FORREST GUMP (1986)
Autor: Winston Groom
Realizador: Robert Zemeckis (Óscar de Melhor Filme e Melhor Realização, 1994)
Forrest Gump tornou-se uma personagem iconográfica da ficção norte-americana do final do século XX. Prefiro o romance, mais agreste e satírico, ao filme de arestas arredondadas – apesar do bom desempenho de Tom Hanks, da presença incandescente de Robin Wright e da original realização de Zemeckis.

![Forrest-Gump-Book-Hardcover-1994[1].jpg Forrest-Gump-Book-Hardcover-1994[1].jpg](http://1.fotos.web.sapo.io/i/B0e084e1f/19492330_LePVv.jpeg)
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Quando das nomeações para os Oscars, constatei que o Forest Gump estava nomeado na categoria de Melhor argumento Adaptado ( creio até que ganhou o Oscar). Na altura vi o livro na Bertrand, se não estou em erro e estive quase quase para o levar comigo. Depois pensei que não poderia acrescentar nada de novo ao enredo e fiquei-me pelo filme.
Gostei mais do livro do que do filme, Dulce. O filme aliás omite vários aspectos importantes do romance. E torna-o bastante delicodoce.
Nunca li o livro. Quanto ao filme, gostei mas não adorei. Achei a banda sonora fabulosa.
Confesso que já estava a ficar um bocadinho farta do Tom Hanks e teria dado o Óscar ao regressado John Travolta no ‘Pulp Fiction’.
O de melhor realizador iria para o Kieslowski pelo ‘Trois Couleurs:Rouge’, um dos filmes da minha vida.
🙂 Antonieta
Eu também gostei imenso da banda sonora, de tal maneira que fui logo comprar o disco duplo. Que ainda oiço com frequência – e sempre com muito gosto.
O filme é de produção média, interpretado pelo entediante Hanks mas muito bem realizado sobretudo na componente técnica por Zemeckis, um cineasta que tem sido algo subavaliado. Precisa que um dia destes dois ou três críticos franceses o declarem “autor” para finalmente todos dizermos em coro que ele é genial. E reavaliarmos filmes como ‘Regresso ao Futuro’, ‘Contacto’ e ‘Roger Rabbitt’.
De qualquer modo, considero o livro superior ao filme.
Acabo de ver… (não sou propriamente cinéfilo) na box. Gostei, embora se chegue a momentos de um certo cansaço. Mas apreciei sobretudo o Gary Sinise. Quem diria que o senhor CSI fazia um papel daqueles.
Eheheh. Comigo aconteceu ao contrário. Como vi o filme antes (logo na estreia), a estranheza foi vê-lo depois naquele papel tão diferente no ‘CSI NY’.