«O País pode não estar melhor nem em vias de melhorar. É da competência do governo a função de governar, de melhorar, de impulsionar o País para cima, para fora da zona de estagnação, milímetros acima da eterna ameaça daquele hades chamado “lixo”.
Um País mantém-se coeso e forte pelas escolhas dos seus governantes. Mas um País não são só políticas, orçamentos, comissões, inquéritos… um País é principalmente um conjunto de seres humanos que ocupam uma zona territorial, têm os mesmos usos e costumes (com as étnicas variações pontuais como em qualquer lado), se regem pelas mesmas leis e falam a mesma língua.
E nisto o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, nosso Presidente da República, é exímio. Poderia deixar o cargo amanhã, mas já teria marcado a sua presidência pela positiva. É que ele fala a língua do povo e quem pouco ou nada entende de política, entende muito de respeito.»
Da nossa leitora Maria Dulce Fernandes. A propósito deste meu texto.

Muito Interssante. Veja também: om/
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Que desastre. Não têm mesmo consciência da realidade.
Estado e Nação. Coisas não necessariamente coincidentes e a segunda talvez bem mais natural. Sendo que o conceito de nação, todavia, ficou ferido, anatemizado – e essa ferida sabiamente aproveitada – pela acção dos “nacionalismos” e dos “internacionalismos”.
Costa