Permitam-me a nota pessoal: faz hoje dez anos que me estreei na blogosfera. No blogue Corta-Fitas, de que fui um dos quatro fundadores. Lá permaneci entre 2006 e 2009, quando decidi criar este DELITO DE OPINIÃO. Passei também pelas equipas fundadoras do Albergue Espanhol (no biénio 2010-11) e do Forte Apache, além de ter escrito no PiaR. Em 2012 fui ainda membro do trio responsável pelo pontapé de saída do És a Nossa Fé, que segue pujante.
Como diz o ditado, quem corre por gosto não cansa. Ao longo desta década não houve praticamente um dia sem um texto meu em qualquer dos blogues – integrando a larga maioria dessas prosas o espólio do DELITO. Registo a efeméride não como um ciclo que se fecha mas como um percurso que prossegue, com novas e promissoras etapas.
Um percurso de convívio permanente com milhares e milhares de leitores. Confesso: nada me orgulha tanto como isso.

Prossiga… tem razão para estar orgulhoso!
Prosseguirei, sim. Hoje começa a minha segunda década blogosférica.
Admiro-lhe o ânimo. Que não esmoreça.
E obrigado!
Eu é que agradeço as apreciações e as palavras de incentivo que tantas vezes nos tem deixado, meu caro.
… E sempre contra o AO90. Também por isso… muito obrigado, Pedro.
Sempre. Incluindo nas sugestões diárias de livros. Não falha uma.
(Obrigado pelas visitas, Octávio. E pelos comentários que aqui tem deixado.)
Parabéns, Pedro. E obrigada por nos arrastares para estas aventuras contigo.
Grande abraço
Um blogue, tal como o concebo, é um viveiro de amizades. Assim tem sido no DELITO, Francisca.
Parabéns Caríssimo e obrigado por tudo.
(Ainda me lembro das picardias do VillaLobos no Amarelo Corta-fitas@Blogspot…)
Forte abraço
Um forte abraço, meu caro. Você é um dos leitores mais antigos e mais assíduos. Toda esta caminhada faz sentido em função de leitores que começamos por conhecer apenas como assinatura ou pseudónimo e acabamos (como é o caso) a conhecer pessoalmente.
Meu caro Amigo
Um grande abraço de quem lhe admira sempre a persistência e a coragem das opiniões.
Muito lhe agradeço, meu caro, as suas generosas palavras e todas as provas de amizade que já me demonstrou. Um forte abraço.
Dizem os doutos que durante a vida todos devem plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho. Creio que se deveria acrescentar criar blogues, blogues de valor, recheá-los de bons autores e textos excelentes, que apelam ao regresso constante e com o tempo, quem sabe, arriscar um comentário e verificar que a nossa opinião conta.
Passou célere uma década. Que conte muitas caro Pedro. Obrigada.
Passou rápido, sim. Mais de dez mil textos meus acumulados nestes blogues – sobretudo neste.
Obrigado, Dulce. Subscrevo a sua original tese, que amplia e actualiza a do Eça: um filho, uma árvore, um livro – e também um blogue. Para que um destino se cumpra ainda melhor.
Muito obrigada, do fundo do meu coração …
Eu é que agradeço, Ilda.
Já tudo foi dito, acima. Conheci todos esses blogues, ainda que não partilhando essa fé (como escrevi por aqui, há muito tempo, não fui tocado pela graça de apreciar o futebol).
E volto sempre ao DO e aos seus textos.
Costa
E eu aprecio muito a sua participação enquanto comentador, meu caro. Sem comentadores não vale a pena haver blogues. Basta aquela geringonça que não exige debate mas apenas um clique em jeito de aplauso automático.
Eu conheço os textos do Pedro há muito menos tempo. Penso que o meu primeiro comentário foi sobre aquele post em que o Pedro escreveu, de uma forma comovente, como descobriu o rolo por revelar na máquina do seu avô.
Nessa altura pensei: quem escreve assim tem de ser uma excelente pessoa.
E continuo a pensar o mesmo.
E já aprendi tanto com os seus textos.
Muito obrigada!
🙂 Antonieta
Lembro-me de ter escrito esse texto como se o tivesse feito esta manhã, Antonieta. Há textos que nos são impostos pela voz do sangue. Foi o caso.
Eu é que lhe agradeço a imensa generosidade que tem revelado nas suas apreciações diárias e as pistas que aqui vai deixando – sempre bem-vindas. A escrita, tal como a concebo, implica sempre um receptor. Caso contrário todos os esforços do emissor estão condenados ao fracasso.
É por essas e por outras que o Pedro é, na minha modesta opinião, a referência da blogosfera nacional. A referência maior que com ela se confunde.
Obrigado, Pedro, por estes 10 anos.
Muito lhe agradeço tão generosas (e imerecidas) palavras, Eduardo. Ao contrário do que alguns pensam, não considero que o papel da blogosfera esteja esgotado, longe disso. Houve, isso sim, uma reconfiguração do fenómeno. Quem ficou, quem perdurou, ficou mais forte.
Há por aqui uma escrita exigente que implica debate, contraditório, fundamentação. Nada a ver com as bocas de circunstâncias, tantas vezes sobre coisa nenhuma, que se destinam apenas à pesca acrítica de cliques por afinidade nas chamadas redes sociais.
Um abraço.
Parabens pelo que está feito e felicidades para o está ainda para vir ! 🙂
Obrigado, Fernando. Vá aparecendo sempre por cá. Um abraço.
Como amigo de longa data e tendo em conta que começámos nesta “coisa” de escrever (quase) ao mesmo tempo é com enorme alegria que vejo o teu sucesso.
Eu sei, eu sei… que não é deste sucesso que estavas à espera. Mas quem semeia, colhe…
E tu foste semeando, durante todos estes anos… E começas serenamente a colher os frutos. Provavelmente angariaste também muuuuuuuuitos inimigos. Faz parte! Atacaram-te de muitos lados mas tu respondeste sempre com a elevação daqueles que estão a bem com vida.
Mas tenho a certeza que neste “deve/haver” o saldo é francamente positivo. O “Delito” é uma referência na blogosfera. Tal como o “És a nossa fé”.
Provavelmente nem seriam essas referências se não estivesses tu ao leme desta(s) aventura(s).
Os meus sinceros parabéns, com votos de muita escrita.
A gente lê-se por aí!
Meu caro amigo, deixaste-me sem palavras – o que não é nada fácil. Um enorme abraço.
Bem hajas, Pedro.
Um beijo grato, Patrícia.
E bem 🙂 Parabéns, Pedro. É prosseguir.
É o que tenciono fazer, Marta. Obrigado.
Obrigada por me teres desafiado para esta aventura, primeiro no Corta-Fitas e depois aqui e pela tua qualidade, criatividade e perseverança. Sem elas provavelmente o Delito já teria passado à História, como tantos blogues.
Parabéns e que venham mais dez anos 🙂
A persistência é uma virtude, Teresa: há muito que me convenci disto. Obrigado pelas tuas palavras. São também um precioso incentivo.