Sem comentários para não ofender a sensibilidade dos “fiéis” e estragar os “milagres” de Pires de Lima


Sérgio de Almeida Correia,

“Economia portuguesa vulnerável ao fator externo, diz Bruxelas. Contribuição das exportações para o crescimento vai descer, inflação vai continuar baixa, desemprego vai subir e custos reais do trabalho vão continuar a cair em Portugal, concluem as “Previsões de inverno” da Comissão Europeia.” – Expresso, 26/02/2014

 

“Nos próximos dias, a idade de reforma aumentará para os funcionários públicos já que, segundo apurou o Diário Económico, o Presidente da República promulgou o diploma da convergência das pensões. Com a aprovação de Belém, além do aumento da idade de reforma, de 65 para 66 anos, as novas pensões da CGA também sofrerão cortes significativos.” – Diário Económico, 26/02/2014

 

“A Caixa junta-se, assim, ao BCP e ao Santander Totta na cobrança de comissões em transferências de montantes inferiores a 100 mil euros, mesmo nas operações nacionais feitas nas páginas dos bancos na internet [‘homebanking’], sem intervenção de operador.” – Jornal de Negócios, 26/02/2014

 

“A Caixa Geral de Depósitos (CGD) aumentou a comissão de acompanhamento e gestão cobrada nas linhas de crédito, multiplicando por dez o encargo para as empresas.” – Jornal de Negócios, 26/02/2014

3 comentários em “Sem comentários para não ofender a sensibilidade dos “fiéis” e estragar os “milagres” de Pires de Lima”

  1. Ulrich considera que “Portugal tem feito um trabalho notável que se reflecte em várias áreas, como o equilíbrio das contas externas, a consolidação das contas públicas e a melhoria da competitividade das empresas portuguesas”. O País está hoje melhor e “estou muito contente por isso”, afirmou.

    Fernando Ulrich alertou, no entanto, que continuam a existir riscos, tanto a nível interno, como externo. “A nível externo pode haver perturbações de mercado relacionadas com resultados eleitorais, por exemplo, das eleições europeias”. Internamente, “existem riscos de natureza política e de não mantermos o necessário caminho de rigor”.

    1. Não há nada como ser banqueiro para perceber destas coisas, até de política. Resta saber quem banca com todas essas provisões, perdão previsões.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *