Há um certo fatalismo na forma como encaramos a vida e suas transformações.
“Na natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma”. A lei de Lavoisier aplica-se também aos regimes.
Parece-me que não nos apercebemos da grandeza das transformações que estão para ocorrer, e que se iniciaram precisamente com o fim de um ciclo em que as massas eram controladas e/ou direccionadas para estruturar seus comportamentos por uma espécie de mimetismo. Entretanto, com o fim do referido ciclo, entramos numa era em que a informação começou a ser em quantidade tal que as massas, elites e não elites, reagem quase que de forma paloviana. Significa isto que este excesso de informação desestabiliza a mente, porque carece de julgamento e discernimento.
Para se poder viver e sobreviver é necessário ter uma razão para viver. É no meio de todas estas transformações, e por ausência da reflexão, que nos daremos conta que há um fundamento perdido, melhor, esquecido. Este fundamento é exactamente o mesmo que os alicerces de uma habitação, não se vêem mas seguram-na e tornam-na sólida. É simples reconhecer este alicerce: leva por nome ética.
Não necessitamos compreender e conhecer Aristóteles para aplicar a ética, para distinguir o que devemos ou não fazer para superar as desigualdades e contrariar as tendências que criam uma massa de esquecidos, para contrariar a institucionalização da pobreza e a exploração que desta se faz. Esta ética, ainda que esquecida, já habita o Homem. É também conhecida por “regra de ouro”; e está traduzida nas mais diversas constituições que deviam reger e equilibrar as relações de um povo e entre os povos. Foi inicialmente escrita numa pedra ou tábua: “Ama o próximo como a ti mesmo”, isto é, “não faças aos outros o que não queres que te façam”.
Tudo na vida tem um princípio e um fim e até ele terá o seu fim ou será que se julga eterno? Ele, é mais um que tem a mania que sabe tudo e tem a razão toda! Este, é outro que Deus nos guarde se for parar ao poder……… Ele é: eu quero, posso e mando.
Então aí pelo Poarto é um fim à bista.
http://expresso.sapo.pt/rui-moreira-dema rca-se-de-rui-rio=f899575
Há um certo fatalismo na forma como encaramos a vida e suas transformações.
“Na natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma”. A lei de Lavoisier aplica-se também aos regimes.
Parece-me que não nos apercebemos da grandeza das transformações que estão para ocorrer, e que se iniciaram precisamente com o fim de um ciclo em que as massas eram controladas e/ou direccionadas para estruturar seus comportamentos por uma espécie de mimetismo.
Entretanto, com o fim do referido ciclo, entramos numa era em que a informação começou a ser em quantidade tal que as massas, elites e não elites, reagem quase que de forma paloviana.
Significa isto que este excesso de informação desestabiliza a mente, porque carece de julgamento e discernimento.
Para se poder viver e sobreviver é necessário ter uma razão para viver. É no meio de todas estas transformações, e por ausência da reflexão, que nos daremos conta que há um fundamento perdido, melhor, esquecido. Este fundamento é exactamente o mesmo que os alicerces de uma habitação, não se vêem mas seguram-na e tornam-na sólida. É simples reconhecer este alicerce: leva por nome ética.
Não necessitamos compreender e conhecer Aristóteles para aplicar a ética, para distinguir o que devemos ou não fazer para superar as desigualdades e contrariar as tendências que criam uma massa de esquecidos, para contrariar a institucionalização da pobreza e a exploração que desta se faz.
Esta ética, ainda que esquecida, já habita o Homem. É também conhecida por “regra de ouro”; e está traduzida nas mais diversas constituições que deviam reger e equilibrar as relações de um povo e entre os povos. Foi inicialmente escrita numa pedra ou tábua: “Ama o próximo como a ti mesmo”, isto é, “não faças aos outros o que não queres que te façam”.
Por favor, onde se lê “paloviana” leia-se pavloviana.
Quem condena este regime é o madeirense Jardim.
O mesmo que dizer, “chama-lhe puta, filha, antes que te chamem a ti”
E os que fazem os regimes também não ficam cá. Garantido.
Já o outro lá dizia que a democracia é o pior dos regimes.
Rui Rio demonstra bem como é estruturalmente Fascista. Tudo no Estado. Nada fora do Estado.
Tudo na vida tem um princípio e um fim e até ele terá o seu fim ou será que se julga eterno? Ele, é mais um que tem a mania que sabe tudo e tem a razão toda! Este, é outro que Deus nos guarde se for parar ao poder……… Ele é: eu quero, posso e mando.
Um émulo de La Palisse…