Gosto muito de vários livros dele. É talvez o meu prosador português favorito do século XX. Nunca me canso da desta prosa, tão densa e tão límpida em simultâneo.
O tema continua actual. O que falhou na educação? Tanta informação,até mesmo a arte da célebre escultora,lembra-se? Uma família livre,aberta.E um diálogo retrospectivo sobre isso tudo. A União Soviética traduziu-o e editou-o por lá.O que o espantava.Talvez fossem poucos exemplares,para mostrar que.
E reler talvez uma das últimas intervenções públicas,Do Ódio Fundamental.Quem diria? Vinte anos depois. Para se defender a Europa pode precisar de dar ao gatilho mas já não tem uma única ideia para tal.Outros têm-na,e dão ao gatilho.Foi escrevendo mais ou menos isto na Conta Corrente.Ninguém gostou,claro.
Este é, talvez, o meu livro preferido do Vergílio Ferreira.
Fiquei com vontade de o reler.
🙂
Antonieta
Gosto muito de vários livros dele. É talvez o meu prosador português favorito do século XX. Nunca me canso da desta prosa, tão densa e tão límpida em simultâneo.
O tema continua actual.
O que falhou na educação? Tanta informação,até mesmo a arte da célebre escultora,lembra-se? Uma família livre,aberta.E um diálogo retrospectivo sobre isso tudo.
A União Soviética traduziu-o e editou-o por lá.O que o espantava.Talvez fossem poucos exemplares,para mostrar que.
Continua actual, sim. E de que maneira.
E reler talvez uma das últimas intervenções públicas,Do Ódio Fundamental.Quem diria? Vinte anos depois.
Para se defender a Europa pode precisar de dar ao gatilho mas já não tem uma única ideia para tal.Outros têm-na,e dão ao gatilho.Foi escrevendo mais ou menos isto na Conta Corrente.Ninguém gostou,claro.
Ninguém gostou. Mas a obra fica. Vergílio Ferreira, como excelente intelectual que era, via muito à frente do seu tempo.