Depende da genética, Rui: se fores descendente de Godos deves dizer “bolinho”; se porém nas tuas veias correr sangue das gentes de Mafoma dirás “pastel”.
Desde que seja em inho está certo. Bolinho, pastelinho, jaquinzinho, dinheirinho, Mourinho… Tuga que se preza fala por diminutivo. Aliás não somos tugas: somos tuguinhas.
Teríamos então as bolcalhoeiras, frondosas árvores, etc?
No caso de conter queijo da serra, acho que deverá ser queijada de bacalhau.
Depende do local 🙂
Se calhar “queijo de bacalhau”.
Se a moda pega………………..
E depois virá a versão descontruída.
Depende da genética, Rui: se fores descendente de Godos deves dizer “bolinho”; se porém nas tuas veias correr sangue das gentes de Mafoma dirás “pastel”.
Vou ali à árvore genealógica e já volto.
Desde que seja em inho está certo. Bolinho, pastelinho, jaquinzinho, dinheirinho, Mourinho… Tuga que se preza fala por diminutivo. Aliás não somos tugas: somos tuguinhas.
Já pra não dizer que marchava um copinho.
E se quisermos dizer, antes, um copinho de vinho branco?
Nem uma nem outra. Diz-se “bolo de bacalhau”.
E prontos.
No Norte, bolinhos de bacalhau. E, de preferência, sem queijo.
Bolos de bacalhau com queijo?!
Isto anda por aqui uma grande rebaldaria, Cristina.
Só depois de fazer este comentário li o outro post e percebi.
