Eu por acaso sempre a achei cheia (ou, como dizem os anglo-saxónicos, full of) de outra coisa. Mas os tempos com ela, Noronha e Monteiro foram certamente tempos cândidos. Ou, para ir a um livro que o 44 talvez esteja a ler – em francês, obviamente – lá na cela (Candide, de Voltaire), tempos panglossianos.
Era bom, não era? Temos pena.
Nah, ainda não temos pena – o homem não foi condenado.
Nem almoços no Aviz.
Talvez o deixem ir ao Fialho. hp?option=com_content&task=view&id=3&Itemid=9
http://restaurantefialho.com/index.p
Ou ao Bardamoeda…
Boa! nem candidas cheias de pureza.
Eu por acaso sempre a achei cheia (ou, como dizem os anglo-saxónicos, full of) de outra coisa. Mas os tempos com ela, Noronha e Monteiro foram certamente tempos cândidos. Ou, para ir a um livro que o 44 talvez esteja a ler – em francês, obviamente – lá na cela (Candide, de Voltaire), tempos panglossianos.