Falar claro


Pedro Correia,

Oiço nas televisões chamar terroristas aos terroristas. Nem sempre acontece, por isso apetece-me sublinhar o facto. Não há nada como falar claro.

0 comentários em “Falar claro”

  1. Erro, eles não são terroristas, são elementos de um exército não regular que procura a supremacia de uma cultura / religião sobre todas as outras de forma violenta e sem misericórdia .
    Enquanto os continuarem a tratar como terroristas no sentido “habitual” do termo eles estarão sempre um passo á frente.

    Eu bem dizia aqui no DO que muita gente iria procurar apoio na Rússia e engolir as afrontas que tem feito a esta Nação, espero que os europeus a isso obriguem os seus pseudo líderes.

      1. Não são terroristas, são baratas, vermes.
        Não há justificações nem compreensão, estes são actos sem qualquer desculpa.

        1. Os comentários acima (das18:43, das19:20 e 19:29) parecem de autores que não conhecem a História da Humanidade. A chamar nomes aos autores dos atentados não resolvem problema nenhum. Esperemos que o líderes políticos não enveredem por esse caminho e que aqueles comentadores sejam excepção.

          1. Qual é o problema de chamar tiranos aos tiranos, criminosos aos criminosos, terroristas aos terroristas, genocidas aos genocidas?
            O conhecimento da história da humanidade altera alguma coisa quanto a isso?
            Olhe que não, olhe que não.

          2. “Qual é o problema de chamar tiranos aos tiranos,…” Não há problema nenhum, é inútil.

          3. Se é “inútil” chamar tirano a um tirano, assassino a um assassino e carrasco a um carrasco, o que será útil, na sua opinião? Chamar-lhes Vossas Excelências? Tratá-los por “suas fofuras”? Servir-lhes cafezinho e um bombom?

          4. A linguagem é das coisas mais importantes numa guerra. E não só para ajudar a pensar.

          5. Direi mais: o palavreado é mesmo o mais importante, muito acima das Klashnikovs.

          6. Controlar as palavras é a aspiração suprema de qualquer estado totalitário. Por isso esses estados recorrem sempre a um léxico muito próprio. Como nos ensinou Orwell, a supressão de diversas palavras ou a sua perversão (p. ex: “Liberdade é escravidão”), condiciona por completo o pensamento.

          7. Nomes não chamei, porque nem isso merecem.
            Eu não quero resolver problemas com vermes, não merecem sentar-se à mesa com a humanidade.
            Os problemas que existem (fome, guerra,etc) devem ser resolvidos com os cidadãos (e seus representantes) em todos os países.
            Estas coisas não são de um país, nação ou religião – não representam nada e não procuram resolver nada.

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