Em Setembro – mês de mudança de estação e de intensos debates políticos – passarão por cá vários clássicos da canção em doses diárias: Leonard Cohen, Ella Fitzgerald, Yves Montand, Nina Simone, Frank Sinatra, Aretha Franklin, James Brown, Joan Armatrading, Tony Bennett, Gal Costa e Patxi Andion, entre vários outros.
Como sempre acontece quando muda a folha do calendário, agradeço desde já as vossas sugestões para as semanas que vão seguir-se em que diremos “até sempre” ao Verão e “olá de novo” ao Outono.

No Outono não pode falhar nunca o “falling leaves” na interpretação única de Nat King Cole.
É sempre uma boa sugestão, Carla. Tão boa que essa canção foi das primeiras a figurar nesta longa série – a mais antiga da blogosfera portuguesa. No original francês, ‘Les Feuilles Mortes’, cantada pelo Yves Montand com os belíssimos versos de Jacques Prévert.
Por falar em Jacques Prévert, adoro o poema ‘Cet Amour’ que tem uma belíssima interpretação do Serge Reggiani, mas possivelmente já passou por cá.
🙂 Antonieta
Não, não passou. Obrigado pela sugestão, Antonieta.
Que melhor música para falar sobre mudança, do que Changes, balada icónica do Ozzie, Black Sabbath no seu melhor ? 🙂 🙂
Boa sugestão, Dulce. Acolhida desde já.
Pedro, o Herbert Pagani já passou por aqui?
Eu ouvia muito a ‘L’étoile d’or’ quando andava a ler tudo o que se relacionasse com o Holocausto.
Foi uma canção que me marcou imenso.
Fica a sugestão.
🙂 Antonieta
Pagani já passou por cá com três canções: ‘Cento Scalini’, ‘Il Nostro Treno’ e ‘Oh, Nostalgia’. Mas não há duas sem três nem três sem quatro…
C’est en Septembre…
Bela canção do Bécaud, Sérgio. Já cá esteve, em duo com a Mireille Mathieu.
É uma das minhas canções favoritas de sempre, mas isto já o Pedro sabe.
A propósito, tenho sentido a falta dos comentários do rmg, que também gosta muito desta chanson, se bem me
lembro…
🙂 Antonieta
Julgo que o nosso amigo continua a ler-nos, mas talvez tenha perdido alguma paciência para comentar com aquela assiduidade a que nos habituou, Antonieta. Consigo compreendê-lo: nem sempre apetece escrever.
Não esquecer o “Recordar é viver” do Vitor Espadinha 😉
Eheheheh. Essa fica para a próxima série do DELITO, Cristina.