João Carvalho: esse seu jeito para os trocadilhos faz-me pensar que daria um excelente scripter para recuperar a veia do cinema português dos anos 30-40… Aqueles calembours aparentemente ultrapassados são inequecíveis. Já viu o que era refazer a cena do “Evaristo-tens-cá-disto?” com algumas figuras da política portuguesa? Ou pôr o M. Pinho a pedir lume a um poste? Ou fazer uma Canção de Lisboa II com o nosso PM a enganar as tias de Covilhã, mas a falhar a pergunta sobre do esternocleidomastoideu (claro..) ? Eu voto nessa 🙂
Que bela ideia. Sou fã desse cinema e, como calcula, reproduzo de cor uma quantidade de cenas. Tinha piada que isso pudesse verter-se em ‘post’. Não me parece que resulte (será até muito difícil), mas vou pensar nisso, Chloé.
Entretanto, deixo-lhe uma tirada do “Pátio das Cantigas”, dedicada à comunicação social.
(Toda a gente no bairro anda excitada com os preparativos da festa. António Silva está de regresso ao Pátio, onde se encontram alguns vizinhos, e tem um jornal nas mãos.) – A nossa festa já vem anunciada no jornal! – Na primeira página?… – Upa-upa! Na página quatro!!!
E eu deixo-lhe outra que os meus filhos’ teen ‘ imitam apuradamente em dueto (e eu rio-me sempre como se ouvisse a primeira vez). Salvo erro no Costa do Castelo, António Silva tenta levar um rádio para casa, mas como não tenciona pagá-lo, enrola o lojista com a tentativa de o deixar ir à experiência. E então este pergunta, estupefacto (reproduzo mais ou menos): – À experiência?! – Sim, hoje vai tudo à experiência! Rádios, telefonias… e até louças. E mulheres! – Han ?!?! – (desconversando) E talheres! Se gosta, compra! Se não gosta, remete à procedência. É à americaaaana, ” shiô ” (senhor) ! :):):)
Acho que foi desse “upa-upa” que ficou a expressão deliciosa (que uso bastante, por graça): Upa upa, puxadote!
João, a ideia da Chloé é excelente! Faz o favor de subires a um coqueiro e pores-te à coca de situações destas com os nossos políticos, vips e afins. Eu vou ficar fã da série, desde já.
O Pedro acredita que, mesmo sendo eu natural do concelho de Odemira e frequentando a Zambujeira do Mar desde criança, nunca estive na praia do Carvalhal? Ouço falar imenso dela como uma praia excelente, mas nunca calhou lá ir. Sim, é uma grande falha, eu sei. Tenho de corrigir isso rapidamente.
Ainda assim, gosto muito de saber que a minha região é apreciada. Só espero que ninguém se lembre de tornar aquilo num novo Algarve…. ou Allgarve…
O Delito de Opinião tem praias. mas, os seus autores não têm andado de papo para o ar, mas a dar ao dedo e de que maneira. De registar, que hoje o DO ultrapassou no Blogómetro o Corta-Fitas. É obra. Parabéns.
Sendo o meu contributo menor e distante, agradeço-te em nome do todos os delinquentes, João. E não é excessivo repetir que a qualidade dos nossos leitores e comentadores constituem a parte essencial.
Bonita. O que não Odemira.
João Carvalho: esse seu jeito para os trocadilhos faz-me pensar que daria um excelente scripter para recuperar a veia do cinema português dos anos 30-40… Aqueles calembours aparentemente ultrapassados são inequecíveis.
Já viu o que era refazer a cena do “Evaristo-tens-cá-disto?” com algumas figuras da política portuguesa? Ou pôr o M. Pinho a pedir lume a um poste? Ou fazer uma Canção de Lisboa II com o nosso PM a enganar as tias de Covilhã, mas a falhar a pergunta sobre do esternocleidomastoideu (claro..) ?
Eu voto nessa 🙂
Que bela ideia. Sou fã desse cinema e, como calcula, reproduzo de cor uma quantidade de cenas. Tinha piada que isso pudesse verter-se em ‘post’. Não me parece que resulte (será até muito difícil), mas vou pensar nisso, Chloé.
Entretanto, deixo-lhe uma tirada do “Pátio das Cantigas”, dedicada à comunicação social.
(Toda a gente no bairro anda excitada com os preparativos da festa. António Silva está de regresso ao Pátio, onde se encontram alguns vizinhos, e tem um jornal nas mãos.)
– A nossa festa já vem anunciada no jornal!
– Na primeira página?…
– Upa-upa! Na página quatro!!!
Venho dar o meu apoio à ideia da Clhoé Não subestimando o
post “, penso que deve investir no “argumento”.
E eu deixo-lhe outra que os meus filhos’ teen ‘ imitam apuradamente em dueto (e eu rio-me sempre como se ouvisse a primeira vez).
Salvo erro no Costa do Castelo, António Silva tenta levar um rádio para casa, mas como não tenciona pagá-lo, enrola o lojista com a tentativa de o deixar ir à experiência. E então este pergunta, estupefacto (reproduzo mais ou menos):
– À experiência?!
– Sim, hoje vai tudo à experiência! Rádios, telefonias… e até louças. E mulheres!
– Han ?!?!
– (desconversando) E talheres!
Se gosta, compra! Se não gosta, remete à procedência. É à americaaaana, ” shiô ” (senhor) !
:):):)
Imbatível.
Vá lá, puxe pela veia 🙂
Acho que foi desse “upa-upa” que ficou a expressão deliciosa (que uso bastante, por graça): Upa upa, puxadote!
João, a ideia da Chloé é excelente! Faz o favor de subires a um coqueiro e pores-te à coca de situações destas com os nossos políticos, vips e afins. Eu vou ficar fã da série, desde já.
Maravilhosa. Não tenho comentado as tuas praias, mas todas (as que conheço, pelo menos) são de primeira água. E já cheira a Outono, Pedro…
No fim de tudo vem aí uma surpresa, Ana. No dia de reflexão, para não se falar de política.
Boa ideia.
Portugal um país de belíssimas praias, pela amostra do Pedro – constato que conheço poucas – ainda irei a tempo, talvez..:))
Por mais que conheçamos, há sempre imensas por conhecer.
O Pedro acredita que, mesmo sendo eu natural do concelho de Odemira e frequentando a Zambujeira do Mar desde criança, nunca estive na praia do Carvalhal? Ouço falar imenso dela como uma praia excelente, mas nunca calhou lá ir. Sim, é uma grande falha, eu sei. Tenho de corrigir isso rapidamente.
Ainda assim, gosto muito de saber que a minha região é apreciada. Só espero que ninguém se lembre de tornar aquilo num novo Algarve…. ou Allgarve…
Tem toda a razão. Se transformar em Algarve já seria mau, transformar em Allgarve… Socorro!
John, recomendo-a sem reservas. Vai lá assim que puderes.
Ainda lá dei uns belos mergulhos este Verão. Tem umas ondas espectaculares.
Esta praia tem uma aura especial, Ariel.
O Delito de Opinião tem praias. mas, os seus autores não têm andado de papo para o ar, mas a dar ao dedo e de que maneira. De registar, que hoje o DO ultrapassou no Blogómetro o Corta-Fitas. É obra. Parabéns.
Sendo o meu contributo menor e distante, agradeço-te em nome do todos os delinquentes, João. E não é excessivo repetir que a qualidade dos nossos leitores e comentadores constituem a parte essencial.
Nem menor nem distante, João.
(abraço para o João Severino)
Conheço bem essa praia. Lamento que tenham destruído o belo bar que aí existia.
O bar era muito bom, tinha sumos óptimos. Não conheço o Carvalhal da era pós-bar. Lamento que tenha sido destruído.
Na volta (como diria o António e não só) foi a ASAE que o fechou.