Para que conste


Pedro Correia,

Dizem-me que há clamores enfurecidos de boicote à obra e mensagens de ódio em diversos matizes descarregadas contra o autor nas impropriamente chamadas “redes sociais”. A turba dos indignados volta a atacar: em vez do debate de ideias, prefere o aconchegado silêncio dos “consensos”. E atemoriza uns quantos timoratos, sempre prontos a amochar perante quem berra mais alto.

Lá estarei portanto, a partir das 18.30 de terça-feira, na Bertrand das Picoas, para assistir ao lançamento do livro do Henrique Raposo.

0 comentários em “Para que conste”

  1. o que me preocupa é a aspiração a sociologia do que li até agora. A superficilidade jornalística (e a interpretação pessoal) a quererem fazer história é um dado um pouco preocupante. Mas é assim agora nas televisões e jornais: por tudo e por nada há teses sobre os portugueses. Os portugueses são isto, os portugueses são aquilo, os portugueses são aqueloutro. A única coisa que tem acontecido muito por culpa do fanatismo republicano é o total esvaziamento da cultura portuguesa em políticas superficiais e em teses de circunstância.

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