha última e breve estadia em Lisboa foi há 1ano.
Quando há dias cheguei nem conhecia a cidade.
A diferença é colossal. Fugi para o Alentejo.
A célebre canção de Aznavour diz tudo.
Quand au hasard des jours
Je m’en vais faire un tour
A mon ancienne adresse
Je ne reconnais plus
Ni les murs ni les rues
Qui ont vu ma jeunesse
Dans son nouveau décor
‘ Lisboa ‘ semble triste
Et les lilas sont morts
Lisboa está na moda e desejo sinceramente que não passe de moda. O turista chega-nos pelas melhores razões : a beleza da cidade, a relação preço-qualidade ( que já foi melhor, mas enfim…) da estadia, a boa comida e a tranquilidade que ainda – e espero que por muito tempo- podemos oferecer.
Como já aconteceu anteriormente com a internacionalização do Algarve, onde os Portugueses tiveram que ser também turistas tanto tempo, os investidores que na verdade recuperaram zonas mais degradadas e devolutas da cidade de Lisboa para construirem hotéis , inns e hostels quase porta sim porta sim, pretendem recuperar o investimento e colher dividendos a curto prazo. Há overbookings, há overcrowdings… o turismo é a nossa maior finte de riqueza, mas não nos podemos esquecer das regras de desgaste. Temos que racionalizar, temos que criar condições… os monumentos e afins , as chamadas atracções turísticas, muitos deles não foram criados para milhares de pessoas / dia palmilharem as suas lajes ou subirem as suas escadas. Tem que haver bom senso nisto tudo. E depois não nos podemos esquecer que os turistas não têm um estatuto especial. São visitantes. Todos os visitantes devem ser bem recebidos, nacionais e estrangeiros. Nós somos o povo mais amável que conheço. Somos bons anfitriões , disponíveis e simpáticos. Mas não somos criados nem devemos fazer piruetas mirabolantes
ou rebaixarmo-nos seja a quem for . A afabilidade já está no nosso sangue.
E o nosso PM tem ascendência goense. Penso que Lisboa parece-se mais com Panguim.
O novo PM da Irlanda também tem ascendência indiana. Não somos únicos.
Ainda bem! E atenção! Não estou com isso a dizer que lhes queira mal. Aos indianos, claro está!
É verdade, a Baixa de Lisboa atualmente parece um fun park para turistas. Enquanto que os portugueses usam os centros comerciais como fun parks, os estrangeiros usam a Baixa de Lisboa.
E acho muito bem que usem, e acho que lhes deve ser permitido usar.
(Dá vontade de fazer uma piadinha sobre Costa, mas…)
São mesmo turistas? Ou familiares do Carlos César?
São de facto turistas, posso garantir. E eu, por acaso, convivo bem com estrangeiros. A nacionalidade, etnia ou religião dos outros não me interessa.
Já os laços de família é outra história.
Ó César, não me queres adoptar?!
“A nacionalidade, etnia ou religião dos outros não me interessa.”
Mas a sua pode interessar aos outros.