13 comentários em “A cabala (4)”

    1. O sr. ex-PGR é grande apreciador de livros, tanto que esteve presente no lançamento do livro que o outro escreveu directamente em francês. Não estranho nadinha de nada que tenham falado muito mas mesmo muito de livros.

  1. «promiscuidade entre política e justiça» Ahahahahahah Isto já chegou a níveis de alta comédia.
    Será que faltam espelhos neste mundo!?

  2. Devia era ter sido feita uma destruição de todos os indícios, uma vez que, para se investigar um ex-PM, será certamente necessária uma autorização especial dos ex procuradores gerais e dos ex presidentes do supremo.

  3. Um ex PGR ao nivel do ex 1º ministro. Acabàmos de ser informados que Sócrates fica em prisão preventiva. Fico contente e feliz? não, não fico.
    As graves e lamentáveis situações que têm assolado este pobre país, desde o caso BES, passando pelos vistos gold e agora a prisão do ex 1º ministro, são muito maus para a nossa Democracia.
    Não estou de acordo com os que dizem que o regime está em causa, e que os politicos são todos iguais, porque não são. Mas esta situação deve ao menos servir para nos fazer reflectir sobre que país queremos para nós e para os nossos filhos e netos.
    Hoje, e apesar de a Justiça estar a fazer o seu caminho, é um dia muito triste para Portugal e para os portugueses.

  4. Entrevistas como a que o sr. Pinto Monteiro deu permitem compreender muito do que se passou quando ele foi PGR.

    E, a propósito de livros, tendo o livro do sr. Pinto de Sousa sido lançado em 23 de Outubro de 2013, em importante cerimónia em que o sr. Pinto não de Sousa picou o ponto, como explicar que tivesse de esperar até finais de Novembro de 2014 para o sr. Pinto de Sousa lhe oferecer o tal livro? Como é que o sr. Pinto não de Sousa terá aguentado mais de um ano na ignorância de tão relevante obra?

  5. Agora se comeca a perceber o que se passou com a destruicao das escutas. So falta o presidente do supremo vir falar

  6. Não percebo. Tinha sido muito melhor para ele ficar calado, dizer que almoçou com Sócrates a título pessoal e que não tem que dar satisfações a ninguém. Dizendo o que disse, o que só é possível por nos tomar a todos por muito parvos, enterrou-se completamente na lama. É inacreditável.

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