Uma viagem na nossa terra


Pedro Correia,

 

«Antigamente, no tempo do Salazar, toda a gente vivia sem internet.»

0 comentários em “Uma viagem na nossa terra”

    1. Claro, meu amigo. Também não conheço nenhuma beirã que tenha a língua tão solta. Minhotas, isso sim.
      Aliás percebe-se logo pela pronúncia que não tem raízes na Beira. Nem vestígio na forma de falar…
      Ela própria diz no início que é de Tomar. Ribatejana, portanto. A dupla legenda falando em “mulher da Beira” é portanto um disparate.
      Mas não é por isso que trago aqui este vídeo. É por ser mais um postal típico do Portugal profundo. Ou de Tugal, como preferirmos. Daí a etiqueta.
      Um abraço.

    1. Ela pode decidir por você porque vocês todos querem Socialismo em vez de Liberdade – ou seja que o Estado tenha grande poder para normalizar, igualizar tudo. Não há objecção de consciência. Somos todos obrigados pela violência a ser Socialistas mesmo os que o não são.

      Se o Estado fosse muito menos Estado, com menos poder, já tinha menos poder para o afectar nas coisas com que não concordasse, pois haveria menos coisas que controla e mais que deixaria à discrição de cada um.

    2. Deviam ser os mais inteligentes como o Senhor Paulo Sousa a decidir, tirado-se o voto aos estúpidos. Isso é que seria democracia.

    3. Pois, chegamos a 2016 por haver pessoas como ela e não como tu. Se fossem todos tu, tu não eras.
      Democracia boa eras tu a decidir por pessoas como ela, mas qual o critério para isso ser
      assim?
      a
      Além disso, a democracia dela permitiu que tu sejas o que és, mas a tua não quer que ela seja o que é?
      Qual a melhor democracia?

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