Abril (27)


Pedro Correia,

4 comentários em “Abril (27)”

  1. Esteve quase a tornar-se na cantiga das armas do povo contra o povo.Povo reaccionário e povo revolucionário,já se sabe.

    1. Pois. De qualquer modo estas cantigas são um precioso testemunho e um inapagável documento de uma época. De uma época em que o Professor Freitas do Amaral, ‘malgré lui’, era “o homem mais à direita de Portugal”. Algo que deve causar-lhe arrepios nos dias que correm, correndo até o risco de lhe murchar o cravo que agora transporta na lapela.

  2. Não deixa de ser “curioso” ver hoje José Mário Branco a fazer “fadunchos choradinhos” para Aldina Duarte e Camané, por exemplo… Tempos que já lá vão!… Espero eu!…

  3. É verdade,o “faduncho” do Zé Mário,quem diria,ah mas agora o fado já é revolucionário e se for preciso até se chama reaças ao Lopes Graça que não lhe dava qualquer valor(sim ao grande acervo de música folclórica sobre a qual trabalhou).

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