0 comentários em “Ainda não é bem um programa de governo, mas está lá muito perto”
É urgente e imperativo. O que se passa com o carnaval é o mais negro fascismo. Querer preservar os cidadãos desse direito fundamental é uma clara violação dos direitos elementares do cidadão. Recordo aqui que já os Beastie Boys cantavam que é preciso lutar pelo direito à festa. Já para não falar da grande Cindy Lauper quando dizia que as moças só se querem divertir. E hoje a repressão impede-nos de gozar de tais direitos.
O carnaval festeja-se, o governo é que não quer nada com o Carnaval. Querem que se trabalhe porque, segundo eles, os portugueses trabalham pouco e como tal, foi tudo para o trabalho. Trabalhou-se e bem, a ver os corsos carnavalescos!…
Temendo enfrentar um chumbo do seu pacote de reformas de liberalização económica, o Governo francês resolveu retirá-lo de votação e aprová-lo por decreto. Oposição de centro direita avança com moção de censura, cuja votação está agendada para a próxima quinta-feira.
A imprensa francesa chama-lhe uma aprovação “à força”. Temendo enfrentar um chumbo da maioria dos deputados no Parlamento, o Governo francês resolveu retirar o polémico pacote de reformas da agenda, e aprová-lo por decreto. O anúncio foi feito esta tarde pelo primeiro-ministro Manuel Valls, durante a sessão na Assembleia Nacional onde era suposto submeter as medidas à votação dos deputados.
O projecto de lei Macron, como foi baptizado, numa alusão ao nome do ministro da economia que o propôs, será aprovado de forma “administrativa”, com recurso a um expediente constitucional que permite ao governo fazer passar uma proposta de lei sem a sujeitar a votação, isto desde que no espaço de 48 horas não seja aprovada uma moção de censura.
A política do Costa faz-se dessas com licença m3rdas.
Aqui em Lisboa, a CML lembrou-se, 50 anos depois da morte de Humberto Delgado, de dar o seu nome ao aeroporto da Portela. O que, tanto tempo passado, pareceria um bocado estranho não fosse o caso de se tratar de um mero instrumento de oposição à privatização da TAP.
É urgente e imperativo. O que se passa com o carnaval é o mais negro fascismo. Querer preservar os cidadãos desse direito fundamental é uma clara violação dos direitos elementares do cidadão. Recordo aqui que já os Beastie Boys cantavam que é preciso lutar pelo direito à festa. Já para não falar da grande Cindy Lauper quando dizia que as moças só se querem divertir. E hoje a repressão impede-nos de gozar de tais direitos.
É verdade , amigo João
É uma tristeza ver os festivais de música às moscas!…
Até o Rock in Rio / Lisbon!!!
Se se perdem as eleições seguintes tirando o Carnaval é natural que se ganhem as eleições seguintes dando o Carnaval, tenha lá paciência…
O carnaval festeja-se, o governo é que não quer nada com o Carnaval. Querem que se trabalhe porque, segundo eles, os portugueses trabalham pouco e como tal, foi tudo para o trabalho. Trabalhou-se e bem, a ver os corsos carnavalescos!…
Temendo enfrentar um chumbo do seu pacote de reformas de liberalização económica, o Governo francês resolveu retirá-lo de votação e aprová-lo por decreto. Oposição de centro direita avança com moção de censura, cuja votação está agendada para a próxima quinta-feira.
A imprensa francesa chama-lhe uma aprovação “à força”. Temendo enfrentar um chumbo da maioria dos deputados no Parlamento, o Governo francês resolveu retirar o polémico pacote de reformas da agenda, e aprová-lo por decreto. O anúncio foi feito esta tarde pelo primeiro-ministro Manuel Valls, durante a sessão na Assembleia Nacional onde era suposto submeter as medidas à votação dos deputados.
O projecto de lei Macron, como foi baptizado, numa alusão ao nome do ministro da economia que o propôs, será aprovado de forma “administrativa”, com recurso a um expediente constitucional que permite ao governo fazer passar uma proposta de lei sem a sujeitar a votação, isto desde que no espaço de 48 horas não seja aprovada uma moção de censura.
(Jornal Negócios)
A política do Costa faz-se dessas com licença m3rdas.
Aqui em Lisboa, a CML lembrou-se, 50 anos depois da morte de Humberto Delgado, de dar o seu nome ao aeroporto da Portela. O que, tanto tempo passado, pareceria um bocado estranho não fosse o caso de se tratar de um mero instrumento de oposição à privatização da TAP.
Para carregar ou aliviar? É a mão do Costa á socapa no cartaz do 44 da senhora?
E foi mascarrado de Gandhi do Intendente, eheh…