As melhores praias portuguesas (16)


Pedro Correia,

 

Praia Grande (Sintra)

25 comentários em “As melhores praias portuguesas (16)”

      1. Tudo praias aqui à minha volta, e todas bonitas. O pior é o frio, como diz a Leonor. Mas o nevoeiro desta zona já não é o que era na minha infância, agora há muitos mais dias de sol.

    1. Ricardo: nuns dias subimos, noutros dias descemos. Para não ficarmos sempre na mesma zona. Até aos cem, muitas aparecerão por aqui.
      Abraço e bom fim de semana (e obrigado pelo prémio, uma vez mais).

  1. O problema das praias desta zona é terem um clima muito temperamental que, regra geral, dá para nos brindar com um frio desgraçado e nevoeiro. Além disto, o mar é gélido, tal com em toda a costa até Sta. Cruz.

    1. A quem o dizes, Leonor. Uma vez hospedei-me no hotrelzinho que se vê na imagem, em Agosto, e tive de levantar âncora ao fim de três dias pois o único banho que conseguia apanhar era… de nevoeiro. Mas esta praia tem uma aura única. É verdadeiramente especial.

      1. Jamais escolheria estas praias por aqui para passar férias e dias de praia, Pedro. É absolutamente imprevisível . Acontece muitas vezes o tempo estar óptimo em Mafra e na Ericeira um nevoeiro desgraçado. Cansei-me um bocado, se bem que o tempo melhorou muito nos últimos anos e até já se consegue esporadicamente ir ao mar sem se ficar com os tornozelos congelados. As praias são saudáveis porque têm muito iodo (na Ericeira) mas não há pachorra.

        1. Ainda recentemente me aconteceu, Leonor. Céu azul em Lisboa e arredores, dia muito quente – chego à Ericeira e deparo com um banco de nevoeiro. Manteve-se assim enquanto estive na praia. Mal deixei a Ericeira, voltou a brilhar o sol.
          A minha estada na Praia Grande ocorreu após dez anos de ausência do país, em que tive vontade de percorrer Portugal de lés a lés para matar saudades aqui do rectângulo. Assim fiz. Fiquei a conhecer Portugal muito melhor e a vê-lo com um olhar único, simultaneamente próximo e distante.

          1. Mas Lisboa é longíssimo para se fazer um cálculo, Pedro. Pergunta-me antes. Em Mafra e até mais perto da Ericeira não se consegue prever exactamente. Hoje, por exemplo, estava calor em Lisboa e aqui estava tudo cinzento e até choveu lá pelas 8 da noite. Eu espreito o mar daqui, pelo menos dá para ver se está nevoeiro, mas não consigo saber se está nortada e está muitas vezes. Quando digo que não passaria férias aqui é porque vivo por aqui desde sempre e conheço muito bem as manias deste clima caprichoso. Eu gosto de praia sem estar enrolada na toalha, como fazia em criança ou adolescente. Gosto de praia e mar quentes para me poder descontrair mas gosto de ondas, porque aqui é como se sabe, óptimo para o Mike 🙂

          2. Percebo-te bem. Mas eu, em matéria de praias, gosto um pouco de tudo. Em criança, quando vivia no Norte, habituei-me ao mar frio e batido, e a estar na praia sempre com pára-vento, objecto que muita gente desconhecia por completo noutras zonas do País. Depois, nos trópicos, habituei-me a praias de águas tépidas e totalmente acolhedoras. Regressei a Portugal já com saudades da nossa costa atlântica. Mas agora começo a sentir saudades do Pacífico.
            No fundo, gosto é de praia. Tenham elas as características que tiverem.

          3. Sim, as praias a Norte também são uma óptima experiência em matéria de frio e vento. Eu cansei-me de medir forças com este clima e agora quero calor, sem pára-ventos 🙂 Não sei se algum dia teria saudades deste Atlântico aqui no Oeste…

          4. Oh Leonor, mas há lá coisa mais vintage do que um pára-vento?
            Melhor: do que as barracas vestidas da Figueira da Foz, p.ex ? Chapéus sólidos de riscas, mastro grosso que nem duas mãos perfazem, e umas saias de roda farta que mais lembram reposteiros – franjas e tudo -, bem presas ao chão com pesos de areia, o conjunto a acabar naquele sábio “cair ” Lacroix , bem evasé ?
            🙂
            Estou a brincar, claro, compreendo-a bem.
            A água fria não me faz medo, mas o vento, o sol escondido e as praias de perfil ciclotímico em geral… fujo disso tudo a sete pés 🙂
            Já dei muito para esse peditório:)

          5. Eu dispenso o pára-ventos, Chloé, mesmo vintage. Aliás, o vintage também me começa a cansar, decididamente preciso de férias 🙂 Vou para a praia sem chapéu e como muito poucas coisas, quanto menos melhor. Logo esse ritual de chapéus e quejandos aborrece-me de morte. E já vi que concordamos em relação às praias. Definitivamente chega 🙂

          6. Pedro, já que falas nos pára-vento, preciso de saber se nos anos 50 já se usavam pára-ventos nas praias do Norte. Será que me podes responder ? Obrigada

          7. Efectivamente, a Ericeira tem um clima bem mais fresco, se bem que já não tanto como até há pouco tempo. Eu sou suspeito, porque sou calorento e detesto calor em demasia, por isso a Ericeira tem a temperatura ideal para mim. Também é a minha terra, por isso gosto sempre dela, com ou sem nevoeiro, com mais ou menos calor…
            Bom fds.

            PS: Pedro, muitas vezes é ao contrário, mau tempo em Lisboa e bom tempo na Ericeira. Já me aconteceu muitas vezes, a ultima das quais ha 3 semanas, onde estive na praia (deserta) quando aqui em Lisboa chovia. Amanha la estarei…

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