![Pol+¡tica da A a Z [3].JPG Pol+¡tica da A a Z [3].JPG](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20213000_DHjMW.jpeg)
![Pol+¡tica da A a Z [9].JPG Pol+¡tica da A a Z [9].JPG](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20213001_hUnnG.jpeg)
Não me lembro, sinceramente, de uma sessão de apresentação de um livro tão concorrida no piso 7 do Corte Inglés, de onde se desfruta um dos panoramas mais belos de Lisboa. Ontem a sala encheu-se na apresentação da Política de A a Z, o dicionário enciclopédico que a editora Contraponto – pertencente ao grupo Bertrand-Círculo – apresenta como “um guia para compreender todos os segredos da política” e considera “altamente recomendado para políticos”. Mas também para jornalistas, líderes de opinião, estudantes e cidadãos em geral – permito-me acrescentar, como co-autor desta obra, que tem 333 entradas. De Absolutismo a Zé-Povinho.
Havia deputados, autarcas, escritores, vários jornalistas, muita gente amiga. Tive o gosto de encontrar por lá companheiros de diversas etapas profissionais e quatro colegas de blogue – a Inês Pedrosa, a Teresa Ribeiro, o Diogo Noivo e o Luís Naves. E também leitores do DELITO, que gosto sempre de conhecer nestas ocasiões.
Foi igualmente com imenso gosto que vi dois políticos que muito estimo acederem ao meu convite para apresentarem a Política de A a Z: José Ribeiro e Castro, que foi deputado logo na primeira legislatura democrática e presidente do CDS, e António Galamba, ex-secretário nacional do PS, ex-deputado e último governador civil de Lisboa. Dois benfiquistas que merecem o maior respeito do sportinguista que escreve estas linhas. Por pensarem pela própria cabeça e nunca terem hesitado em remar contra a maré dentro dos seus próprios partidos, dando assim genuínas lições de cidadania. Agradeço aqui as palavras lisonjeiras e porventura imerecidas que ontem proferiram, recomendando a leitura deste livro.
O Rodrigo Gonçalves e eu sublinhámos que uma das intenções da obra é colmatar uma lacuna do mercado editorial português num ano em que tanto se falará em política, por cá e lá fora. A propósito da nova administração norte-americana, dos processos eleitorais em França, Holanda e Alemanha, das eleições autárquicas portuguesas e do centenário da Revolução de Outubro na Rússia.
![Pol+¡tica da A a Z [7].JPG Pol+¡tica da A a Z [7].JPG](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20213006_jA6zA.jpeg)
A sessão terminou quase duas horas após as primeiras pessoas terem chegado ao sétimo piso do Corte Inglés. E depois de uma longa sessão de autógrafos, etapa que tanto parece maçar alguns autores mas que protagonizo sempre com muito agrado (este é já o meu quarto livro). Porque me recorda sempre quando estava eu do lado de lá, na fila dos autógrafos, para conseguir a assinatura de alguém que admirava ou estimava.
Hei-de falar disso aqui muito em breve. Para já, fica a minha recomendação para que espreitem esta Política de A a Z. Se me permitem a imodéstia, sou capaz de apostar desde já que vão gostar.

Pedro,
Também não me lembro de ver tanta gente naquele espaço, em eventos do género.
Como gosto de ler diversos livros ao mesmo tempo (ando a reler o Doutor Jivago) este teu dicionário calhou que nem ginjas.
Tenho quase a certeza que vai ser uma obra marcante.
Grande abraço com votos de muitos sucessos.
A gente lê-se e vê-se por aí!
Meu caro, havia tanta gente de pé como sentada. Foi muito gratificante assistir a esta sessão de lançamento tão concorrida e participada.
Gostei de te rever. Até breve, num jantar do (outro) blogue.
Grande abraço.
Ali, ali! — na segunda fila a contar do Inferno: o Lavoura!
Meu caro
Um leitor que já conhecia de outras ocasiões e que, para além de leitor, já se sente um bocadinho mais que só leitor, uma vez mais lhe agradece o autógrafo e as simpáticas palavras que deixou no exemplar que levava.
Acabei por não ficar até ao fim, do que me penitencio, mas já lhe contei que tenho tido aí umas emergências à minha volta.
Grande abraço
Gostei muito de o rever, meu caro. E ainda foi possível falarmos um bocadinho antes da grande enchente na sala.
Foi um gosto, como sempre.
Um abraço.