0 comentários em “Não há sanções”

    1. Para transformar a UE no inimigo. Para justificar posições de força dos parceiros da geringonça. Para ajudar a explicar os maus resultados que chegarão dentro de uns meses.

      (Exagero, claro. Desde 2005, o PS é campeão em arranjar desculpas. Também desta vez as arranjará.)

      1. Desde logo estas últimas semanas de “vai haver-não vai haver”. Perfeita desculpa para justificar desconfiança de agentes económicos, contracção de investimento, adiamento de decisões. Tudo num período crítico, tudo para sabotar a acção governativa. Tudo, obviamente, com repercussões a meses (anos?) de distância. Bem aproveitadinhas, ainda vão render muito…

        É de crer, aliás, que o plano de comunicação da verdade a que temos direito (essa, evidentemente) está pronto há muito. Em versões com e sem sanções ou multas. Esta gente não brinca em serviço.

        Costa

      2. Durante bastante tempo alguns tentaram retirar das costas o défice de 2015, considerando que a existir sanções não seriam relativas ao excesso do défice, mas um claro aviso às actuais políticas governativas do PS.

        Hoje, esses mesmos afirmam que se tratou de encerrar a questão do défice de 2015. Não se percebe o que aconteceu ao argumento de as sanções serem para penalizar o actual governo.

        O discurso político tem esta capacidade de se adaptar às circunstancias. Um bom político nunca recua nos argumentos perante um revés, adapta-se e segue em frente.

  1. Não há.

    Permita:
    “Relativamente às sanções também sou da opinião que o PS anda a fabricar uma cortina de fumo. E anda na medida em que as sanções não serão aplicadas”.
    Veja aqui:
    http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/rabulas-8501406#comentarios

    Mais:
    “Fico com a sensação que a malta ainda não compreendeu que a historieta das sanções, que não serão aplicadas, só estão aí para camuflar o inépcia das instituições europeias e dos governos europeus e fazer pressão sobre o que não conseguiram obter de Portugal no Orçamento aprovado e dizer a Espanha para não fazer o mesmo”.

    Veja aqui:
    http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/o-que-pensam-os-alemaes-8597860#comentarios

    Setembro aproxima-se. E em Novembro, com os dados das diversas instituições no domínio público, constataremos os resultados desta política que tantos criticavam.

    1. Caro Carlos, quando pagarmos – e muito – pela orgia (a funcionários públicos e reformados que o resto dos cidadãos servem é para a pagar: tanto assim que nem aparecem no discurso da nossa chefe de governo não oficial) presente, não sei se isso que agora nos aconselha o aliviará a si. Mesmo em doses cavalares.

      A menos que V. faça parte da camada mais protegida da clientela política em causa, claro. É bem capaz…

      Costa

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