Eu, que tive a caderneta completa, em conjunto de esforçado trabalho com a minha irmã mais velha. Tal como a Epopeia no Oeste e as dos futebóis etc. Muita mesada poupada…ou não…
Eheheh. Não só me lembro como tenho a caderneta completa. Gostava imenso disto quando era miúdo. Há anos, num mercado ao ar livre em Havana, encontrei uma caderneta igual, em castelhano, toda preenchida. Comprei-a também.
BOA! Sentemo-nos então na beira do passeio: descolaram-se e perderam-se sei lá onde o 4, 6, 17, 29, 40, 54, 55, 59, 65, 88, 96 e 127, a maior parte de tipos infelizes, congoleses, sioux, turcomanos… Também fiz essas bandeiras e essas maravilhas.
Fizemos essa lá em casa mas não era das minhas preferidas, gostei mais da História Natural e das Maravilhas do Mundo, de que tenho colecções completas. Desta ultima, sobretudo as Maravilhas construídas pelo Homem, depois de ter coleccionado os cromos colecciono agora as viagens aos locais. A última foi ao Buda de Kamakura no Japão, de que ainda não fiz um post. Mas tenho vários sobre este tema: http://imagenscomtexto.blogspot.pt/search?q=maravilhas+do+mundo
Os meus irmãos mais velhos fizeram esta colecção por volta de meados dos anos 50. A caderneta completa andou muitos anos por casa dos meus pais. Os meus irmãos fizeram duas colecções mais ou menos na mesma época: esta das Raças Humanas, e uma das bandeiras dos paises, que nessa época nasciam como os cogumelos.
Era o entretém da nossa geração, Alexandre. Já agora, eles compravam cola ou faziam-na misturando simplesmente, ao lume, farinha e água? Tempos gratos, acredite.
Nestas colecções, até pela qualidade do papel usado nos cromos, usavam cola. A mistura da farinha e água, era para os “bonecos da bola”. Quem “arrebentava com o fundo da caixa”, ou seja, comprava os últimos cromos da caixa, tinha direito a uma bola de “cautchum”, como nós dizíamos nessa época em que era possivel fazer grandes futeboladas na rua, com duas pedras a fazer de baliza; mudava-se de campo aos seis e acabava o jogo aos doze. Tem razão Fernando, grandes tempos gratos, tranquilos e despreocupados.
Eu, que tive a caderneta completa, em conjunto de esforçado trabalho com a minha irmã mais velha. Tal como a Epopeia no Oeste e as dos futebóis etc. Muita mesada poupada…ou não…
Sim, o que a gente se divertia, fernando!!…
Eu também tive esta caderneta completa.
Que recordações me trouxe esta imagem.
Muito obrigada.
🙂 Antonieta
Não tem de quê, Antonieta; as boas memórias partilham-se.
Eheheh. Não só me lembro como tenho a caderneta completa. Gostava imenso disto quando era miúdo. Há anos, num mercado ao ar livre em Havana, encontrei uma caderneta igual, em castelhano, toda preenchida. Comprei-a também.
Inveja minha, Pedro, não a tenho completa; se tiveres cromos repetidos, podemos recuar uns anos… Tens?… Ahahahah…
Eheheheh… Arranjam-se. E havia também as Bandeiras do Universo e as Maravilhas do Mundo.
BOA! Sentemo-nos então na beira do passeio: descolaram-se e perderam-se sei lá onde o 4, 6, 17, 29, 40, 54, 55, 59, 65, 88, 96 e 127, a maior parte de tipos infelizes, congoleses, sioux, turcomanos… Também fiz essas bandeiras e essas maravilhas.
vou à procura,, creio que havia repetidos dentro da caderneta! Ou será na dos trajes típicos?
Fizemos essa lá em casa mas não era das minhas preferidas, gostei mais da História Natural e das Maravilhas do Mundo, de que tenho colecções completas. Desta ultima, sobretudo as Maravilhas construídas pelo Homem, depois de ter coleccionado os cromos colecciono agora as viagens aos locais. A última foi ao Buda de Kamakura no Japão, de que ainda não fiz um post. Mas tenho vários sobre este tema: http://imagenscomtexto.blogspot.pt/searc h?q=maravilhas+do+mundo
Guarde bem essas relíquias, jj. As coisas também têm história. E continue, sim, sem idade.
Os meus irmãos mais velhos fizeram esta colecção por volta de meados dos anos 50. A caderneta completa andou muitos anos por casa dos meus pais.
Os meus irmãos fizeram duas colecções mais ou menos na mesma época: esta das Raças Humanas, e uma das bandeiras dos paises, que nessa época nasciam como os cogumelos.
Era o entretém da nossa geração, Alexandre. Já agora, eles compravam cola ou faziam-na misturando simplesmente, ao lume, farinha e água? Tempos gratos, acredite.
Nestas colecções, até pela qualidade do papel usado nos cromos, usavam cola. A mistura da farinha e água, era para os “bonecos da bola”. Quem “arrebentava com o fundo da caixa”, ou seja, comprava os últimos cromos da caixa, tinha direito a uma bola de “cautchum”, como nós dizíamos nessa época em que era possivel fazer grandes futeboladas na rua, com duas pedras a fazer de baliza; mudava-se de campo aos seis e acabava o jogo aos doze.
Tem razão Fernando, grandes tempos gratos, tranquilos e despreocupados.
É verdade, Alexandre: fazíamos os nossos próprios brinquedos, incluindo às vezes as próprias bolas.