Ainda bem que fala nesse filme, Pedro. Tenho ali o dvd à espera de 171m disponíveis (detesto intervalos) e nem tinha reparado que era com a Girardot, só tive olhos para o Alain Delon (não admira, a capa é só com ele). Desta vez é que vai. 🙂 Antonieta
Um elenco de luxo: Alain Delon, Renato Salvatori, Annie Girardot, Paolo Stoppa, Claudia Cardinale. Talvez o melhor filme de Visconti. Infelizmente, um dos mais esquecidos. Costuma acontecer: ‘América, América’, talvez o melhor filme de Elia Kazan, é também aquele que menos costuma ser mencionado. Ou ‘Testemunha de Acusação’, excelente filme de Billy Wilder e um dos mais omitidos da sua obra.
Já o vi, Pedro, e é um filme extraordinário, com excelentes interpretações. E de repente parece tudo tão actual: as eternas migrações sul/norte em busca de uma vida melhor, sonhos desfeitos, crimes passionais. E a Annie Girardot entrou para a minha lista pessoal de Belles Toujours. (O Alain Delon há muito que faz parte dos meus Beaux Toujours). 🙂 Antonieta
Cinco estrelas, sem a menor dúvida. Há muitos anos que não o vejo. Mas tem cenas inesquecíveis.
Nem fiquei a saber se os filmes eram bons ou maus…só tinha olhos para ela.
Ora aqui está o que precisava ver depois de ter visto a Joana Amaral Dias. Prefiro em estado bruto. É como a plasticina, dá para fazer bonecos. Sou adepto da incessante disponibilidade da matéria-prima à criação.
Eis uma excelente, excelente atriz que era a indicação segura, seguríssima, de que o filme em que ia entrar era uma porcaria.
Mas eu, Isabel, lembro-me logo de um filme em que ela entrou e que é uma obra-prima do cinema: ‘Rocco e os Seus Irmãos’, de Visconti (1960).
Ainda bem que fala nesse filme, Pedro. Tenho ali o dvd à espera de 171m disponíveis (detesto intervalos) e nem tinha reparado que era com a Girardot, só tive olhos para o Alain Delon (não admira, a capa é só com ele).
Desta vez é que vai.
🙂 Antonieta
Um elenco de luxo: Alain Delon, Renato Salvatori, Annie Girardot, Paolo Stoppa, Claudia Cardinale. Talvez o melhor filme de Visconti. Infelizmente, um dos mais esquecidos. Costuma acontecer: ‘América, América’, talvez o melhor filme de Elia Kazan, é também aquele que menos costuma ser mencionado. Ou ‘Testemunha de Acusação’, excelente filme de Billy Wilder e um dos mais omitidos da sua obra.
Já o vi, Pedro, e é um filme extraordinário, com excelentes interpretações.
E de repente parece tudo tão actual: as eternas migrações sul/norte em busca de uma vida melhor, sonhos desfeitos, crimes passionais.
E a Annie Girardot entrou para a minha lista pessoal de Belles Toujours.
(O Alain Delon há muito que faz parte dos meus Beaux Toujours).
🙂 Antonieta
Cinco estrelas, sem a menor dúvida. Há muitos anos que não o vejo. Mas tem cenas inesquecíveis.
Nem fiquei a saber se os filmes eram bons ou maus…só tinha olhos para ela.
Tinha bom gosto, sem a menor dúvida.
Ora aqui está o que precisava ver depois de ter visto a Joana Amaral Dias.
Prefiro em estado bruto. É como a plasticina, dá para fazer bonecos.
Sou adepto da incessante disponibilidade da matéria-prima à criação.
Deduzo que não votará na Joana Amaral Dias.
Meu caro, o meu voto no PS é matéria sobejamente conhecida por aqui.
Deduzo portanto que prefere Edite Estrela ou Ana Gomes…
Voto no PS, não voto em mulheres.
Óptimo. Assim não corre o risco de votar em Heloísa Apolónia.
Já vi que o meu caro, para além da Rússia, também tem essas no pensamento.
Quanto à Rússia, e relativamente a esta secção, julgo que só terei a Irina Shayk no pensamento.
Agora a série “eternamente belas” já inclui beldades há muito falecidas?!
A beleza é eterna. Tão mais eterna quanto mais efémera.