Passos Coelho recua e garante que cidadãos prejudicados poderão recorrer a uma cláusula de salvaguarda que lhes permitirá manterem-se pela hora de Verão. Entretanto, o primeiro-ministro garantiu ainda que a hora agora perdida poderá ser recuperada já em Abril de 2015 se a arrecadação fiscal for superior ao esperado.
Mudança da hora
Rui Rocha,

Agora a sério, a cláusula de salvaguarda anunciada pelo governo é uma esperteza de chico-parvo. Só funciona se o contribuinte, na altura da entrega do IRS, TIVER CONHECIMENTO E SE LEMBRAR DE PEDIR TAL COISA. Se não estiver a par ou se não lhe ocorrer no momento, não há cláusula nenhuma que lhe valha.
Óbvia e evidentemente, apenas se lhe poderia chamar cláusula de salvaguarda se AUTOMATICAMENTE fossem aplicadas as condições mais favoráveis ao contribuinte.
“Quando forem validar a declaração de IRS, os contribuintes terão uma opção onde pedem ao Fisco que faça dois cálculos para a liquidação do imposto: um com base nas regras antigas (actualmente em vigor) e outro com as novas regras (de 2015). A liquidação do imposto será a mais favorável ao contribuinte
Do jornal “Público”
A maior parte das pessoas julga que as situações são todas iguais às deles e, ainda mais, acha que os outros contribuíntes são todos burros.
Há “chicos-parvos” por toda a parte, já não nos bastavam os do governo!
Não se arme em chico-esperto, que de chicos-pavos ando eu cheio.
Não se arme em chico-esperto, que de chicos-pavos ando eu cheio.
«Quando forem validar a declaração de IRS, os contribuintes terão uma opção onde pedem ao Fisco que faça dois cálculos para a liquidação do imposto: um com base nas regras antigas (actualmente em vigor) e outro com as novas regras (de 2015). A liquidação do imposto será a mais favorável ao contribuinte.
A iniciativa tem de partir do contribuinte, ou seja, só tem direito a esta salvaguarda quem pedir ao fisco que faça a comparação. Quem o fizer, tem de “confirmar as despesas de saúde, de educação e de habitação, e discriminar no Portal das Finanças as respectivas facturas ou documentos de suporte”. E é aí que a Autoridade Tributária e Aduaneira envia “a nota demonstrativa da liquidação mais favorável ao contribuinte”.»
Embrulhe.
É natural que ande cheio de “chicos-pavos”, até repetiu o aviso , provávelmente vê um sempre que olha para o espelho.
Eu é que não sei o que são “pavos”.
Está visto que foi ler o mesmo artigo, pôs o resto da conversa que eu poupei, era isso que eu queria para ver se percebia.
Mas não percebeu, papagueou o resto como qualquer um que nem sabe como o sistema funciona e acha, tal como eu disse, que toda a gente tem um IRS como o deles e é estúpida.
É tão pouco prudente que nem lhe passou pela cabeça que eu tinha lido o artigo todo mas me bastava uma palavra logo ali ao princípio.
Ora nem ler sabe.
Escreveu “TIVER CONHECIMENTO E SE LEMBRAR DE PEDIR TAL COISA”.
Se soubesse ler via logo, logo ali no princípio “Quando forem validar a declaração de IRS”.
Ora diga-me lá , só como exemplo, como é que pela Internet se envia sem ter validado a menos que se seja completamente burro?
Portanto o “chico-esperto” que acha que os outros são todos burros é você.
Eu limitei-me a embrulhar e a deitar para o lixo, cheirava mal.
Explicando para muito burros que o são:
“A iniciativa tem de partir do contribuinte, ou seja, só tem direito a esta salvaguarda quem pedir ao fisco que faça a comparação.”
A I N I C I A T I V A T E M D E P A R T I R D O C O N T R I B U I N TE
A I N I C I A T I V A T E M D E P A R T I R D O C O N T R I B U I N TE
A I N I C I A T I V A T E M D E P A R T I R D O C O N T R I B U I N TE
Conversa acabada, burros profissionais não merecem mais.
Agradeço as suas simpáticas palavras.
Eu respondi a “TIVER CONHECIMENTO E SE LEMBRAR DE PEDIR TAL COISA” e não ao resto e você só manda bolas fora em relação a esse facto concreto e me vem com o resto.
Eu sei que a iniciativa é do contribuínte, eu li tudo , você é que não.
E o burro sou eu!
Você não faz a ponta de um corno de ideia de como é construído o modelo que vai funcionar e de quais são as premissas usadas para confirmação das realidades de cada um e porquê mas caga sentenças só para mostrar que existe.
Mas se a matemática não é o forte nacional então a informática nem pensar.
Mandar mails e pôr comentários nestas caixas é todo o conhecimento “científico” que há por aí.
Portanto você não será o maior da sua rua, nem talvez do seu prédio mas é certamente o maior em sua casa.
Passemos o momento de humor (negro) proporcionado pelos comentários anteriores e o facto do meu caro “depuralino” (nick oportuno) ter insistido
em discutir um caso de que eu não tinha falado, recusando-se a falar no que eu tinha abordado.
Como este tipo de comentários “indignados” não trazem informação nenhuma e só servem para baralhar mais as pessoas que, já de si, se baralham bem sózinhas com a complexidade de alguns documentos, vou tentar um pequeno esclarecimento, desde já agradecendo que me chamem a atenção se tiver cometido algum erro.
O sistema já calcula “automáticamente” o valor mais favorável, como é óbvio para quem saiba o mínimo destas coisas e por isso nem falei nisso sequer.
O que acontece é que alguns simuladores postos à disposição na net, nomeadamente o da Price Waterhouse, detectaram que havia a possibilidade de isso não ser assim em casos pontuais, friso bem que pontuais pois a palavra não é minha e até pode ser encontrada na útil explicação que o Expresso hoje dá no seu caderno de “Economia”(pág.3).
Assim, no caso de pessoas sem filhos (e mesmo nalguns casos de pessoas só com um filho) pode haver um prejuízo se determinadas despesas , nomeadamente as de saúde, educação e habitação forem muito elevadas pois só as de saúde permaneciam autónomas.
Daí que as pessoas que se inserem nessa categoria devam estar atentas, aliàs nestas matérias deve-se estar sempre pois 90% das pessoas que vêm para cima de mim com histórias tristes de impostos é porque não tiveram cuidado no preenchimento.
À semelhança do que acontece noutros casos – o englobamento de rendimentos é um caso típico de falta de conhecimento porque ninguém lê nada – há que saber em que categoria estamos, o que nos é mais conveniente e informar o sistema de que queremos ser abrangidos.
Tal como o “depuralino” pôs a questão só servia para deixar todo esse mundo das pessoas que não têm filhos ou já não os têem a seu cargo preocupados com o assunto.
Ora a enorme maioria das pessoas que já não têm filhos a cargo também não costumam ter grandes despesas de educação nem de outras passíveis de serem enquadradas aqui, dado que as de saúde nunca deixaram de ser consideradas.
Quanto ao resto : eu também acho que isto foi uma grande “salganhada” do governo.
Mas baralhar ainda mais as pessoas não é bonito.
Como ajudo umas 20 pessoas a preencherem o IRS todos os anos, entre família, amigos e conhecidos, sei bem como isto é complicado para uns (com poucos estudos) e indesculpável para outros (com mais estudos mas que não se querem chatear a ler durante 10 minutos as instruções).
PS- Ainda tem que escrever aquilo, em maiúsculas, mais 97 vezes até perceber que não era àquilo que eu lhe respondi.