26 comentários em “Passado presente (CXLV)”

      1. Além de um Dyane, também tive outro com a alavanca no ‘tablier’ e suspensão topa-tudo. Faltava-lhe o ‘design’, mas tinha o que faltava ao Dyane: era cheio de genica. Foi o 4L da Renault.

          1. Pois era o que os distinguia: um elegante e ronceiro, o outro desengraçado e rápido. Ambos pensados para o mesmo público: simples e versáteis, económicos e resistentes.

    1. O anúncio já não há. Carros haverá, embora em terceira mão. Mas é preciso muito cuidado: há por aí sujeitos, nomeadamente na política, a quem eu não compraria sequer um carro em primeira mão…

  1. As descidas, verdadeiramente alucinantes, na A5 , entre o Alto de Monsanto e o viaduto Duarte Pacheco, no carro de um amigo, são o que mais recordo. E o anúncio, claro, que eu sabia de cor (e ainda sei) e repetia lá em casa a torto e a direito. Obrigada por se (e me) ter lembrado!

      1. Alucinante, sim. Não tanto pela velocidade mas pelo número de pessoas que iam no carro (o único naquele grupo de amigos); porque sentíamos que, a qualquer momento, ele se iria virar; porque, naquele caso concreto, a porta do lado direito (que não fechava) tinha que ser agarrada por quem se sentava mais perto e porque, com aquela idade, todas essas pequenas coisas eram motivo de grande euforia.

  2. Foi o carro em que eu aprendi a guiar, muito antes de ter a carta…
    O anúncio é uma delícia, lembrava-me muito bem dele e também ainda sei a cantilena de cor.

  3. O anúncio é clássico, o automóvel nem por isso. Uma versão requentada do 2CV que acabaria por renascer com linhas identicas ao original e assim desaparecer.
    Quanto à suspensão, o 2CV original foi concebido para substituir as carroças na França rural. O requisito para a suspensão era ser capaz de atravessar um campo lavrado, levando um cesto de ovos e sem partir nenhum. Ou assim reza a História.

  4. Ohhh lembro-me bem do anúncio. Ainda hoje uso muitas vezes a frase “Lá vem a D. Maria, mais o seu belo carrinho” para uma amiga minha que se chama só Maria.

    Muito andei eu de Dyane… Ai ai (suspiros, muitos)

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