4 comentários em “Frases de 2014 (33)”

  1. Se lhes derem tempo a narrativa ainda consegue ajeitar as coisas de modo a que o erario publico(vulgo Zé) acabe por pagar a conta. Olhando para os troll´s sobre a narrativa do PEC IV a coisa vai entranhando-se e faz caminho.
    Nas propriedades existe uma lei semelhante que se chama usucapião

  2. Parece-me que anda uma nuvem por Portugal a fazer desaparecer bancos. Começou com o BPN, depois avançou para o BPP, causou estragos no BCP e avançou para o BES.
    Presumo que seja a mesma nuvem. Alguém tem conhecimento dela?

  3. Muita gente ficou surpreendida por Ricardo Salgado ter recebido 14 milhões de euros “por baixo da mesa” ofertados por um “pato-bravo” da construção civil, sabe-se lá porquê.
    Eu não fiquei, porque soube sempre como se comportaram as elites portuguesas ao longo da História de mais de oito séculos do rectângulo onde nascemos e vivemos, pondo sempre os seus interesses imediatos à frente dos interesses do país e dos portugueses, mesmo quando o que estava em causa era a independência nacional.
    Esta excelente entrevista do Publico a um historiador espanhol confirma isso mesmo, na parte que diz respeito à época dos Filipes.

    http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/-o-portugal-dos-filipes-e-uma-criacao-portuguesaisabel-de-braganca-e-a-primeira-encarnacao-de-uma-rainha-moderna-para-a-nacao-espanholaas-comunidades-tem-direito-as-suas-proprias-memorias-mesmo-que-elas-nao-tenham-grande-rigor-historico-1679297

    1. A sua ligação, Alexandre, é um excelente contributo para que compreendamos este Portugal da Alemanha, que se inicia com Sócrates e consolida-se mais ainda com Passos. Mas também este Portugal de um qualquer investimento chinês que serve para tentar encher o olho de pedintes e manter monarcas no activo (vai tudo dito em tom irónico). Mas também este Portugal do FMI e BCE que está aí para justificar políticas desejadas por pedintes que se encaixam na vida por reprodução do mais do mesmo e que tudo fizeram para que o status se mantivesse.
      Perante a derrocada dos estranhos, os cortesãos pretendem agora usar o argumento que são os autores dessa mesma queda alegando que sempre entenderam aquilo que demonstravam não entender e não querer que era um Portugal dos portugueses.
      Na realidade não temos um Portugal de “Filipes”, mas de um grupo de aias que argumentando sobre “Filipes” e pretendendo fingir que são diferentes das aias anteriores lá vão governando com o beneplácito de um “vice-rei”. Ainda assim justificaram que tudo isto devia ser feito pois não fossem os “Filipes” zangarem-se.
      Mas quem se zangou a sério foram os czares, e com isto fizeram deslocar a fronteira do equilíbrio, que os arrogantes pretendiam manter como arma de chantagem, mais para leste.
      E os traidores vendo em si os erros dos “Filipes”, que sempre desejaram, e pretendendo disfarçá-los lá começam a propaganda para ver se recuperam a moral que perderam e fingir que agora desejam um Portugal de libertos.

      Tenho dito e puta que pariu para esta política de merda.

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