“O amor nos homens não é mais que o reconhecimento pelo prazer recebido” – Michel Houellebecq in “Submissão”
Do amor masculino
Teresa Ribeiro,
“O amor nos homens não é mais que o reconhecimento pelo prazer recebido” – Michel Houellebecq in “Submissão”
Por mera curiosidade, como completaria Michel Thomas o seguinte:
“_ ______ nas mulheres não é mais que o reconhecimento pelo prazer recebido”
Trata-se portanto de uma amor racional, lógico.
O amor nas mulheres é, pelo contrário, ilógico e, frequentemente, contraditório.
Infelizmente, há muita gente a quem se aplica esta frase. E não só homens. Será neles a percentagem maior do que nas mulheres? Eis a questão.
Pois, achei a frase provocadora, por isso quis pô-la à discussão, mas tendo a pensar da mesma maneira. Não será, com certeza, um traço comportamental exclusivamente masculino, embora seja razoável pressupor que tem prevalência masculina. Por questões culturais, o homem é mais autocentrado.
Verdade, Teresa. E a frase, de autoria de um homem, dá realmente que pensar…
Olha lá ó miúda, mas afinal o que é que isto tem para discutir?
Será o facto de estar assinado por um homem?
Ou é por resumir o paradigma do homem visto pelos olhos das mulheres?
– Que somos uns básicos?
– Que só pensamos em sexo?
– Que só fazemos o que gostamos e quando nos apetece?
– Que nunca crescemos?
– Que somos uns irresponsáveis?
Só para citarmos algumas…
Tudo isto até pode ser verdade, mas a verdade é que os gajos não querem saber…
É que também existe muito a dizer sobre a mulher:
– São umas complicadas.
– Não conseguir separar o amor do sexo.
– Adoram controlar e obrigar o homem a fazer o que querem, quando querem.
– Aos 14 já pensam como se tivessem 50.
– E têm a mania de que podem controlar tudo.
Mas sobretudo pensam ser o pináculo da criação.
Entre uns e os outros que venha o diabo e escolha!