Já dizia Estrabão que os lusitanos praticavam a Hecatombe, que é como quem diz hoje “… É, cá, tombe!” Por assimilação fonética, por tombarem às centenas, criou-se a ideia grega de que Heca-tombe, era um tombo de muitos, cem, em sacrifícios humanos. Viam-se gregos para contar, e “heca” passou a ser 100. Podiam estar certos, porque também usamos “sem” como equivalente a “cem”, mas não é de fiar nessa conta. Podiam ser mais de 100 que depois passavam a 0, “sem nada” de especial.
Mesmo sendo maus, e beras, os iberos contiveram-se. Assim por oposição ao construir, o dez-truir passou a base 10.
Dizimar, prática antiga contra a deserção, pela morte de 1 em 10 dos desertores, esquece a semelhança com “dizia-mar”, quando o suplicante era “desertor”, e seria assim condenado ao “deserto”, de certo. Ainda hoje usamos “estás deserto” quando arranja problemas para si, mas entretanto foi perdida essa ligação ao deserto, de certo.
Ora “briga”, é tida como fortificação, até porque “brique” (francês), ou “brick” (inglês), significa tijolo. Só que devemos lembrar os nossos brandos costumes. Por isso o “brigar” ou “bric-ar” sugere um tipo de brincadeira que consistia simplesmente em andar à pedrada aos outros, com “brics”, ou seja tijolos. Se não, vejamos os que dizem os nossos vizinhos: Sin embargo, el verbo “brincar” en español tiene un sentido muy distinto al cual estamos acostumbrados en portugués, él quiere decir lo mismo que “saltar”.
Portanto, ficou na linguagem dos vizinhos que “brincar” era “saltar”, e talvez isso indique a parte que lhes estava reservada nessa brincadeira. Sobre a relação com o mero “brinco”, enquanto pendente das orelhas… acho que já brinquei o suficiente.
Isso da Meritocracia… um sonho lindo, uma ilusão criada pela nossa imaginação… do mesmo tipo como acreditar em fadas, duendes ou outras coisas de género lol… Aliás, há muito tempo que a palavra mudou de significado, a tal forma de gestão em que as posições hierárquicas são conquistadas por merecimento, com base em valores associados à aptidão específica para determinada actividade e à competência, não há dúvida que ainda conseguem entender até à parte do conceito de merecimento… depois pensam que os valores são as cunhas e um grau de sabedoria elevado sobre como melhor “lamber botas” lol Quanto ao nosso espectador mero, com mais atenção, reparamos que, afinal, não é um mero mas um peixe-balão… com olhos e órgãos internos altamente tóxicos 😉 No entanto há quem goste, arriscando a vida a comer fugu… gosta de pôr a vida nas mãos do cozinheiro lol
Excelente; mas não me esquece do desodorizante.
Se calhar, é apenas arraia miúda.
Pois. E o que se lixa, mexilhão.
Merobriga… arruinada no Cá-cem.
Já dizia Estrabão que os lusitanos praticavam a Hecatombe, que é como quem diz hoje “… É, cá, tombe!”
Por assimilação fonética, por tombarem às centenas, criou-se a ideia grega de que Heca-tombe, era um tombo de muitos, cem, em sacrifícios humanos. Viam-se gregos para contar, e “heca” passou a ser 100.
Podiam estar certos, porque também usamos “sem” como equivalente a “cem”, mas não é de fiar nessa conta. Podiam ser mais de 100 que depois passavam a 0, “sem nada” de especial.
Mesmo sendo maus, e beras, os iberos contiveram-se. Assim por oposição ao construir, o dez-truir passou a base 10.
Dizimar, prática antiga contra a deserção, pela morte de 1 em 10 dos desertores, esquece a semelhança com “dizia-mar”, quando o suplicante era “desertor”, e seria assim condenado ao “deserto”, de certo.
Ainda hoje usamos “estás deserto” quando arranja problemas para si, mas entretanto foi perdida essa ligação ao deserto, de certo.
Ora “briga”, é tida como fortificação, até porque “brique” (francês), ou “brick” (inglês), significa tijolo.
Só que devemos lembrar os nossos brandos costumes. Por isso o “brigar” ou “bric-ar” sugere um tipo de brincadeira que consistia simplesmente em andar à pedrada aos outros, com “brics”, ou seja tijolos.
Se não, vejamos os que dizem os nossos vizinhos:
Sin embargo, el verbo “brincar” en español tiene un sentido muy distinto al cual estamos acostumbrados en portugués, él quiere decir lo mismo que “saltar”.
Portanto, ficou na linguagem dos vizinhos que “brincar” era “saltar”, e talvez isso indique a parte que lhes estava reservada nessa brincadeira.
Sobre a relação com o mero “brinco”, enquanto pendente das orelhas… acho que já brinquei o suficiente.
Tu, como o Arquimedes. Dão-te um ponto de apoio e vais por aí fora…
Antes um ponto de apoio, do que uma ponta da poia.
Pensa nisto!
Por aqui medes… thanks.
Resta saber a qualidade do mirone… será um mero mero-dos-açores, um mero mero-legítimo, ou um mero mero-preto lol
Com tanto mero, isto já parece uma meritocracia.
Isso da Meritocracia… um sonho lindo, uma ilusão criada pela nossa imaginação… do mesmo tipo como acreditar em fadas, duendes ou outras coisas de género lol…
Aliás, há muito tempo que a palavra mudou de significado, a tal forma de gestão em que as posições hierárquicas são conquistadas por merecimento, com base em valores associados à aptidão específica para determinada actividade e à competência, não há dúvida que ainda conseguem entender até à parte do conceito de merecimento… depois pensam que os valores são as cunhas e um grau de sabedoria elevado sobre como melhor “lamber botas” lol
Quanto ao nosso espectador mero, com mais atenção, reparamos que, afinal, não é um mero mas um peixe-balão… com olhos e órgãos internos altamente tóxicos 😉
No entanto há quem goste, arriscando a vida a comer fugu… gosta de pôr a vida nas mãos do cozinheiro lol
Esse tal de Mero não passará de espectador a espetador?
Poder pode. Mas nesse caso penso que será um peixe-espada.
Se forem duas peixotas … pode ser uma cavala!
E quem diz uma cavala, diz uma conspiração.
Se estiver observando a conversa é um Mero. Se estiver participando nela, é um Lero …