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Pedro Correia,

Tempo novo para os reformados. De Carlos Guimarães Pinto, n’ O Insurgente.

Chegou o frio, televisões. Do Francisco José Viegas, n’ A Origem das Espécies.

Jornalismo de merda. Do Luís Novaes Tito, n’ A Barbearia do Senhor Luís.

A velha ignorância. Do José Pimentel Teixeira, no Courelas.

Así que pasen cinco años. De Francisco Miguel Valada, no Aventar.

Saudade, poesia… au tempos des amours mortes. Do Nelson Reprezas, no Espumadamente.

0 comentários em “Ler”

  1. Caro Pedro:
    Obrigado pela informação.
    Em relação ao Aventar, e ao post que refere, acabo de lá deixar este comentário.
    —————————————-–
    Caro Francisco Miguel Valada:
    Não desista nunca desta sua estóica luta contra a irracionalidade, a incompetência e o modismo bacoco.
    Está acompanhado por muitos mais que estão contra este Aborto Ortográfico.
    Mas, infelizmente, há muito mais para além do AO, em boa parte fruto da desregulação e do desnorte que o mesmo veio acrescentar ao uso da Língua Portuguesa.
    Fala-se e escreve-se muito mal, e cada vez pior, nos «media», há cada calinada que nem lembraria ao Diabo (afinal, o Diabo não nos assusta apenas em relação às contas públicas, ameaçando-nos com a sua chegada eminente), afinal, o Diabo já faz parte da comunicação no nosso dia-a-dia, tornando-a cada vez mais difícil.
    Bem haja pela sua insubmissão à estupidez.

  2. Como disse antes, o vídeo esteve a ser transmitido em loop constante na SICn enquanto os pivots falavam com técnicos de saúde mental e com a Mãe do jovem agredido.
    Desde que comecei a contar vi as mesmas imagens cinco vezes.
    A SICn serviu na perfeição os interesses da gandulagem em causa ampliando em milhares, ou milhões, o número de visualizações.
    Só para completar o guião, transmitiu de seguida um vídeo de uma outra gandulagem americana a espancar um deficiente e rematou a série (não sei se houve sequência no alinhamento porque mudei de canal) com a imagem da criança refugiada, morta na praia, que no ano passado foi capa de todos os jornais.

    Se isto não é jornalismo de merda, não sei o que o será.

    Em, Jornalismo de merda. Do Luís Novaes Tito, n’ A Barbearia do Senhor Luís.

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