Escrevi a cartinha ao Carlos Santos Silva e até agora prendas nada. Népias. Nicles. Chamem-me desconfiado, mas começo a perguntar-me se aquela coisa dos empréstimos do Sócrates não será tudo invenção.
11 comentários em “Não sei, tenho as minhas suspeitas”
Épa, tu tem esperança, ainda não é tarde! Já agora, aconselho-te a insistires mais c’o gajo. Água mole em pedra dura…
Por acaso é amigo do Carlos Santos Silva? Pelo que sei, só aos amigos é que ele dá prendas. Já tentou pedir ao Dias Loureiro? Peça a esse que esse, quando andava a estudar em Coimbra não tinha nada e desde que saiu da governação ficou ultra milionário. Tente…
Eu? Amicíssimo. As nossas famílias fazem férias juntas há mais de 20 anos. E sabe o que mais admiro no Carlos? A discrição. Veja lá que nunca me falou da repatrição dos milhões que tinha na Suiça. Nem uma palavrinha.
Então vou dizer-lhe uma coisa não é seu amigo. Se ele lhe escondeu isso, nunca lhe deu nada, pode ser tudo, menos seu amigo. É a verdade! Tente o outro, pode ser que calhe, nunca se sabe.
Vivemos no País das legalidades imorais, no entanto, já reparou que começa a haver escalões? Basta uma simples brincadeira que, imediatamente, alguém se sente “picado” e quer logo salientar as diferenças, daqueles que, neste país, serão uma longa lista de gente pouco “transparente”… se mais ou menos que este ou aquele… realmente, é o que menos interessa aos contribuintes porque estes, há muito tempo que desconfiam o quanto e, em quanto, estão a ser enrolados. Quantos serão os que enriqueceram, na sua passagem pela gestão pública? Será, certamente, uma longa lista que nunca será feita… mas que seria deveras interessante porque, o dinheiro não cai do céu, não cresce nas árvores e quem cabritos vende e cabras não tem, dalgum lado lhe vem… 😉
Aquela frase : um marmanjo de 50 anos que vive a conta do dinhero da mãe e dum amigo para estudar e escrever um livro em Paris é duma indigencia tipica de Portugal em que os “meninos” demoram mais a fazerem-se a vida; resume bem a capacidade dos portugueses de acreditarem em fantasias.
Épa, tu tem esperança, ainda não é tarde! Já agora, aconselho-te a insistires mais c’o gajo. Água mole em pedra dura…
Pois. A ver se para os Reis…
Por acaso é amigo do Carlos Santos Silva? Pelo que sei, só aos amigos é que ele dá prendas. Já tentou pedir ao Dias Loureiro? Peça a esse que esse, quando andava a estudar em Coimbra não tinha nada e desde que saiu da governação ficou ultra milionário. Tente…
Eu? Amicíssimo. As nossas famílias fazem férias juntas há mais de 20 anos. E sabe o que mais admiro no Carlos? A discrição. Veja lá que nunca me falou da repatrição dos milhões que tinha na Suiça. Nem uma palavrinha.
Então vou dizer-lhe uma coisa não é seu amigo. Se ele lhe escondeu isso, nunca lhe deu nada, pode ser tudo, menos seu amigo. É a verdade! Tente o outro, pode ser que calhe, nunca se sabe.
É por estas e por outras que sou um defensor do método sócratico (do Sócrates grego) para a descoberta da verdade.
Aahhaahhaahhah 🙂
Vivemos no País das legalidades imorais, no entanto, já reparou que começa a haver escalões? Basta uma simples brincadeira que, imediatamente, alguém se sente “picado” e quer logo salientar as diferenças, daqueles que, neste país, serão uma longa lista de gente pouco “transparente”… se mais ou menos que este ou aquele… realmente, é o que menos interessa aos contribuintes porque estes, há muito tempo que desconfiam o quanto e, em quanto, estão a ser enrolados.
Quantos serão os que enriqueceram, na sua passagem pela gestão pública? Será, certamente, uma longa lista que nunca será feita… mas que seria deveras interessante porque, o dinheiro não cai do céu, não cresce nas árvores e quem cabritos vende e cabras não tem, dalgum lado lhe vem… 😉
Sim, é muito interessante o fenómeno. É como se só pudesses falar de um crápula referindo todos os outros desde o tempo do Afonso Henriques.
Aquela frase : um marmanjo de 50 anos que vive a conta do dinhero da mãe e dum amigo para estudar e escrever um livro em Paris é duma indigencia tipica de Portugal em que os “meninos” demoram mais a fazerem-se a vida; resume bem a capacidade dos portugueses de acreditarem em fantasias.
Exacto, Cristof.