Velhos. Do Luís Januário, n’ A Natureza do Mal.
Trapos? Da Joana Lopes, no Entre as Brumas da Memória.
Rápido, rápido que ninguém está a ver. Do Henrique Burnay, no Aparelho de Estado.
Bom princípio, péssimo sintoma. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Perplexidades democráticas. Da Luísa, no Nocturno.
O descaramento. De Ana Gomes, na Causa Nossa.
País de merda. De Miguel Morgado, n’ O Cachimbo de Magritte.
Nanny State. Da Helena Matos, no Blasfémias.
Estava-se mesmo a ver que um dia a falésia vinha abaixo. De João Tunes, na Água Lisa.
Esta linha é Tua 2. Do Pedro Morgado, na Avenida Central.
Barba, tinto, branco, verde e rosé. De José António Abreu, n’ O Escafandro.
Detalhes. De António Godinho Gil, na Boca de Incêndio.
As mulheres são o que são. De Eugénia de Vasconcellos, na Mátria Minha.
(em actualização)

O 2711 deixou-te um desafio, evidentemente que livre de continuar ou não.
Já lá vou ver, Daniel. As correntes comigo têm sempre sequência. Não aderi nem tenciono aderir ao Clube da Gente Importantíssima, que finge não ligar a nada disto.
Abraço
Obrigado pela recomendação. Ainda por cima inserido entre tantos textos excelentes.
Um abraço. E parabéns pelo blogue.
Obrigada pela referência, Pedro.
Não tem de quê, Luísa. Com título é sempre mais fácil…
Olá, Pedro Correia.
Obrigada por recomendar as minhas mulheres.
Abraço.
Gostei muito de tudo, Eugénia – incluindo a foto, de um dos filmes da minha vida, com uma Diane Keaton capaz de afastar qualquer mafioso do mundo do crime.
Deixei um desafio para si nos meus blogs.
Um abraço!
Já lá vou espreitar, Ricardo.