Se é verdade que a “festa brava” é fundamental para evitar a extinção do “touro de lide”, já começávamos a tourear linces da malcata.
Não sei, digo eu
Rui Rocha,
Se é verdade que a “festa brava” é fundamental para evitar a extinção do “touro de lide”, já começávamos a tourear linces da malcata.
E diz muito bem.
Escuto esse argumento em ambiente familiar (com sólidas e profundas raízes alentejanas) desde que me lembro, logo após ainda menino, ter comunicado nunca mais comparecer a uma “corrida”. E Extremoz ficou ainda mais bela.
Forte abraço.
David
http://pt.wikipedia.org/wiki/Extremoz
O “x” neste caso, altera completamente o local.
Obrigado.
Os estremocenses que me perdoem, porque a minha família não o fará.
E enriquecer a língua portuguesa com o verbo lincear.
evitar a extinção do “touro de lide”
É claro que isso não interessa muito, pois o “touro de lide” não é nenhuma espécie animal peculiar. Porém, a criação de touros de lide tem efeitos ecológicos bastante positivos, ao permitir a manutenção de alguns ecossistemas bem interessantes, os quais caso contrário seriam provavelmente delapidados e/ou entregues a atividades agrícolas intensivas e mais penalizadoras para a Natureza.
Se atravessar o Caia, a perspectiva é diferente…
“El planeta de los toros”, segundo Marañon – y alli se muere de verdad…
Tourear berloquistas de esquerda também era boa ideia.
Ó mermão, ó mermão, deixe lá a touraaaaada! Então não sabe que a nação tem aversão aos cornos!?
🙂
[vale para muitos do seus posts]