«O meu marido contou-me duas histórias que lhe aconteceram em S. Francisco, a terra dele:
Uma vez um homem foi ter com ele no Rossio lá do sítio e meteu-lhe uma nota na mão. O Bill ficou a olhar para ele e o homem explicou: você deu-me sempre dinheiro quando eu lhe pedi, durante anos; agora tenho emprego, aqui tem o seu dinheiro de volta.
De outra vez uma rapariga tocou-lhe à campaínha e disse-lhe: não sei se se lembra de mim, mas uma vez pedi-lhe dinheiro para apanhar uma camionete para ir para casa da minha irmã para fazer uma cura de desintoxicação [a típica história da treta para a qual eu, pessoalmente, não tenho paciência nenhuma]; você deu-me uns módulos para a camionete, eu fui, fiz a cura e queria só dizer-lhe que continuo limpa.»
Da nossa leitora Isabel PS. A propósito deste texto da Francisca Prieto.
