Além de um Dyane, também tive outro com a alavanca no ‘tablier’ e suspensão topa-tudo. Faltava-lhe o ‘design’, mas tinha o que faltava ao Dyane: era cheio de genica. Foi o 4L da Renault.
Pois era o que os distinguia: um elegante e ronceiro, o outro desengraçado e rápido. Ambos pensados para o mesmo público: simples e versáteis, económicos e resistentes.
Ganda máquina . E eu a vê-los passar 🙁 nha nha nha nha nha …:)))))
O anúncio já não há. Carros haverá, embora em terceira mão. Mas é preciso muito cuidado: há por aí sujeitos, nomeadamente na política, a quem eu não compraria sequer um carro em primeira mão…
As descidas, verdadeiramente alucinantes, na A5 , entre o Alto de Monsanto e o viaduto Duarte Pacheco, no carro de um amigo, são o que mais recordo. E o anúncio, claro, que eu sabia de cor (e ainda sei) e repetia lá em casa a torto e a direito. Obrigada por se (e me) ter lembrado!
Alucinante, sim. Não tanto pela velocidade mas pelo número de pessoas que iam no carro (o único naquele grupo de amigos); porque sentíamos que, a qualquer momento, ele se iria virar; porque, naquele caso concreto, a porta do lado direito (que não fechava) tinha que ser agarrada por quem se sentava mais perto e porque, com aquela idade, todas essas pequenas coisas eram motivo de grande euforia.
De facto, em certa idade todas as pequenas coisas são motivo de grande euforia. Se os Dyanes falassem…
Foi o carro em que eu aprendi a guiar, muito antes de ter a carta… O anúncio é uma delícia, lembrava-me muito bem dele e também ainda sei a cantilena de cor.
O anúncio é clássico, o automóvel nem por isso. Uma versão requentada do 2CV que acabaria por renascer com linhas identicas ao original e assim desaparecer. Quanto à suspensão, o 2CV original foi concebido para substituir as carroças na França rural. O requisito para a suspensão era ser capaz de atravessar um campo lavrado, levando um cesto de ovos e sem partir nenhum. Ou assim reza a História.
Ohhh lembro-me bem do anúncio. Ainda hoje uso muitas vezes a frase “Lá vem a D. Maria, mais o seu belo carrinho” para uma amiga minha que se chama só Maria.
Grande máquina. Bons tempos.
E bem engraçado, este anúncio.
G’anda máquina e belo anúncio.
Também tive um, embora de passagem.
Sempre gostei de Citroens. Deste também. Gostava da caixa de velocidades no ‘tablier’, dos faróis amarelos, da suspensão, do design.
Além de um Dyane, também tive outro com a alavanca no ‘tablier’ e suspensão topa-tudo. Faltava-lhe o ‘design’, mas tinha o que faltava ao Dyane: era cheio de genica. Foi o 4L da Renault.
Cheio de genica, o 4L? muito me contas, compadre. Ainda há dias vi dois a circular por Lisboa.
Pois era o que os distinguia: um elegante e ronceiro, o outro desengraçado e rápido. Ambos pensados para o mesmo público: simples e versáteis, económicos e resistentes.
Ganda máquina .
E eu a vê-los passar 🙁 nha nha nha nha nha …:)))))
Gasolina, mal precisam. Oficina, nem falar.
Fazia-me falta, estou a tirar a carta,era bonito um carrinho assim…Já não há mesmo??;)))
O anúncio já não há. Carros haverá, embora em terceira mão. Mas é preciso muito cuidado: há por aí sujeitos, nomeadamente na política, a quem eu não compraria sequer um carro em primeira mão…
O primeiro carro dos meus pais… em que me lembro de andar. Grande bólide! 🙂
Ehehehehe. Um bólide daquela época. Comparo este carro, e o 2CV, aos filmes do Jacques Tati.
As descidas, verdadeiramente alucinantes, na A5 , entre o Alto de Monsanto e o viaduto Duarte Pacheco, no carro de um amigo, são o que mais recordo. E o anúncio, claro, que eu sabia de cor (e ainda sei) e repetia lá em casa a torto e a direito. Obrigada por se (e me) ter lembrado!
Já somos dois. Também sei de cor, há muitos anos, a lengalenga deste anúncio bem engraçado que documenta um Portugal que já passou.
Descidas alucinantes? Não estou a ver… Ah! Sim! Com o motor desligado e em cima de patins…
Alucinante, sim. Não tanto pela velocidade mas pelo número de pessoas que iam no carro (o único naquele grupo de amigos); porque sentíamos que, a qualquer momento, ele se iria virar; porque, naquele caso concreto, a porta do lado direito (que não fechava) tinha que ser agarrada por quem se sentava mais perto e porque, com aquela idade, todas essas pequenas coisas eram motivo de grande euforia.
Tenho de concordar que era o carro certo para as maiores euforias da época e da idade própria.
De facto, em certa idade todas as pequenas coisas são motivo de grande euforia. Se os Dyanes falassem…
Foi o carro em que eu aprendi a guiar, muito antes de ter a carta…
O anúncio é uma delícia, lembrava-me muito bem dele e também ainda sei a cantilena de cor.
Também gostava deste carro por ter nome feminino.
O anúncio é clássico, o automóvel nem por isso. Uma versão requentada do 2CV que acabaria por renascer com linhas identicas ao original e assim desaparecer.
Quanto à suspensão, o 2CV original foi concebido para substituir as carroças na França rural. O requisito para a suspensão era ser capaz de atravessar um campo lavrado, levando um cesto de ovos e sem partir nenhum. Ou assim reza a História.
Certo.
Não se incomode, vá para dentro.
Certo.
Ohhh lembro-me bem do anúncio. Ainda hoje uso muitas vezes a frase “Lá vem a D. Maria, mais o seu belo carrinho” para uma amiga minha que se chama só Maria.
Muito andei eu de Dyane… Ai ai (suspiros, muitos)