É preciso muito cuidado para não tirarmos conclusões precipitadas no caso Panama Papers


Rui Rocha,

Só para dar um exemplo: pelo visto, acusam a irmã de Juan Carlos de Espanha, Maria del Pilar Alfonsa Juana Ignacia de Todos los Santos Borbón y Borbón, de estar envolvida. Tudo bem. Mas agora pergunto: como é que podem garantir que é ela e não alguém com um nome parecido?

0 comentários em “É preciso muito cuidado para não tirarmos conclusões precipitadas no caso Panama Papers”

  1. Este post parece-me uma brincadeira.
    Mas, mesmo que fosse a sério, não retiraria qualquer gravidade a tão grande monstruosidade.
    Os nomes são uma consequência.
    A causa é o sistema.
    A fé cega no mercado.

    1. Sim são uma consequência da opressão fiscal das democracias totalitárias.
      E o constante ataque que a democracias socialistas estão a fazer à liberdade.

      Da imposição da vontade da maioria – que na maior parte das vezes é uma minoria, basta ver a abstenção – por violência a tudo o que mexe.

      A causa são os direitos que o Anónimo a 06.04.2016 às 10:46 julga que tem em mandar nos outros que discordam dele.

  2. rasteira. o verdadeiro nome da senhora é María del Pilar Alfonsa Juana Victoria Luisa Ignacia y Todos los Santos de Borbón y Borbón-Dos Sicilias. Pode ser alguém parecido…

  3. no sucialismo os privados existem para servir o estado
    estes servem-se das off-shores (fora do costa) para fugir ao estado castrador

  4. Ou seja, é igualmente prematuro relevar que a diferença entre, p.ex. o xuxa Socas e o Putin é que este ultimo tem mais amigos beneméritos e endinheirados enquanto o outro só tinha um…

  5. Esta história das offshores e das virgens ofendidas, tendo em conta que ninguém as quer fechar (hoje até ouvi a deputados que a Madeira não é um offshore), faz-me lembrar aqueles que querem a legalização dos bordéis e depois ficam muito escandalizados quando o centro de emprego chama a filha deles porque há lugar num e se não aceitar o lugar fica sem o subsídio. Se é feio ter dinheiro nos offshores é muito simples: proíbam-nos.

    1. Então quer que não haja competição fiscal entre países.
      Ou seja competição politica.

      Belo. Mais um que quer totalitarismo ao nível mundial.

      1. Eu não quero nada. Por isso é que digo que me causa espanto o espanto dos políticos. Quando se junta a infanta de Espanha, o Messi e traficantes de droga ou de armas tudo no mesmo saco porque usam offshores, como se os offshores é que fossem o crime, tá tudo doido. Todos imaginamos que muitos criminosos têm dinheiro nos bancos nacionais. A origem do dinheiro é que tem de ser investigada e não o mealheiro.
        Quanto a totalitarismo a nível mundial, não se preocupe. Ele já existe. O mundo da alta finança já se encarregou disso.

        1. Okay. Entendi mal o teu texto. Para se perceber o que está em questão – e já agora perceber a censura dos jornalistas –
          https://danieljmitchell.wordpress.com/2016/04/06/operation-choke-point-bank-de-risking-and-obama-administration-coercion/

          O objectivo é acabar com o dinheiro físico, impedir todas as empresas de transaccionarem com pessoas “suspeitas”, punir qualquer país com baixos impostos.

          1. Tretas e crendices é o que mais há por este mundo digital.
            Objectivo? Sabe lá você qual é o objetivo?!
            Mais um que se alimenta de teorias da conspiração… Lunático!

          2. Teorias da conspiração?
            Como diria Mark Twain “It’s easier to fool people than to convince them that they have been fooled.”

          3. Viram demasiados episódios da série Ficheiros Secretos, só pode.
            Andamos todos atrás do mesmo. Mas por andarmos todos ao mesmo, não significa que andamos todos a conspirar no mesmo plano e de acordo com a mesma ordem. Se assim o fosse, a vida de todos os Homens seria um estado estático que dispensaria a inteligência e da capacidade que cada individuo tem para encontrar problemas e de encontrar soluções para problemas. E, como todos nós sabemos, no que a problemas nos diz respeito, cada qual gosta mesmo é de ver o seu resolvido, mesmo que o resultado disso, seja o de criar um novo problema na vida dos outros.
            Como vemos, a nossa actividade sobre este calhau voador de estática não tem nada, e assim é que deve ser.
            Quem procura uma ordem neste caos, sempre ade encontrar uma, ou até algumas, bem seu gosto, mas isso não significa que por procurar e encontrar, se está, de alguma forma, resolvendo os problemas da humanidade. Isso significa apenas que quem faz isso está somente procurando resolver o/s seu/s próprio/s problema/s.

  6. Chato disto é que dá para aumentar a competitividade, tanto para o lado bom como para o lado mau da raça.
    Com tanta crise e tanta revisão de crescimento em baixa, fico com a impressão que o lado mau está dominando o jogo.

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