Em boa hora reeditado entre nós, este que é um dos maiores prosadores de sempre da língua castelhana. Continua a haver muitas lacunas no mercado editorial português em relação a grandes autores espanhóis. Autores como Pio Baroja, Pérez Galdós e Miguel Delibes, por exemplo.
Pedro, Penso que sabe que vos acompanho desde o início do DO. Passei bons momentos no DO e proporcionaram-me excelentes reflexões. Costumava interagir com o saudoso João e não prescindia de ler o Pedro. É verdade que, ultimamente, não tenho comentado, mas não deixei de ser leitora assídua. E é precisamente por isso, porque continuo a lê-lo e prezo o que escreve e como escreve, que gostava de conhecer a sua opinião sobre este artigo da Estrela Serrano (http://www.jornaltornado.pt/sera-que-o-nosso-sistema-mediatico-e-de-direita/), sobretudo sobre este excerto: «Este sábado, o director do semanário Sol, Luís Osório, (…), constatando que esse facto torna os jornais todos iguais, o que, em sua opinião, é prejudicial à democracia. É curioso que sendo o Sol um dos mais jornais mais próximos da direita portuguesa, o seu director assinale esse facto sem, pelos vistos, ter poder para equilibrar essa orientação.» Os jornais tornaram-se todos iguais? Há falta de pluralidade ideológica na comunicação social? Perderam, os jornais, a capacidade para inverter a situação? Ou anularam essa capacidade em nome de outros interesses? Ao jornalista, que reconhece aquela falta de pluralidade ideológica e a sua prejudicialidade para a democracia, é legítimo nada fazer para inverter esse estado de coisas?
Obrigado por continuar a acompanhar-nos, Teresinha. Prometo para breve um conjunto de textos de reflexão sobre o jornalismo português e os inúmeros factores que conduziram à sua crise, em grande parte irreversível. Há muito que tenho este projecto. Será uma série, com vários capítulos.
(Aproveito só para rectificar: o Luís Osório não é director do semanário ‘Sol’. O director desse jornal chama-se Mário Ramires.)
Força nisso, Pedro. Prometo acompanhar e opinar (na esperança de que essa série, pela qualidade que sei que terá, possa constituir-se como mola de reflexão sobre o actual estado de coisas no jornalismo). Obrigada.
Ora aqui está um escritor que muito aprecio e de quem há muito tempo não leio nada.
Mais um para a tal lista…
🙂 Antonieta
Em boa hora reeditado entre nós, este que é um dos maiores prosadores de sempre da língua castelhana. Continua a haver muitas lacunas no mercado editorial português em relação a grandes autores espanhóis. Autores como Pio Baroja, Pérez Galdós e Miguel Delibes, por exemplo.
Pedro, osso-sistema-mediatico-e-de-direita/), sobretudo sobre este excerto: «Este sábado, o director do semanário Sol, Luís Osório, (…), constatando que esse facto torna os jornais todos iguais, o que, em sua opinião, é prejudicial à democracia. É curioso que sendo o Sol um dos mais jornais mais próximos da direita portuguesa, o seu director assinale esse facto sem, pelos vistos, ter poder para equilibrar essa orientação.»
Penso que sabe que vos acompanho desde o início do DO. Passei bons momentos no DO e proporcionaram-me excelentes reflexões. Costumava interagir com o saudoso João e não prescindia de ler o Pedro. É verdade que, ultimamente, não tenho comentado, mas não deixei de ser leitora assídua. E é precisamente por isso, porque continuo a lê-lo e prezo o que escreve e como escreve, que gostava de conhecer a sua opinião sobre este artigo da Estrela Serrano (http://www.jornaltornado.pt/sera-que-o-n
Os jornais tornaram-se todos iguais? Há falta de pluralidade ideológica na comunicação social? Perderam, os jornais, a capacidade para inverter a situação? Ou anularam essa capacidade em nome de outros interesses? Ao jornalista, que reconhece aquela falta de pluralidade ideológica e a sua prejudicialidade para a democracia, é legítimo nada fazer para inverter esse estado de coisas?
Obrigado por continuar a acompanhar-nos, Teresinha. Prometo para breve um conjunto de textos de reflexão sobre o jornalismo português e os inúmeros factores que conduziram à sua crise, em grande parte irreversível. Há muito que tenho este projecto. Será uma série, com vários capítulos.
(Aproveito só para rectificar: o Luís Osório não é director do semanário ‘Sol’. O director desse jornal chama-se Mário Ramires.)
Força nisso, Pedro.
Prometo acompanhar e opinar (na esperança de que essa série, pela qualidade que sei que terá, possa constituir-se como mola de reflexão sobre o actual estado de coisas no jornalismo). Obrigada.
Obrigado eu pelo incentivo, Teresinha.